quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Uma gestão estratégica ou ambiente favorável para atrasos


Constantemente  somos surpreendidos com informações ou publicações  que nos  deixam preocupados com o modelo de gestão empregado  no setor  público.

Seguidamente  vemos uma   sucessão de falhas em licitações contrariando a Lei n° 8.666, de 21 de junho de 1993 e estas  falhas levam até mesmo a intervenção  do MP para colocar as  coisas  no eixo.

Quando das campanhas  quantas vezes   ouvimos falar em necessidade de implantar um modelo  batizado de gestão participativa  ou até mesmo de choque de gestão. Bastam alguns meses  para o  contribuinte  verificar   que realmente   começou um  choque com a elevação das  tarifas e  taxas de  impostos e  que a guerra   fiscal  se acentua.

No plano  municipal as dúvidas   que se apresentam tem origens  talvez um  tanto  corriqueiras   estabelecidas  pela   competição ou disputas entre aqueles que compõem a  administração  e  que deveriam  se organizar  em equipes  para no  fim de cada  jornada ter um  resultado  positivo.

Neste aspecto sequer consideramos os exemplos  da natureza,  como  o  caso  dos  gansos  em voos,   que adotam  uma  formação em cunha para melhor  deslocamento  quebrando  a  força  contrária.   Os gansos sempre  tem um líder  a  frente  e  quando ele  cansa outro assume a  ponta  e assim sucessivamente, até  atingir o  objetivo.

O ser humano é completamente ao  contrário, centralizador por excelência,  não  deixa  surgir novas lideranças  sufocando  aquelas  que pressupostamente   se arriscarem a despontar. 

Em diversas oportunidades falamos  da necessidade  de uma  gestão  estratégica  de modo  que não  houvesse  sobrecarga  de trabalho e  concentração  numa  só pessoa.

Maquiavel ( 1469 – 1527 ) -  Na obra  o Principe
 “ Não há algo mais difícil, nem de êxito duvidoso ou perigoso, do que iniciar-se uma nova ordem de coisas, por que o reformador tem inimigos em todos aqueles a quem a ordem antiga beneficiava e, somente tímidos defensores naqueles que poderão tirar proveito da nova ordem”. 
“Esta fraqueza nasce parcialmente do medo dos adversários parcialmente da incredulidade dos homens que não acreditam verdadeiramente em algo novo senão depois de uma firme experiência”.

Do ponto de vista a legal alertamos que existe a  necessidade de criação  dos  Conselhos Setoriais  e  também a   desvinculação  daqueles  que  estão  presos  em  secretarias ou departamentos  completamente saturados  de trabalho, como  é o caso  por exemplo de esportes,  cultura   no   guarda  chuva da educação, meio ambiente preso  na  agricultura  e turismo na secretaria de indústria e comércio.

Explica-se: O Ministério de Turismo tem projetos e recursos (verbas) para investimentos no setor, mas para  tanto os interessados devem apresentar  toda  a documentação  pertinente, projetos e  certidões  encaminhadas   diretamente  pelo setor   responsável  pela  área  de turismo.   Esta  documentação deve ser acompanhada de um  cadastro/ficha de avaliação (para conceitos/pontuação). Se todas as formalidades não forem  cumpridas as  chances de  aprovação/avaliação  serão mínimas.

Outro  detalhe  que deve ser considerado por exemplo  é  o volume de serviço  natural em um setor   como  educação,   com  tempo bastante  tomado  em   atividades  correlatas  a  área  e  a  própria  infraestrutura da escolas.  Então, a  grande desafio é como agilizar  todos os  setores  acabando com a centralização e  alcançar melhores resultados?

Quando  um setor centraliza   tudo  e principalmente a  questão   burocrática   fica prejudicada  pelo  acúmulo de tarefas   a tendência é que  aquilo que  deveria  ser prioritário passe a  segundo plano.  Vamos exemplificar usando  situações reais:  Está  agendada para   o dia   9 de agosto a  Conferência Municipal  de Cultura  conforme os convites já encaminhados    e  neste  caso se  houver necessidade  de  material que deveria ser licitado e  ainda  não aconteceu, de quem  foi a  falha?   Da  secretaria de educação  que não   teve tempo  para  encaminhar  pedido de licitação ou  do  próprio setor  de licitação  que não  consegue   fazer   o trabalho  entregue de última  hora?

Aqui começamos a entender por que   estas  atividades  devem ser setoriais  e  não  vinculadas  a outros  departamentos,  existem  a necessidade de autonomia  no encaminhamento  de documentação e  projetos.

Um caso  interessante e  que nos  chama a  atenção   está  no  Departamento de Agricultura  que  tem  sob  sua  sombra o Meio Ambiente.   Aqui duas  situações distintas   antagônicas  e  que de certa  forma  criam mais  estranhezas e conflitos  perante os agentes  de crédito.

O Ministério de Meio Ambiente possui verbas  para recuperação  de fundos  de vales,   desassoreamento  dos rios,   reflorestamento e matas  ciliares  para proteção de mananciais,  entretanto, os projetos  devem ser encaminhados pelo  setor  competente  ou  seja o Departamento de Meio Ambiente e  não o da Agricultura.

