domingo, 7 de setembro de 2014

Paulo Roberto Costa entregou o nome dos governadores em depoimento à Justiça.

Eduardo Campos, Sérgio Cabral e Roseana Sarney receberam dinheiro sujo da Petrobras

Paulo Roberto Costa entregou o nome dos governadores em depoimento à Justiça.
Diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras entre 2004 e 2012, Paulo Roberto Costa confirmou a participação de três governadores no esquema de corrupção que assolou a estatal. A informação foi publicada na edição deste sábado de Veja.
Sérgio Cabral, que recentemente abandonou o mandato no Rio de Janeiro, Roseana Sarney, governadora em exercício do Maranhão, e o ex-governador pernambucano Eduardo Campos, vítima de um acidente aéreo no dia 13 de agosto foram citados pelo executivo.
Os valores das propinas não foram detalhados por Paulo Roberto Costa, que deve prestar outros depoimentos até o fim do mês para detalhar todo o envolvimento dos políticos da base aliada.
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8566092010694680317#editor/target=post;postID=4384207885219848066

Romero Jucá preserva PT e rejeita CPI exclusiva sobre a Petrobras

Romero Jucá preserva PT e rejeita CPI exclusiva sobre a Petrobras

Oposição protocolou mandado no STF .
O senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima, vetou a abertura da CPI exclusiva da Petrobras, sugerida pela oposição para investigar irregularidades em duas refinarias (Pasadena e Abreu e Lima) e nos contratos da estatal com a SBM Offshore.
A comissão será substituída por uma proposta “multiúso” liderada por Gleisi Hoffmann, que deseja a apuração de temas relacionados ao PSB (as obras do Porto de Suape) e ao PSDB (cartel dos trens). Senadores chegaram a questionar o escopo, mas Jucá afirmou que existem conexões entre os temas.
A abertura da CPI defendida pelo governo depende, agora, da aprovação conjunta da Comissão de Constituição e Justiça e do plenário da Casa. Como os vetos dificilmente ocorrerão, a oposição protocolou um mandado no STF para preservar a investigação inicial.

Parecer de Renan Calheiros contra a CPI da Petrobras adultera opinião de ex-ministro do STF

Parecer de Renan Calheiros contra a CPI da Petrobras adultera opinião de ex-ministro do STF

Documento do Senado credita a Paulo Brossard um posicionamento que não consta no original.
O parecer de Renan Calheiros contra a CPI da Petrobras atribuiu a Paulo Brossard, ex-ministro do STF, um parecer que não foi redigido por ele no documento citado como referência.
O senador, na sessão plenária de 2 de abril, indeferiu duas questões de ordem referentes a pedidos de Gleisi Hoffmann e Aloysio Nunes. A decisão favoreceu o Planalto, porque vetou a CPI da oposição e deixou caminho aberto para a criação da comissão liderada pelo PT, que tenta envolver PSDB e PSB, concorrentes da eleição presidencial, em casos de corrupção.
Ao justificar a proibição, Calheiros citou um entendimento do STF, extraído do “acórdão” do julgamento do Habeas Corpus nº 71.039, ocorrido em 7 de abril de 1994, que teve Brossard como relator. O conteúdo, porém, não é fiel ao original, nem pertence ao acórdão (espécie de sentença), mas sim à ementa (resumo do processo apreciado).
Na versão de Renan, Brossard seria autor do parágrafo “O que não quer dizer que outros fatos inicialmente imprevistos não possam ser aditados aos objetivos da comissão de inquérito já em ação. Inclusive quanto ao requisito de prazo certo de funcionamento, pode ele ser reduzido ou ampliado a partir de avaliações posteriores à apresentação do requerimento”.
O processo legítimo, porém, tem um trecho de introdução ao tema, vírgulas extras, troca de palavras e não dispõe da segunda oração, sobre o prazo certo de funcionamento do requerimento, conforme indica a imagem abaixo.
documento
“A edição feita pelo Senado, entre aspas, diz outra coisa e está sendo usada para outro fim”, definiu Magda Brossard Iolovitch, filha do ex-ministro do STF, que, em entrevista à reportagem, considerou gravíssimo o ocorrido.
Portal Vox tentou, por telefone, entrar em contato com o gabinete de Renan Calheiros, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
DOCUMENTOSOs leitores podem acessar, por meio dos links a seguir, as íntegras dos documentos do STF e da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8566092010694680317#editor/target=post;postID=7253526690993630020

