Recentemente em artigo publicado em jornais da região questionamos algumas situações que decorrem da implantação do SAMU no sudoeste do Paraná sob a administração do Consórcio Intermunicipal da Rede de Urgências do Sudoeste do Paraná – CIRUSPAR.
Na ocasião alertávamos que existe um vícios de origem na elaboração do edital do concurso no quem diz respeito à alocação de recursos humanos por setores ou área como queiram os administradores regionais do SAMU.
A começar por taxas de inscrições muitos interessados em participar do concurso foram alijados do pleito por não terem condições financeiras devido a dificuldades momentâneas isto deixa transparecer que somente quem está empregado e pode pagar essa taxa é que pode ser candidato. Cremos que se trata de um processo injustamente selecionador.
Ao inscrever-se para o concurso pressupostamente o candidato aceita as normas implícitas no edital, todavia, tem pontos que precisam ser melhores esclarecidos sob pena de ensejar a anulação do concurso conforme Edital de Concurso Público n.º 001/2012, por exemplo:
“Os candidatos aprovados no presente Concurso Público, que forem nomeados para os empregos públicos, serão regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT”
Aqui entra uma questão que deve ser analisada até pelo Ministério Público do Trabalho e Ministério Público Estadual, MPE. O exame médico admissional, que na iniciativa privada o custo é da empresa contratante, no setor público costuma-se transferir os custos para o candidato.
Ora, se os candidatos aprovados serão a contratados em regime Consolidação das Leis do Trabalho – CLT” não seria correto o Consórcio Intermunicipal da Rede de Urgências do Sudoeste do Paraná – CIRUSPAR bancar os custo de exames médicos?
Afinal, qual a destinação da arreecadação com as inscriçoes?
Ou quem sabe o SAMU será colocado em funcionamento para gerar lucros?
Neste caso qual é a característica da pessoa jurídica? Pública ou privada? Em ambos os casos os custos de exames não deveriam ser por conta do contratante?
09/04/2012 - 08:09 - Aprovados em concurso têm que pagar até R$ 600 por exames
Gazeta do Povo - 05-04-2012
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1241168&tit=Aprovados-em-concurso-tem-que-pagar-ate-R-600-por-exames
Para que o contrato seja homologado, os futuros agentes de endemias têm que pagar pelo exame admissional, que chega a custar R$ 618,75. O Ministério Público do Trabalho considera a cobrança ilegal
http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_620_600_RC040412_120.JPG
No link acima uma Relação de exames exigidos
sexta-feira, 13 de abril de 2012
SAMU DEMORA PARA SER INSTALADO NO SUDOESTE E AS DÚVIDAS CONTINUAM
segunda-feira, 5 de março de 2012
Copa do Mundo – Como armar o circo usando verbas de um povo massacrado
A presidenta Dilma iniciou seu mandato estabelecendo cortes na ordem de R$ 52 bi no orçamento. Com esses cortes investimentos prioritários (necessários) foram relegados a segundo plano. Desta forma o povo continuará morrendo por falta de assistência médica, os peritos do INSS massacrando os que necessitam de beneficio da previdência, o povo sofrendo com assaltos nas ruas das cidades, haverá corte no bolsa esmola (hoje bengala para preguiçosos e moeda de comprar votos),etc..
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| Corta-se verbas de serviços essenciais para atender interesses particulares |
Só não foi para o segundo plano os investimentos do governo federal para o Circo da Copa do Mundo, até parede que a senhora Dilma andou beijando as mãos sagradas de Joseph Blatter o mafioso da FIFA e de Ricardo Teixeira o todo poderoso da CBF.
Enquanto Teixeira vê o circo sendo montado de acordo com sua vontade, a saúde, educação, segurança pública, as rodovias seguem sofrendo com o sucateamento.
O governo federal suspendeu os concursos públicos necessários para melhorar o atendimento aos serviços essenciais e abre os cofres da viúva para satisfazer Joseph Blatter e Ricardo Teixeira.
Já havíamos criticado esta armação quando o então governador Orlando Pessuti do Paraná ameaçou abrir os cofres do estado para bancar a loucura de gastar dinheiro público em estádio privado, na Arena da Baixada (Atletico).
Ao buscar informações sobre a copa do mundo no Brasil e no caso paranaense a Arena da Baixada como palco ficamos assustados como se conduziam as coisas para viabilizar o estádio do Atlético.Os jornais diziam que o governo não admitia, mas prometia usar fundo especial como ferramenta para viabilizar a obra de conclusão da Arena. Que confusão! Parece ser proposital para ninguém entenda (...) NÃO ADMITE, MAS PROMETE USAR? Será que daria para o governo ser mais claro? E agora como fica o governo Beto Richa? Vai investir na construção de escolas ou vai continuar com a insanidade colocar dinheiro no Atlético.