Da mesma  forma  ocorre  com  o Esporte, onde a  autonomia  para desenvolvimento e encaminhamentos de projetos sofre  também  com essa  dependência   do  setor de educação.  

Uma pergunta fica  no ar:   qual a  dificuldade de emancipar  estes  setores  que estão  paralisados   pela  centralização e  dar-lhes   impulso  para  que possam de fato ter   avanços  e  conquistas em todos  os setores? 

Isto posto voltamos ao  inicio da  discussão  quando  falamos  em gestão  estratégica, e  diríamos  que   seria  de fundamental importância   uma  abertura franca para  que de fato tenhamos  uma  gestão participativa, onde a  sociedade (comunidade)  participe  efetivamente  das  discussões  e  colabore nas  definições de prioridades.


A sociedade  pode e  deve  participar  da discussões  dos  problemas  afetos a  todos  sob  pena  de  não  o fazendo ou se omitindo  não  poder  sequer   criticar  as falhas   dos  processos. 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Saldo das manifestações de rua e as perspectivas de futuro


Na nossa trajetória de vida sempre sonhamos que aos poucos o povo tomaria consciência  sobre direitos, consciência e lutaria  para  conquistar  melhores  condições de vida,  que deixaria de correr  atrás de pequenos  favores aqui, ali ou acolá  e simplesmente  deixaria  de trocar aquilo que realmente pode  colocar  em ordem esta nação por uma   sacola de comida  ou um cobertor  descartável uma  vez por ano.

A nação brasileira  estava deitada  num  berço  esplêndido e agora parece  que uma  parte do gigante   acordou, muito embora uma  pequena  parcela  ainda  sonhe  com a filas das cestas   básicas para  trocar  por votos.

Infelizmente ainda restam muitos  que estão  anestesiados,   são manipulados por uma  mídia chapa branca que mama  nas tetas   governamentais e se  acomoda dentro daquilo    que existe de pior  na cultura do inútil,  como  uma  bela  foto  ao lado de um senhor importante, de uma modelo, de um jogador de futebol,  uma  bola  ou camisa  autografada ou um cargo de  diretoria numa sociedade  de ASPONES.   Que benefícios  estas inutilidades trazem?

Com relação aos anestesiados  políticos façamos uma  comparação deles  com esses  que sofrem  com o abandono da saúde  pública.

O abandonado pelo poder público, não tem assistência  médica  digna, vai a um posto de saúde não tem  medicamentos, não  tem médicos por que não  recebem salários e esses  abandonados  de repente  são acometidos de uma AVC, um infarto ou  um  termo comumente  usado derrame. Ao sofrer alguma  coisa  desse tipo  pode ter  parte  dos movimentos  prejudicados,   assim acontece  com  o pessoal que  vive ao abandono e na carência de uma  sacola de comida, estão paralisados, que qualquer ASS, Cibalena, Melhoral faz  efeito  e esses  analgésicos  vem em forma de esmolas  para escravizar  cada  vez mais o povo.   Desenvolver programas para emancipar esta gente  não convém por que correm o risco  de perder  uma  fatia  dos votos  fáceis.

Desta forma  até os índios  foram alcançados  com agentes   políticos  se infiltrando nas aldeias, áreas  indígenas e levando coisas  maléficas  do homem  branco como prostituição, intrigas  que levam uma  parte abandonar aldeias  e morar  em favelas  nas periferias  das  cidades, embaixo de marquises de rodoviárias espalhadas  por esse  Brasil. Mentiram tanto  para os índios  que era  uma  sociedade  organizada  e acabaram  criando  divisões internas e até partidos  políticos.  O índio não  pode caçar, não  pode  cortar  taquara ou bambu  para fazer artesanato,  estão afogando a  cultura  indígena.

Se alguém se aventurar a um passeio  numa  área  indígena num   fim de semana pode  encontrar  índios  em  volta  de uma aparelho de TV assistindo a  dança  dos famosos  do Domingão do Faustão.   E uma informação  sobre estes  problemas  terríveis.  Com  a infiltração do branco entre índios muitos deles   agora  perambulam  pelas  cidades em  busca de uma  garrafa de cachaça,  dormem ao relento,  sem  contar  aqueles  que já  estão contaminados  por  doenças  do branco,  sífilis,   AIDS, tuberculose,   que antes  não existiam  entre  eles.    E um  chamado senador Renan  disse  em frente a  rede de TVs  que o foco  das  manifestações  era  só R$ 0,20.

Explica-se tudo isso : Façamos um comparativo  com uma  “técnica”  empregada por alguns políticos  safados espalhados  por esse  Brasil  em épocas de campanhas.

Não  precisamos  fazer nada agora  no inicio  de gestão por daqui a três  anos o povo não lembra mais o que fizemos e então podemos reservar  a grana  para ultimo  ano de gestão  e daí fazemos um amontoado de obras na correria,  inauguramos  sem ter concluído, tiramos  e  mostramos a mais belas  votos e ainda guardamos elas em arquivos para  serem usadas  como  forma  de chantagear o eleitor  dizendo, como que o obrigando a  votar em nós muito embora não tivéssemos  feito o mínimo para amenizar o sofrimento da população carente, não miseráveis,   carentes  melhor assistência  a  saúde, melhores  escolas,  mais segurança, geração de emprego e renda.