Fraude da Petrobras financiou novo “Mensalão”, indica Paulo Roberto Costa

Fraude da Petrobras financiou novo “Mensalão”, indica Paulo Roberto Costa

PP, PMDB e PSB receberam dinheiro para garantir apoio aos governos Lula e Dilma.
renan-calheiros-senado
Os primeiros depoimentos de Paulo Roberto Costa após o acordo de delação premiada firmado com a Justiça confirmam o uso da Petrobras no financiamento de um esquema idêntico ao do “Mensalão”.
O propinoduto operava nos principais contratos firmados pela Petrobras.
As empreiteiras interessadas em participar das licitações eram obrigadas a devolver parte dos lucros a empresas de fachada mantidas por doleiros, que lavavam o dinheiro e redistribuíam a PT, PP e PMDB.
Em troca desse dinheiro sujo, os governos de Lula e Dilma exigiam de PP e PMDB apoio para aprovar projetos na Câmara e no Senado e blindagem em crises, como no caso da refinaria de Pasadena, quando Renan Calheiros tentou barrar a abertura da CPI.
Paulo Roberto Costa dirigiu a área de abastecimento e refino da Petrobras entre 2004 e 2012. Além de PP e PMDB, o PSB, antigo aliado dos governos Lula e Dilma, participou da fraude. Eduardo Campos foi um dos beneficiados.
http://noticias.portalvox.com/politica/2014/09/fraude-da-petrobras-financiou-novo-mensalao-indica-paulo-roberto-costa.html

Nomes ligados a Dilma Rousseff e Lula fraudaram a Petrobras

62 nomes ligados a Dilma Rousseff e Lula fraudaram a Petrobras

Denúncia é de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal envolvido na Operação Lava Jato.
Pelo menos 62 políticos ligados a Dilma Rousseff, Lula e à base aliada de seu governo participaram do esquema de fraudes e corrupção da Petrobras.
A informação, preliminar, foi apurada pelo jornal “Folha de São Paulo”, que teve acesso a informações da delação premiada de Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras tratado como peça principal da Operação Lava Jato.
Ao todo, são 12 senadores, 49 deputados federais e um governador envolvido no esquema –a primeira lista de delatados, publicada em Veja, traz três governadores. Todos os nomes pertencem às legendas PT, PP e PMDB.
Entre 2004 e 2012, quando Costa ocupou o cargo de dirigente da estatal e o PT liderou o Palácio do Planalto, todos os partidos políticos beneficiados pelo projeto receberam 3% de comissão sobre os contratos firmados.

o assunto é   tão   interessante que  não  me atrevi   a  escrever  nada   e  só   copiei  dando  o devido crédito   no   rodapé. 

http://noticias.portalvox.com/politica/2014/09/62-nomes-ligados-dilma-rousseff-e-lula-fraudaram-petrobras.html 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Brasil do faz de conta ou Alice no país das maravilhas




O Brasil precisa de um presidente que cumpra a constituição e não faça dela uso como se fosse papel higiênico. Segundo a constituição federal, não é possível se estabelecer privilégios para indivíduos, grupos tampouco para interesses escusos.  Todavia não é bem isso que ocorre na realidade.  Num passado não muito distante algumas categorias de funcionários públicos recebiam um adicional de auxílio de moradia.  Ignorava-se aqui o principio da isonomia, também previsto  na Constituição Federal de  1988.   Com o passar do tempo   este   benefício  foi   extinto.