A patota de Pessuti veio com a balela de uma formula mágica sobre a tal viabilização da Arena para a copa de 2014 que é a utilização do FDE ( Fundo de Desenvolvimento Econômico) do Estado para financiar as obras. A construtora licitada terá direito de tomar empréstimo do governo estadual para realizar a reforma. Pergunta-se: A construtora licitada não será do mesmo grupo que o Estado entregou os pedágios? Não está se repetindo novamente a política do entreguismo do Estado amplamente aplicada pela turma de Lerner? ESTE FUNDO NÃO PODERIA FINANCIAR ÁREAS INDUSTRIAIS NO INTERIOR DO ESTADO? Gerar emprego e renda?
O pior de tudo isto é que a soberania do Brasil e do Paraná vão para as cucuias por que dizem o tal de Ricardo Teixeira (Poderoso Chefão CBF) pressionou o governo estado depois que o banco federal BNDES disse que não financiaria a obra por falta de garantias reais. Quem é RT para pressionar? Por que elegemos um governador? Para ceder a pressões de qualquer um? Deste jeito não precisamos de governo. Esta coisa mais parece uma casa de Mãe Joana!
Quando se fala em fórmula mágica vêm uma história parecida com títulos podres da dívida agrária, os TDAs, que alguns deputados usam pelo interior do país, lembramos aqui o caso das TDAs usadas por Giacobbo na licitação para administração da Rodoviária de Pato Branco, cujos artistas foram salvos de um processo e cassaçao por decurso de prazo. E no caso Paraná, agora o governo coloca á disposição da construtora que vencer a licitação o FDE e cobra juros baixos e longo prazo. Isto é a chamada “cortesia com chapéu alheio”.
Segunda Gazeta do Povo15 ago 2010, (caderno Esportes) A empreiteira escolhida dará o potencial construtivo do Terreno da Arena como garantia. O potencial é uma moeda virtual de compra e venda de direito de construir acima da metragem permitida pelas leis de zoneamento e de uso do solo, ou seja, quem direito de construir mais, mas está impedido por se tratar de imóvel histórico ou área de proteção ambiental, pode vender seu direito a outro, revertendo o dinheiro para restauração, conservação e preservação. Serão R$ 90 milhões de verba pública na Arena.Em outras palavras, gastar velas com defunto ruim.
Alguém está equivocado nesta história toda ou esses governantes junto com Ricardo Teixeira estão pensando em aplicar a teoria de que “dinheiro e trouxa nunca acaba e chapéu de otário é marreta” ou ainda, “jacu escasseia mas não acaba”.
Para ilustrar essa coisa de armar o circo ou forma de manipulação de pessoas reprisamos aqui uma parte da história de partidas da copa da mundo onde o dedo sujo dos organizadores decidem quem deve vencer e quem deve ser agradado a exemplo uma partida mais esperada entre Alemanha e Espanha. De um lado, o país líder e falido da União Européia. Do outro, o furioso vulcão que é a Espanha, cujo povo é vanguardista na exposição das farsas político-econômicas e também exopolíticas. Se há um lugar que realmente está expondo toda a realidade dessa falsa matrix que vivemos, essa é a Espanha, cujo reinado é tão corrupto e manipulador quanto os demais reinados Illuminati espalhados na Europa.
Conferir no site abaixo:
"É aqui que tudo se encaixa, e a derrota da Alemanha para a Espanha se explica. Se observarmos a Copa como ferramenta de manipulação de massas, o que está causando maior exposição dos controladores do mundo? Sim, a Alemanha estava em sérios problemas econômicos e ainda têm de bancar outros países, mas isso é abafado pela mídia mainstream.(pensamento comum) Mas o caso espanhol é diferente.
O rei de lá fica criando seu dinheiro do ar para sustentar o campeonato de futebol mais caro do planeta, dentre outras coisas. É lá também que exposições sobre vida e experiências além planeta Terra são feitas desde a década de 70. O maior expositor dos Bilderbergs também vem daquele país, dentre vários outros exemplos. E essas atitudes do povo espanhol não são totalmente filtradas pela mídia mainstream e pelo governo. Como resultado, o mundo inteiro fica sabendo de uma imensa quantidade de informações que os Illuminati prefeririam manter ocultas, e, internamente, gera enorme descontentamento na população espanhola.
Pensando por essa ótica, fica fácil saber porque a Espanha seria a vencedora dessa edição da copa.
Quando a Fifa negociou com o Brasil a derrota na Copa de 1998, o país perdeu para poder ser sede da Copa de 2014. E a França, vencedora, recebeu o “prêmio de alegrar toda uma nação, extremamente insatisfeita com a vida político-econômica de seu país”, para que os Illuminati sionistas pudessem voltar a trabalhar com um pouco mais de tranqüilidade".