O grito das  ruas escancarou  ao  mundo todas  essas mazelas,  chegando ao absurdo de numa  fila  de entrada  de um  estádio ao passar  um  torcedor jogou uma  garrafa vazia  num  contêiner  de lixo  e sequer  viu  que dentro daquele contêiner  tinha uma mulher e um criança   procurando restos de comida. 

O mundo que conhecia o Brasil pelo  turismo sexual barato e com  crianças, prostituição nas avenidas,   garotos de programa,  carnaval  e  futebol  agora  passa  a ver que aqui   temos 190 milhões de brasileiros indignados com  mentiras oportunistas de períodos de campanha.

Devemos louvar  essa  geração  que foi às ruas   revindicar melhores  condições de vida, muito embora  delinquentes da palavra (atacam por detrás de um  microfone ou uma publicação),  para desmerecer  a  importância  do protesto ou da manifestação. 

Um delinquente mirim tira a vida de uma pessoa por que a  vitima  não tinha dinheiro ou pelo celular,   o delinquente  da palavra  que desvia  milhões e  milhões   de obras e serviços  prioritários  para a população tem a audácia  de dizer na  frente das câmeras  de TV  que é preciso atender  as reivindicações  das massas  apesar  de que o foco  seja só R$0,20.

Já dissemos inúmeras  vezes que a  administração  pública no Brasil  é  reativa. Em  campanhas usa-se um  discurso e cria-se uma ilusão de que os problemas  serão resolvidos.   Assumindo o poder primeiramente  reúne-se parentes  e amigos  e passam a  dividir  a  grana da viúva  chegando a causar  inveja  ao  mais nobre mortal  tão  grande e fabulosa  passa  a ser a  renda familiar.

É  um  tal  de vou  colocar  meu  irmão  para dirigir  a  secretaria tal por  que é cargo de confiança  e  ele  é  competente,  muito  embora  não tenha  uma  gato  para  puxar pelo rabo,   vou  colocar  meu  filho  com secretario especial para assuntos  aleatórios, o meu  cunhado e sobrinho  serão   responsáveis  pela nova  secretaria  responsável  por estudos e construção de campos  de pousos para  marcianos e vai por ai.


Quantos  ministérios o Brasil precisa???