Recentemente os deputados estaduais do Paraná   resolveram aprovar  um  na terça-feira (25),de fevereiro de 2014  em primeira e segunda votação e com dispensa de redação final, o projeto que cria o auxílio moradia para juízes e desembargadores do estado. O placar foi de 41 votos a favor e 8 contra a proposta na primeira votação e 40 votos a favor e 8 contra na segunda. A discussão aconteceu em Comissão Geral, ou seja, o plenário adquire capacidade de aprovar o projeto que deveria passar antes nas comissões do Legislativo, o que acelera a tramitação e, por isso, é chamado de "tratoraço". Enviado à Casa Legislativa,   no fim do ano passado pelo Tribunal de Justiça (TJ), o projeto, que regulamenta o pagamento por decreto, não estabelece quem terá direito a recebê-lo e nem quais serão os valores do benefício.
Mesmo sem valores estipulados, estima-se que o benefício poderá custar até R$ 3,3 mil por magistrado mensalmente. Segundo dados disponíveis no site do TJ, atualmente existem 818 magistrados vinculados ao órgão, o que geraria uma despesa mensal extra de cerca de R$ 2,7 milhões.
Neste caso prevalece a Lei de Gerson onde alguns privilegiados devem levar vantagens, muito embora algo de podre por detrás de uma ação comece a cheirar mal. Para exemplificar melhor este conceito ou pensamento faremos  uma  abordagem superficial  sobre corrupção.   Em qualquer caso suspeito existem dois lados.  O que corrompe, que é o lado ativo, no caso os deputados com esse agrado de final de feira.  Do outro lado o passivo onde aparece alguém que pressupostamente é “mais igual” que os demais funcionários públicos.   Este processo deixa transparecer um toma lá dá cá, entre deputados, governo e justiça, mais ou menos nos moldes, nos damos o auxílio moradia e  nossos  processos  devem  prescrever.
Desta forma a Constituição Federal de cinco  de outubro de 1988  vai  apodrecendo e suas páginas   jogadas no lixo.  Isto se configura que a assembléia nacional  constituinte  foi   vilipendiada, tempo   perdido.
Art. 5º todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.
Afinal somos mesmo iguais perante a lei? Ou tem alguns que são mais iguais? Como este pessoal do ativismo gay que quer uma lei especial para cuidar deles.
Por outro lado neste caso de uma mão lava a outra como ficaria a situação se  houvesse fraudes nas urnas eletrônicas? Será que alguém crê que não haverá fraudes? Basta ver quem é o presidente do TSE, o Ministro Dias Toffolli que foi advogado do PT e de José Dirceu. Se houver denuncias de fraudes dá para acreditar que ele mandará fazer investigações e anulará a urna ou sessão onde tiver suspeita de fraudes? 
Outra coisa, nesta semana se viu e ouviu uma porção de candidatos dizendo que querem fazer a mudança, que representam a mudança, que mudança? Se estiverem atrelados ao sistema antigo. No   caso de um  candidato  ao senado que diz representar a mudança, um jeito novo de fazer política, o   distinto é dono de  praças de pedágios,  que mudanças ele  representa? Só idiotas acreditam em promessas de mudanças vindas de parte de pessoas que não cumprem com obrigações pessoais, que se dizem ser formados na política como líderes estudantis, que falam mal do governo dos militares, quando nasceram 25 anos depois e falam coisas que a malandragem conta para eles  e nem seus próprios pais viveram o governo dos militares ou agiam como avestruz, enfiavam a cabeça num buraco ou se refugiavam e diziam que não queriam saber de nada por que a situação ainda lhes era confortável. 
Quem disser hoje que representa a mudança tem que provar por a + b que fez mudanças. Se estiver envolvido ou esteve envolvido com grupelhos e nunca defendeu interesses do povo, de trabalhadores, de professores (sempre ajudou a negar salários dignos), nunca defendeu implantação ou expansão de empresas, para gerar emprego e renda, nunca lutou para melhorar condições de trabalho de professores, nunca pensou em lei para coibir uso de celulares em sala de aulas, sempre pensou no próprio umbigo...este representa a mesmice. Desde quando indivíduos atrelados a partidos de vocação comunista, socialista, defendem interesses do povo? Cuba é comunista e o povo passa fome enquanto Fidel está bem obrigado, mesmo com 85 anos, sugando o povo e transferindo o dinheiro do povo uma das maiores fortunas para bancos internacionais.

O presidente sírio comandou um massacre de 191 mil pessoas e fala que quer mudanças?   O presidente sírio, Bashar Al-Assad, pediu ao novo governo que trabalhe pela segurança, reconstrução e luta contra a corrupção na síria, e "evite os erros do passado".

O novo governo, formado na última quarta-feira e que entrou em vigor neste domingo, deverá dirigir os territórios sob controle do regime na síria, onde mais de 191 mil pessoas morreram desde o começo da guerra, em março de 2011, segundo a ONU.
O conflito obrigou metade da população a abandonar suas casas. Três milhões de sírios se refugiaram no exterior. Segundo Assad, o êxito do novo governo dependerá de sua capacidade de "ganhar a confiança dos cidadãos com transparência e credibilidade",
Se o Brasil aceitar a instalação do comunismo para onde o povo irá fugir com a efetivação do Decreto 8.243 = enganação de governo popular nos moldes cubanos?
O Brasil tem tudo e todos os tipos de conselhos e qual deles um prefeito, um governador ou presidente acolhe projetos? Vamos viver a ilusão do carnaval dos carnavais depois da copa das copas?