quinta-feira, 27 de junho de 2013

A Economia X Ecologia e os Ambientalistas


A necessidade da geração de energia elétrica para a sustentação da base produtiva no Brasil, na década de 70, período do Milagre Econômico, constituía-se ponto de honra para a redução de um dos pontos de estrangulamentos da economia.  
Desse período a ideia contemplada em política e planejamento econômico, em  que o Estado  devia  projetar e  construir  grandes obras,   até  para  que se amenizasse um problema  que  vinha  se agravando  pouco a pouco, o  desemprego.   
Concebe-se a construção de Itaipu, como alternativa para fazer frente ao gargalo do desenvolvimento da indústria.    Com o início dos trabalhos, os problemas foram surgindo, impactos ambientais, desapropriação de terras, êxodo rural, o surgimento de favelas, deslocamento de contingentes enormes de trabalhadores em busca de um lugar ao sol.
Na busca pela industrialização, correndo atrás dos ricos, os países do Terceiro Mundo, centros e periferias, acaba alcançando um modelo onde se agrava as diferença de níveis de rendas.
Essas diferenças despertaram  a atenção de estudiosos,  como  STRAHM,  Rudolf H. (1992)  em sua  obra,    Desenvolvimento   -   Por que somos  tão pobres?No plano geográfico, os centros representam as aglomerações, no plano econômico as regiões industrializadas, e no plano social as camadas superiores da sociedade. Por periferia se entende as regiões marginalizadas, as favelas que circundam as cidades, assim, como o interior dos países”.
O citado autor aprofunda ainda mais seu estudo, e, dá ênfase à questão, reforçando o conceito de periferia, nos países em desenvolvimento, são as regiões pobres do interior, as favelas, os grupos marginais e os desempregados atraídos pelas cidades. Para ele, no plano econômico, as periferias dependem dos centros.  Elas fornecem mão-de-obra barata (migração, êxodo rural).  As ditas periferias fornecem também matérias-primas baratas e compram nas cidades os produtos caros.
No caso, a região atingida pela Barragem de Itaipu, vem apresentando um contraste, poucas vezes questionados pelos ambientalistas.  
Afora, questões como impacto ambiental, não vemos um ecologista falando em defesa do produtor rural que foi afastado da área, deslocado para outras regiões, sofrendo até com a ausência da cultura, onde até cemitérios foram abandonados, a falta das reuniões familiares, aqui também reside um impacto cultural, que exigia longo período de adaptação.  
No caso do produtor que possuía títulos de propriedade o problema até certo ponto foi contornado com uma indenização que bem ou mal, agradando uns e desagradando outro foi pago.
Todavia, tem aqueles, que não possuíam documentos de propriedade da terra, diga-se de passagem, os legítimos donos, descendentes, dos que aqui estavam, quando Cabral desembarcou e invadiu para dar início à exploração da riqueza e condenar esse povo à miséria.   
Os que não possuíam títulos, e tiveram suas terras alagadas são os índios Avás Guaranis, que hoje definham num arremedo de Reserva Indígena, em São Miguel do Iguaçu, abandonados pela sociedade, que hoje assiste TV a Cabo, ligada a uma rede de energia gerada com o alagamento.    
Lamentável, quando vemos no jornal (Voz da Fronteira - Manchete de Capa - Índia Abandonado), “Os índios Avás Guaranis abandonaram um bebê de apenas cinco meses de vida e pesando três quilos numa propriedade rural em São Miguel do Iguaçu. A enfermeira contratada pela prefeitura e que atende a comunidade de Santa Rosa do Ocoí, nas proximidades da aldeia, localizou a criança e encaminhou à Casa Abrigo. O promotor da Comarca convocou o cacique para dar informações sobre o caso. Os índios Avás Guaranis costumam abandonar os filho quando a família não tem alimentos. A aldeia se formou com as transferências dos indígenas, expulsos de suas terras pela construção da barragem de Itaipu. A prefeitura de SMI auxilia a tribo com alimentos, medicamentos, educação e roupas”.    
Quando dizemos que o impacto não é só ambiental, mas também cultural, reportamo-nos a este caso; qual é a cultura indígena?   Qual foi o impacto da construção da Usina nesta tribo?  Existe como mensurar isto?   Hoje, vemos o índio abandonando o filho por não poder alimentá-lo.    
A cultura indígena não diz que eles tinham pequenos plantios de mandioca, milho, etc., feitos pelas mulheres enquanto os homens caçavam e pescavam.  
Para tanto, teriam eles necessidades de manter suas reservas, mas, foram expulsos, e os ambientalistas que se dizem movimento que visa defender o meio ambiente das agressões perpetradas pelo homem (poluição do ar e das águas, matança de animais, desmatamentos etc.), não se manifestam. Para esses ditos ambientalistas, que hoje aprovam o fechamento da Estrada do Colono, para os apaniguados da UNESCO, para aqueles que se preocupam com um papel escrito, “Patrimônio da Humanidade” uma pergunta.   Do dicionário dos senhores, do conceito de.

 “Ecologia: parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos com seu ambiente natural, bem como de suas influências reciprocas”O índio foi excluído?  
A visão que temos deste quadro todo é de um ambientalismo barato, demagógico, que esquece o elementar conceito de Ecologista: como cientista que se ocupa da ecologia: pessoa que defende a natureza e o meio ambiente; ambientalista.
            O ilustre  professor  BUARQUE, C.  ( 1990 ) em, A Desordem do Progresso,  pagina 9,  em Brasília,  “  Em debate  com a lideranças  de meninos de rua, perguntei  se sabiam  que entre  índios não há   crianças abandonadas, e como explicavam isso.  Sem demora, um deles respondeu:  
Porque os índios são civilizados. O que faz um menino  abandonado, sem  qualquer  instrução, seja capaz  dessa resposta, enquanto  que a quase  totalidade  dos economista  continua  afirmando  que a dicotomia  de uma rua que começa em Itaipu  e termina  no semáforo   com os pedintes  é mais civilizada do que   a harmonia  de uma tribo indígena?   Afirmando  que a extinção  dos elefantes  será um fato  econômico positivo? “     
           O que não fica bem claro  nas manifestações de ambientalistas, é quem eles querem preservar  ou beneficiar.   

            Não conseguimos entender como separar o homem das questões ambientais, preocupando-se com a extinção de animais, violação do habitat.   
             Isso tudo não faz parte de um conjunto, onde o homem deve interagir?  
          Aqueles que morrem em filas de hospitais, sem atendimento, os que morrem em assaltos não fazem parte do meio.  Para nós o homem deve interagir com o meio ambiente e dele retirar o seu sustento, para que não tenha que abandonar seus filhos.  E por fim, a subalimentação e a fome fazem parte de um sistema complexo constituído por numerosos componentes de ordem social, agrícola, econômica e ecológica.
            A fome ocorre porque a alguns falta o poder aquisitivo para adquirir o que outros têm em excesso: a fome é um problema de distribuição e justiça social, um problema do meio em que vivemos.



quarta-feira, 26 de junho de 2013

Administração reativa e milagre da recuperação

Mais uma vez estamos nos deparando com prejuízos causados por indefinições políticas e de justiça. O escândalo do mensalão tem tudo para ser o maior da história do Brasil envolvendo a compra de votos de parlamentares e poderia não ter vindo à tona se não fosse uma suposta quebra de acordo entre um empresário e um funcionário público. O não cumprimento dos acordos e patifarias no esquema gerou insatisfação de um dos envolvidos que fraudava licitações para os Correios e o levou a armar uma prova contra seus antigos parceiros no desvio de recursos públicos.

Um ano depois de deflagrado o esquema, a denúncia chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), e criou-se a expectativa de que o caso teria fim. Todavia, no STF, os adiamentos se tornariam frequentes e o processo judicial passou a se arrastar. A expectativa é que agora, com o processo já julgado, o esquema que apareceu graças a uma gravação de um empresário envolvido em negociações fraudulentas tenha um desfecho. O fim da novela ficará nas mãos de 11 ministros que deverão apreciar todos os recursos ou embargos como queiram.

Agora na esfera municipal novamente a indefinição começa a demonstrar que o contribuinte é que será penalizado, por atrasos originados envolvendo problemas eleitorais. Se usássemos como exemplo as ciências exatas que não tem meio termo, ao resolver um problema com números relativos diríamos que o atraso imposto aos contribuintes será na casa dos 16 anos, vejamos:

A exemplo usaremos a seguinte expressão: +2 com -2 = 0. Ou se você tem dois e perde dois fica sem nada.
Ora, se experimentamos no passado 8 anos de letargia teríamos: -8 com +8 = 0 e seria como se tivéssemos jogado fora 16 anos com mais 4, passaríamos a somar 20 anos de atrasos.

Os oito anos seriam tempo que poderíamos tentar alguma jogada para recuperar o tempo perdido. Mas devemos lembrar que agora o total é de 16 anos. Se recuamos durante 8 anos, para começar a recuperação teríamos que fazer uma caminhada de oito anos no sentido inverso para a partir daí alcançarmos melhores resultados.

Depois de desperdiçarmos tempo com administrações reativas uma recuperação em 16 anos será só por milagres.

Portanto, cremos que passa o tempo de aprendermos a escolher nossos representantes e governantes para evitarmos este problemas e principalmente buscarmos uma renovação de mentalidade. Basta o sistema de “ Capitanias Hereditárias” onde o donatário dizia que devia ser perseguido, preso e condenado e ainda tratar o povo como escravos dando a comida e um teto sobre a cabeça.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Por muito menos, Jânio renunciou, Jango foi destituído, militares assumem o governo e Collor foi cassado

Brasília  foi inaugurada em  abril 1960  depois de uma avalanche de gastos  sem  controle  com a  construção.  
Na época  caminhões  de cargas de materiais  de construção entravam e saiam dos canteiros de obras  diversas   vezes com a mesma  carga e recebiam valores dobrados. As grandes  construtoras  de hoje nasceram nesta  época.
Com o desperdício de verbas o governo girava a  máquina  e fabricava dinheiro. A inflação   disparou  veio a  sucessão  de JK numa  eleição quem   elegeu a  dupla Jânio e Jango  em 1961.
Apesar  de lastrear  sua  campanha  com uma  vassoura dourada (broche)  e  dizer que varreria para fora do governo  todos os corruptos ao completar sete meses de mandato presidencial, o governo de Jânio Quadros ficou isolado política e socialmente e renunciou. 

Uma vez empossado, Jânio tomou medidas um tanto controvertidas. A proibição do uso de biquínis nas praias foi o maior exemplo desses atos governamentais.

No plano externo, exerceu uma política não alinhada. Apoiou Fidel Castro diante da tentativa fracassada de invasão da Baía dos Porcos pelos norte-americanos. 

Em 18 de agosto de 1961, condecorou o ministro da indústria de Cuba, Ernesto "Che" Guevara, com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais alta comenda brasileira. Além disso, Jânio rompeu com o partido que o elegeu, a UDN, provocando enorme insatisfação. 

Jânio Quadros renunciou em 25 de agosto de 1961 e Quando da renúncia, o Vice-presidente João Goulart estava fora do país, em visita oficial à China, como já citado. O Presidente da Câmara, Ranieri Mazilli, assumiu a presidência como interino, no mesmo dia, 25 de agosto. A UDN e a cúpula das Forças Armadas tentaram impedir a posse de Jango, por estar ele ligado ao movimento trabalhista.  Esta crise  estava apenas  começando e culminou em  31  de março de 1964  com militares  assumindo o poder.


Primeiro presidente civil eleito Fernando Collor: cassação levou sete meses  e tudo começou em 1989, quando o Brasil realizou a primeira eleição direta após três décadas. Durante a campanha eleitoral para a escolha do primeiro presidente eleito pelo voto popular após a ditadura, Collor se apresentou como "caçador de marajás". Em 29 de setembro de 1992, a Câmara dos Deputados aprovou a perda do cargo do ex-presidente, marco do processo que levou à renúncia e perda dos direitos políticos de Collor por oito anos.
Alexandre Petillo | 01/09/2005 00h00Escândalos envolvendo presidentes são mais comuns do que os eleitores gostariam. Nosso primeiro presidente civil eleito por voto direto depois da ditadura militar foi também o primeiro a sofrer um impeachment por corrupção. O caso envolvendo Fernando Collor de Mello estourou em outubro de 1991 e o processo de cassação começou sete meses depois.Em 19 de outubro de 1991, o então presidente da Petrobras, Luís Otávio Motta Veiga, pediu demissão por ter sido pressionado a fazer uma operação danosa à empresa no valor de 60 milhões de dólares - e acusou o empresário Paulo César Farias, o PC, ex-tesoureiro da campanha de Collor e seu amigo íntimo. Em 10 de maio de 1992, a revista Veja publicou um dossiê elaborado por Pedro Collor de Mello, irmão do presidente, sobre o chamado "esquema PC" de corrupção. Nele, afirmava que PC era um testa-de-ferro e que o beneficiário da corrupção era o próprio presidente.