Na busca de atendimento para tratamento de saúde no PAM o povo chega por volta das 04h00 da manhã e conforme declarações aguardam o inicio do expediente, e, muitos reclamaram que por diversas vezes foram atendidos por uma pessoa que faz a triagem pergunta o que a pessoa tem  vai até o médico e volta com a receita. Ao indagarmos se esta situação é normal todos os perguntados responderam que sempre foi assim.

Interessante que desde início das atividades do sistema PAM nestes locais as pessoas enfrentam frio, chuva ao relento e sequer tem um banco para se acomodarem e o local não tem coberta conforme se verifica nas fotos. Este é tratamento dados ao povo que precisa de atendimento médico no PAM.  Nem com a enganação do mais médico as coisas mudaram. Os médicos cubanos trabalham na periferia e ainda assim deparamos com essas filas. Logo vem outra eleição e irão surgir outros candidatos que prometerão abrigo para quem fica nas filas das madrugas para protegê-la o povo. Médico que é bom não terá o suficiente para atender a demanda e a resposta sempre foi que existe investimento alto e despesas na área de saúde e ainda, não tem verba.
nunca tem verba para nada, mas aqui reside uma dúvida, :

Se não tem verbas por quais razoes brigam tanto para assumir um coisa que está quebrada? Debatendo com amigos um dia desses que o problema na administração pública não é a falta de verba, mas, a firme vontade de não fazer nada ou melhor, se alguém pedir alguma coisa e for amigo atenda..se não deixa anotado e finge que vai fazer algo. Salários de médicos, dentistas e enfermeiros não são investimentos e custos da área de saúde são casos de folha de pagamentos, investimentos são compra de maquinas e equipamentos. Construção é investimento mas é infra-estrutura, não é despesa de saúde.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Conselhos populares, risco de poder paralelo ou papagaios de pirata


Severamente criticada  por parlamentares e juristas e até mesmo questionada por Michel  Temmer vice-presidente da República, o  Decreto  2 843 que estabelece a Política Nacional de Participação Social,  foi imposto  goela abaixo por Dilma Rousseff,  e enfrentando estas criticas parece  ter prazo  de vida útil  ameaçado.
São insistentes os ataques à proposição do  decreto  e  partem das oposições e de juristas, que procuram mostrar  uma tentativa do governo petista de implantar um novo regime no País, passando por  sobre o Congresso  Nacional,  rasgando  a Constituição  Federal,  sendo defendida com vigor pela presidente Dilma Rousseff, a recém-nascida Política Nacional de Participação Social, instituída via decreto 8.243, chega à sua segunda semana de vida ameaçada de não vingar.  

Quando dizemos que a  constituição  foi rasgada  o fazemos  para  lembrar que para se elaborar a Constituição   Federal de 5 de outubro de 1998   foram  convocadas   eleições para a uma Assembléia  Nacional  Constituinte, não sendo portanto  decisão de uma   só pessoa  e  uma só  canetada.

Outra  coisa importante a  ser  lembrada é que  todo  o  texto da   CF 1988 contempla   “Clausulas  Pétreas”  e  assim sendo  não  é por  um  simples  decreto do   executivo  que se pode  alterar   a  vida   do país,   e,  em havendo necessidade  de reformular algo que possa   atingir estas  clausulas   há  que se convocar novas  eleições para uma   Assembléia  Nacional  Constituinte  e quem  pode  e deve  cumprir  seu papel  neste  caso  é o Congresso Nacional.   Qualquer   coisa   fora   desses  passos s é puro  golpe de estado.