Seguindo essa   linha  de pensamento  temos agora um governo  onde  pressupostamente  a  mulher  deveria  impor   respeito, autoridade e sabedoria,  todavia  a presidnete   Dilma   deixou que a  corrupçao  se alastrasse sob seu comando  devido  ao pecado  maldito da  tal base de sustentaçao.

Na pior semana de seu governo, com uma onda de protestos violentos sacudindo o País, inflação em alta e popularidade em queda, a presidente Dilma Rousseff criou uma espécie de gabinete de crise e rompeu o isolamento do Palácio do Planalto. 

Avessa a negociações e alvo de críticas no Congresso, ela foi obrigada a montar uma agenda de emergência para ouvir as vozes das ruas, conter as insatisfações e abafar o coro do "Volta Lula", que já começa a ser entoado na seara doméstica para pedir o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na eleição de 2014. Desde o escândalo do mensalão, em 2005, o PT não enfrenta desgaste tão grande.

Com muitos nós para desatar, Dilma pretende agora testar um novo estilo de governo para tentar virar o jogo e traçar a rota do projeto de reeleição. Ajustes na política econômica para reagir à esperada redução de dólares no Brasil, com o fim do programa de estímulos nos Estados Unidos, e mudanças no núcleo político do Palácio do Planalto são aguardados para o segundo semestre.

Quando falamos  que   qualquer semelhança com a  crise  de 1961 a  1964, 1989  com Collor  com 2013 é mera coincidência  o fazemos  por que  lá atrás   ocorreu   desvios de verbas  públicas  na construção de Brasília  e o risco de uma inflação em alta e um  governo que aos poucos  foi  perdendo a  credibilidade ao ponto de Jânio  dizer aos  renunciar:   Forças ocultas  me forçaram  a tomar  a  decisão,  mas,  lembremos  que ele   Apoiou Fidel Castro diante da tentativa fracassada de invasão da Baía dos Porcos pelos norte-americanos. Em 18 de agosto de 1961, condecorou o ministro da indústria de Cuba, Ernesto "Che" Guevara, com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais alta comenda brasileira. Além disso, Jânio rompeu com o partido que o elegeu, a UDN, provocando enorme insatisfação.

Hoje o governo cedeu a ganância de Joseph Blatter  e rifou o estado brasileiro  com construções de arenas superfaturadas  para acomodar o Circo  das Copas  deixando perecer a  Saúde, a  Educação, a Segurança  e  outras  prioridades  e de quebra oferece grana para cubanos   modernizarem portos e aeroportos.

Além  de tudo isso  ainda temos os escândalos   do mensalão  e dos ministérios  em casos  que o   governo  foi obrigado a trocar os  ministros a  contra   gosto  dos partidos donos dos ministérios.   
Dilma não  tinha a vassoura de Janio tampouco a espada do General Henrique Teixeira Lott  mas falava em faxina. Assim foi com Turismo, Agricultura, Trabalho, Dnit, Petrobrás, com o  Gabinete da Presidência em São Paulo e outros  casos  nas representações nos estados.

Com  certeza não  é este  procedimento que o povo brasileiro  espera do governo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Fundo de quintal de Blatter e as incoerências na pátria do futebol


Depois  de  impor as  suas  regras para   a  realização do Copa   das Confederações e  do mundo  São Joseph Blatter presidente da FIFA no jogo de inauguração da copa manifestou sua indignação com  o  público presente  no Mané Garrincha  apelidado de Arena Nacional  em Brasília, Quando anunciados Blatter  e Dilma  foram  vaiados durante o discurso de abertura da copa e o público presente esperou o  toque dos hinos nacionais de Brasil e  Japão.
O  suíço, na pose europeia remissiva aos tempos de colonização, tentou  repreender o publico : “Cadê o respeito e o fair play”, em português com sotaque.

Quando este “brilhante senhor”  se reunia com os outros  brilhantes  deputados da  bancada da bola  para  rasgarem a Constituição Federal  visando  declarar  livre o território  para  este   camarada  arrecadar  aqui US$ 10 milhões sem pagar um  centavo de impostos  não   falavam  em respeitar  esta nação.  

O suíço fez um breve discurso, no qual se disse muito feliz e chamou os torcedores de “amigos do futebol”. Quando se referiu a Dilma, o estádio inteiro vaiou, a ponto de Blatter cobrar respeito do público.

Apesar da  falta de  segurança pública, da existência de escolas sucateadas, deficiência no atendimento médicos  nos postos de saúde e hospitais públicos  e falta  de leitos do SUS hoje o Brasil se sente mais  feliz, realizado, sonhos concretizados  e  sem nenhum  tipo de  passeatas, por que   seguimos um modelo um pouco antigo usados nos tempos dos  imperadores romanos : Augusto (27 a.C. - 14 d.C), Tibério (14-37), Calígula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurélio (161-180), Comodus (180-192), traduzindo:

Caso o povo passe  a reclamar,  daremos a  ele o Pão e Circo política esta em prática nos dias de hoje,  basta ver que  quando  estamos  sob ameaça de períodos  de dificuldades  administradores  públicos  autorizam a instalação de parques de diversões  e circos, onde no picadeiro ou arena se contam as piadas mais sem  graça e o público explode em gargalhadas e vão  para suas  casas  felizes por mais uma  temporada, depois  de ouvir  agradecimentos aos  representantes do  poder público  que os receberam  de braços abertos.

Na  história  sobre o império romano  consta  que com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A  escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida.  Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.

Coincidências a parte o “esquema pão e circo”  agora  tem amplitude internacional mesmo que na Espanha  o índice de desemprego esteja na casa  dos 30%,  time de futebol  quebrados, na Itália e México   situações  parecidas com  relação a trabalho. Já no  Brasil os times  são os maiores  devedores da previdência social e  já há  deputados  defendendo perdão das  dívidas.

Em se tratando de modelos qualquer  semelhança é mera   coincidência e  até por que  temos  hoje O Ultimate Fighting Championship (UFC) é a maior organização de artes marciais mistas do mundo,1 que contém os maiores lutadores do esporte e produz eventos ao redor de todo o mundo. Com base nos atualmente nos Estados Unidos, o UFC segue as regras unificadas das artes marciais mistas, tendo, atualmente 8 classes de peso masculinas e 1 feminina.

Outro  circo adaptado do modelo romano as artes marciais mistas (AMM), mais conhecidas pela sigla MMA (do inglês: mixed martial arts) são artes marciais que incluem tanto golpes de combate em pé quanto técnicas de luta no chão. As artes marciais mistas podem ser praticadas como esporte de contato em uma maneira regular ou em um torneio no qual dois concorrentes tentam derrotar um ao outro.
Neste  intervalo de tempo  desde império  romano  até os dias  atuais o povo lota ginásios de esportes ou  arenas e  delira  quando  seres  humanos  se digladiam  como  animais  ferozes, muito  embora alguns  deles   pertençam  ao mesmo  grupo  ou mesma  academia.

Apesar de autoridades nacionais   rasgarem a  constituição, desviarem  verbas  prioritárias da  saúde, da educação, segurança  pública,   setores  poderosos  da mídia  desenvolvem  campanhas  perversas contra  a instituição  familiar e a  ideia que permanece é que para o povo  está  tudo  bem.
O sucateamento da educação  no  Brasil  beira  ao caos e o povo  tem que  conviver com cenas  como  estas  onde hoje se afronta os professores e  amanhã quem serão?

“No dia 12.jun.2013 - O choro da orientadora educacional Antônia Lucimeire Oliveira, 41, na última quinta-feira (6), foi o retrato fiel da indignação dos professores e servidores da rede municipal de Juazeiro do Norte (a 548 km de Fortaleza, no Ceará), que terão seus vencimentos reduzidos em até 40%”.
 
Manchetes  na mídia  no domingo dia 17 de junho  estampavam “Neymar supera jejum e Brasil bate Japão em estreia na Copa das Confederações”.

Para quem  só está  para jogar futebol tem  mais  é que cumprir   com  sua  obrigação,  treinar, treinar, treinar e  jogar  apresentando   sempre  resultados positivos,  afinal  recebe para isso. Poderiam  fazer uma  experiência  com ele   e  colocá-lo  empurrando uma carroça de papelão,  procurando restos de comida  no lixo  para ver  se a Globo e a Band  teriam  espaço  na mídia.  Deveriam  também  pagar  o salário se um deputado de  mês para o gari e o  dele   entregar  para o catador de papel.


Quem é escravo que siga sendo escravo, quem desvia verba pública que siga desviando verba pública.

terça-feira, 4 de junho de 2013

O governo faz cortesia com chapéu alheio e quem paga a conta é o contribuinte



Durante a confusão criada no  nordeste sobre boatos que o Bolsa Família acabaria o governo dizia que era  ação  orquestrada e que mandaria investigar. Dúvidas  surgiram e realmente  resta  alguém do próprio governo  clarear   essas  declarações. Primeiro  quem se beneficiaria em orquestrar alguma confusão  para  chamar  a atenção da mídia? Investigar boatarias  quando temos  coisas mais urgentes e importantes  para a PF, MPF  e PGU ocupar o tempo.

Por conta disso que  tal o governo agilizar  investigações   sobre  fraudes em benefícios  da previdência  social, onde pessoas  que nunca contribuíram recebem até o teto  máximo com  documentação  arranjada um exemplo foi a Operação Laranja Lima deflagrada  em três cidades do Mato Grosso - Alto Paraguai, Cuiabá e Várzea Grande – para combater fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ação foi feita pela Força Tarefa Previdenciária no Estado, formada pela Polícia Federal, Ministério da Previdência Social e Ministério Público Federal. Levantamentos preliminares apontam oito benefícios com indícios de irregularidade, que causaram um prejuízo aos cofres público estimado em R$ 610 mil.