Por  outro  lado o então fisiologista presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), solicita que o governo altere texto  do  decreto n.  8.243 para projeto de lei a ser debatido pelos parlamentares. Um bloco de dez partidos luta para derrubar o decreto no Supremo Tribunal Federal. A Ordem dos Advogados do Brasil também avalia contestá-lo nos tribunais. Aliados do Planalto silenciam e o próprio vice-presidente da República, Michel Temer, lança dúvidas sobre a maneira monocrática como a medida foi instituída.  Quando  dizemos que o presidente  da Câmara   é fisiologista  o  fazemos não  só por isso  mas também por que ele é oportunista,  está  na disputa  pelo governo de seu estado  para transformá-la  numa  capitania  hereditária, visto  que lá  muito  membros da família está  também na   disputa  por uma  fatia   do estado.
Divulgado no dia 26 de maio, o decreto se propõe, em seus 22 artigos, a instituir um complexo sistema de consultas no qual a “sociedade civil” tem papel central. São criados conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de debate e fóruns, além de audiências e consultas públicas. Essas instâncias ajudariam na elaboração de políticas públicas e atuariam como fiscais, sob o argumento de “consolidar a participação social como método de governo”. Por fim, o decreto encarrega a Secretaria-Geral da Presidência de dar “suporte técnico e administrativo” ao sistema.
Pois bem!   Aqui começa os  nossos questionamentos,  até  que ponto  este  decreto  traria  benefícios para a população brasileira  e  o governo  afirma que  um  sistema  complexo de consultas para a sociedade civil   tem papel  central.    A nosso ver o governo impõe  além de  uma medida  ditatorial  uma    espécie  de Teoria  do Médico  Veterinário e o Touro”.
Explica-se: Um produtor rural tem uma  vaca  no  período fértil,  preocupado  ele   procura  o veterinário e o pede  para  fazer   inseminação artificial.   O técnico  faz o trabalho corretamente  e  o produtor  rural ainda não confiante resolve  levar  a  vaca  até  o curra para  um  touro  fazer a  cobertura.
Com o governo federal não  é muito diferente  e aproveitando que  o Congresso Nacional foi   transformado num  balcão  de negócios  onde congressistas buscam   tirar  vantagens das emendas  de orçamento e  com  loteamentos  de cargos em todos os setores,  com  um  faro de  hiena,   articula a  implantação  de um novo  regime de  governo  para neutralizar de vez  os  parlamentares.
O  governo federal simplesmente  omite a  verdade  e quais os reais motivos  de sua pretensão  quando  diz que via implantar um complexo sistema de  consultas no qual a “sociedade civil” tem papel central.
Uma pergunta  inicial:    este  sistema  não   exatamente o que não funciona hoje? Por exemplo, pretende-se alterar  uma lei de uso do solo e zoneamento e convocam-se as ditas audiências e consultas públicas.   A “sociedade civil” é convocada  as  pressas  e as pretensas alterações são debatidas e a “sociedade civil” simplesmente  é ignorada  prevalecendo a vontade particular  de um  especulador  imobiliário.
No caso do setor da cultura vemos  mais  aberrações,  visto que na maioria dos  municípios   inexistem e quando  existem no  papel são completamente  inoperantes,  sequer  sabem  como encaminhar  um projeto  com pedido de  recursos  se valendo  da Lei  Rouanet,   e  quem  tira  proveito  disso  e  neta de  Luiz Inácio  Lula  da Silva.  Enquanto  as  pessoas  envolvidas   com  este  importante setor não encaminham   projetos   os   donatários  da   capitania   hereditária  seguem se locupletando com   verbas  públicas.

Ainda os privilégios da Família Lula da Silva, a nova aristocracia brasileira, e os bocós que não sabem distinguir questão pública de vida privada