No Paraná O Tribunal de Contas da União constatou irregularidades na aplicação de créditos orçamentários em assentamentos sem-terra no Paraná. A informação resulta da análise da destinação de R$ 19 milhões, que deveriam ter sido aplicados na instalação das famílias nas respectivas propriedades. O trabalho dos técnicos aponta problemas no Celso Furtado e no Ireno Alves dos Santos, em Quedas do Iguaçu e em Rio Bonito do Iguaçu, os dois maiores assentamentos do País.
O problema, segundo a investigação, é que houve a liberação de créditos a pessoas que não atendem aos critérios do programa de reforma agrária. Eles perceberam também que existe falta de controle na compra de materiais de construção e em sua respectiva utilização. O TCU aponta ainda para desvio de dinheiro liberado à construção de casas para abrigar as famílias assentadas e a cobranças indevidas dos beneficiários.
A Polícia Federal vai abrir inquérito policial para apurar irregularidades no programa do Governo Federal ‘Minha Casa, Minha Vida’. As denúncias foram feitas pelo jornal ‘O Globo’ e mostram que ex servidores do Ministério das Cidades fraudaram o programa com um esquema de empresas de fachada para obter contratos. Logo após a denúncia, o governo mandou abrir uma sindicância para apurar os fatos e a Controladoria Geral da União deu início a uma auditoria para investigar se há outro tipo de irregularidade. Temos um  exemplo  dessas  irregularidades bem  próximo  com construções feitas  por pessoas  que não  tem a menor noção de prumo,  nível e  esquadro, além   do que entrega de casa  em período  eleitoral.
Investiga casos de sonegação de impostos e sobre o mercado de precatórios o governo não tem o menor interesse  por que é  ai que o sonegador  se dá  bem sendo procurado para  financiar  campanhas, a título de curiosidade o leitor  pode  cionferir no  link,
O interessante de tudo isso é quando o  governo  sabedor de irregularidades procura  ele  mesmo  desviar a  atenção   das investigações e arruma um fato  novo para  tomar  o tempo  dos órgãos   de fiscalização e investigação.

“Segundo artigo publicado por  Hugo Marques da Revista Veja  suplente da ministra é citado pela policia por envolvimento com grupo que desviava dinheiro público com laranjas e funcionários  fantasmas. A exemplo do  desmoralizado Senado Federal  a ALEP foi infestada por atos secretos  que permitam aos  parlamentares nomear  parentes e compadres para cargos públicos”.

Neste artigo  o  tratamento  dado  é como se fossem  gafanhotos,  e ele  faz  referencia  também ao ex governador  Orlando Pessuti  que recebia da  Assembleia  como  consultor sem trabalhar e sem  concurso  público e igualmente  sua  esposa.

Interessante de tudo isso é que logo  eles  estarão  de volta   como  salvadores da pátria e o povo,  ah!  O povo  vai  votar  neles  novamente.

Quanto a  este  tema  o leitor  pode  ver  mais em artigo publicado no  site  abaixo>

E  aqui  temos a lista  completa dos  sonegadores impostos que bancam  campanhas enquanto o governo  tira  o coro do povo  aumentando tarifas de DETRAN,  cobrando  a mais  nas  contas de energia elétrica.

Aqui  temos a  lista  com os maiores devedores de ICMS  do Paraná. Confiram e vejam que seguidamente eles  são homenageados na  ALEP e  nas  Câmaras  Municipais.

A pouco  tempo atrás  um jornalista Donato Ramos  publicou um comentário preciso  sobre  estas aberrações. Confiram:  
“A vida toda foi assim, não é amigo?Sabemos que não adianta, que é difícil. Mas se alguém não fizer nada, se todos se calarem, no que dará? A maioria das empresas citadas sempre sacrificaram os seus empregados, com salário de miséria. Com isso,ganham mais, acumulam mais riquezas e não pagam os seus Impostos. Povo: não se cale! Se nossos antepassados tivessem se calado, ainda estaríamos com correntes amarradas nos tornozelos”.

O que menos interessa e tampouco  vai entrar  na pauta para apreciação é a reforma política prevê o financiamento das campanhas eleitorais exclusivamente com dinheiro público.

O que o povo  precisa  saber  que não  existe  horário eleitoral gratuito em radio e TV e o próprio povo  paga  isto  pelo acumulo de impostos que é obrigado a  recolher,  com  falta de investimento em saúde, educação, geração de empregos etc..

Quais as chances de mudar  este  quadro? O povo  quer mudanças ou da forma   como está deve continuar, com  a manutenção da escravidão com o Bolsa Família, Auxilio  Reclusão.  Se for  para continuar  que  tal um Bolsa  para auxiliar  vitimas de crimes, de assaltos,   acidentes de trânsito em rodovias  esburacadas?