Há dezenas, centenas talvez, de protestos porque, com a festa dos 15 anos de Bia Lula, a neta do “Cara”, atriz — amadora, segundo se sabe — cujo grupo de  teatro conquistou o direito de captar R$ 300 mil pela Lei Rouanet. A Oi, a quem Lula prestou tão relevantes serviços, e a empresa sempre lhe soube ser grata, já se apresentou. A mamata foi garantida pelo Ministério da Cultura, cuja titular era Ana de Hollanda. É a velha aristocracia de esquerda garantindo benefícios à nova.
Muito bem! O apreço da agora ministra da cultura pela moda, no entanto, é mesmo inquebrantável. Acabo de ler na VEJA desta semana que o estilista Pedro Lourenço poderá captar até R$ 2,8 milhões por intermédio da Lei Rouanet para participar da Semana de Moda em Paris.
Como? Sim, sim, moda também é cultura e coisa e tal. Mas faz sentido a Lei Rouanet financiar um estilista? A  revisa VEJA fez uma entrevista com o rapaz. Leiam trechos, com comentários.
VEJA – Por que você resolveu desfilar com dinheiro da Lei Rouanet?
LOURENÇO – É o começo de uma nova percepção do governo. Tem muita empresa quebrando no Brasil. Se o Cristian Lacroix quebrasse, teria um superincentivo na França. Ele é o que Clô Orozco (morta em março) era aqui. Quando ela quebrou, ninguém olhou.
Para   podermos  criticar  esse  malfadado Decreto  8.243 façamos uma  reflexão caseira,  domestica, isso  mesmo.   O   governo do estado estava inadimplente  com fornecedores de  combustíveis  e  as  viatura das  policias   estavam  parando   nas ruas e  nos pátios  de quartéis.  E os Conselhos   Municipais de   Segurança se  reuniram  debatiam e qual  era o resultado?   Nada que pudesse sensibilizar o   governo   do estado  para a  gravidade  do  problema.
Ano  passado aconteceu em Guarapuava  a  Conferência Estadual da  Cultura,  e quantos  municípios   mandaram  suas  representações para  levar  as suas propostas  nas diferentes câmaras  de debates?   Por ai podemos ver que esta  falácia de  que  os  conselhos  serão  ouvidos, que a  sociedade  civil será  ouvida, podem  até  serem ouvidos   mas  a última   palavra será do  ditador  de  plantão, como a  exemplo de  Fidel  Castro  que  fazia  o que bem entendia a até  que entrou  numa  rotina de   doenças  que  não  contam a  verdade e  passou  o  bastão  para o irmão Raul.    
Em Gestão Estratégica  Municipal  são   inúmeros   conselhos   que fazem  parte deste   contexto, todavia,  poucos  ou nenhum   funciona.   Quando se convoca entidades  para  participar  de um  conselho eles simplesmente  se  omitem e  sequer participam  de  reuniões ou   audiências pública e  ai  que o mau   gestor  aposta  todas  suas  fichas, na  falta de participação,  na  omissão  de quem  poderia   ser beneficiado.   E  deste   forma,  conselhos  todos  que tem  relevantes  importância  morrem  no ovo, sem sequer   quebrar  a casca.   Ou se estivermos   errado por  favor  apontem  onde erramos.   Em  que  lugar  deste   pais que  os Conselhos  Municipais ou  Estaduais de Meio Ambiente   funciona?  E  os  conselhos de educação?  De esportes? 
É  portanto ancorado nesta  bagunça que a  presidente   Dilma empurrou  goela  abaixo  este  famigerado Decreto  8.243  que  enterra  de vez  o  Congresso Nacional   na  sua  atual   insignificância,  sem precisar decretar  um  novo AI 5.  Cometemos  exagero em dizer que o   congresso  é insignificante?  Não!  Basta  ver a   brincadeira que o executivo faz   com a  CPI da Petrobrás,   basta  ver o  que  aconteceu na caso  do mensalão,  primeiro rifaram  um  amontoados de  cargos   entre   parlamentares, entre  ministros  do STF  e depois  vem a  pressão,  se cuida  que demitimos  seus  amigos e  filhos.   Ou alguém  ainda   tem  duvidas disso?
Marianna Fux, 32, filha do ministro do STF Luiz Fux, é, para o governador do Rio, Sérgio Cabral, "respeitada e brilhante". Para Ophir Cavalcante, ex-presidente da OAB, o currículo de Letícia Mello, filha do ministro do STF Marco Aurélio de Mello, "impressiona". Luis Roberto Barroso, o mais novo ministro do STF, exaltou as qualidades da mesma em carta enviada a desembargadores do TRF da 2ª Região. A despeito de inexperientes, tendo poucos anos de advocacia, as duas são as mais cotadas para o preenchimento de vagas para o cargo de desembargador, no Rio de Janeiro, que inclui salário de mais de R$25.000,00 e regalias como gabinete de assessores, carro oficial, entre outros.
Agora  dá para  perceber por que os mensaleiros  não ficaram presos  como   os pobres,  pretos e  prostitutas?
E  para encerrar  não poderíamos demonstras  a  nossa  preocupãp   sobre como será aescolha dos integrantes da sociedade civil que vão participar. Estão aptos “cidadãos”, ou seja, qualquer pessoa, “coletivos”, grupos organizados nos quais se incluem centros de pesquisa, e “movimentos sociais” – os sem-terra, sem teto, pelo passe livre, etc.
Além  de ser anti constitucional, eivado  de vícios ele desperta insegurança. “Trata-se de um decreto autoritário. Todas as descritivas parecem ser democráticas, mas plano   demonstra que todas e  quaisquer proposta  serão levadas à apreciação  de uma  panelinha arbítrio da cúpula a participação social em assuntos administrativos”.,     e denota que  esta  participação da sociedade  civil  já  vem com uma chapa branca, que fale tipo   papagaio de  pirata por meio de instâncias sob controle oficial”.