Estamos vendo exatamente a mesma coisa, mais vez. O leitor deve fazer uma leitura atenciosamente no link : http://www.ecocidio.com.br/tag/illuminati/
A ditadura militar morreu e o que fazer com ditadura de partidos?
Historiadores muito têm discutido sobre os tempos da ditadura militar a partir de 31 de março de 1964. Recentemente aconteceu o Lançamento da Revista ADUSP 44, sobre a ditadura militar e Mesa-redonda: “A Ditadura Militar morreu?”
Ao contestarem editorial da Folha de S. Paulo que qualificava o regime militar brasileiro como ditabranda, os professores Comparato e Maria Victoria foram alvo de ofensas do jornal. Ao atacar docentes de grande prestígio acadêmico e reconhecida dedicação à luta democrática, a Folha deu um mau passo que mais tarde tentou desfazer, ao admitir parcialmente seu erro, após manifestação de protesto à sua porta.
O professor Comparato é ativo protagonista desse movimento por justiça e verdade, entre outros motivos por atuar como um dos advogados da família de Luis Eduardo Merlino (jovem jornalista assassinado pelo DOI-CODI em 1971), em processo judicial para que o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra seja declarado torturador.
Acabou a ditadura militar e começou uma mais terrível, a ditadura de partidos.
Para Muammar Al Qathafi ao escrever o Livro Verde, ” Nos nossos dias, os regimes políticos, no seu todo, são o resultado da luta travada por essas máquinas de governar para alcançar o poder, sendo ela uma luta de partidos políticos ou de indivíduos, ela salda-se sempre pelo sucesso de uma máquina e pela derrota do povo, logo pela derrota da verdadeira democracia”.
Nesta ditadura de partidos a tortura não é mais nos porões do DOI-CODI, mas na falta de perspectiva de melhores condições de vida, na tortura pela destruição de sonhos de um povo, nas mortes sem assistência médica, filas dos hospitais, nas filas do INSS para uma pericia, nas filas do SUS, na falta de segurança, de salário digno, de uma aposentadoria decente, de melhores oportunidades de trabalho. A ditadura de partidos leva o povo a uma derrocada onde o funcionalismo não a tem salários condizentes com a função e muitas vezes são massacrados pelos dito cargos comissionados (na grande maioria pessoas sem nenhum preparo). Pelas obras e serviços feitos por empresas de amigos e muitos superfaturados
Neste tipo de ditadura o campo para corrupção é vasto, por que as assembléias excluem as massas do poder e ao usurparem a soberania popular em seu proveito, tornam-se numa barreira legal entre o povo e o poder. Desta forma, de vez em quando se alternam os comandos das casas e entra em funcionamento um novo tipo de ditador parlamentar.
Esquecem estes ditadores filhotes da disputa partidária que na época dos militares, da tal ditadura é que tivemos a reestruturação dos portos de Rio Grande, Paranaguá, Itajai, São Francisco, Santos e Vitoria, construção da grandes usinas hidrelétrica, grandes rodovias, a Rede Ferroviária Federal AS (RFFSA), funcionava a plena capacidade para transporte de cargas e passageiros. Esquecem que a Previdência Social tinha sobra de caixa e o governo investia no mercado financeiro. Hoje dizem que a previdência social está quebrada.
Um setor hoje sucateado, o transporte rodoviário de cargas, no tempo dos militares, apesar do investimento equivocado no transporte mais caro do mundo, devido ao custo de manutenção com derivados de petróleo, a malha rodoviária tinha um período de vida útil maior, considerando que as balanças para coibir excesso de peso funcionavam em pontos estratégicos, a manutenção era controlada e não havia superfaturamentos em obras.
Hoje cerca de 20% da produção se perde nas rodovias por falta de manutenção, pistas esburacadas, custo de manutenção da frota rodante é alto,custo de combustíveis, custo de fretes e a vida útil da frota também deixa a desejar, visto que são inúmeros os veículos com mais de 10 anos em circulação. Esta situação causa certa apreensão por que com os atuais mandatários não se vislumbra melhoras num curto espaço de tempo.
Hoje a Previdência Social foi depredada pelo mandantes de plantão e alegam que uma correção de benefícios acima de R$ 545,00 quebra o sistema.
Hoje a Previdência Social está quebrada mas alguns partidos brigam para assumir esta pasta. Para refrescar a memória do leitor, nos últimos 30 anos esta pasta esta nas mãos de um partido que dizem ser o maior. A FUNASA, SUDAM, Teles, Furnas, Eletrosul, e outras estatais que hoje estão envolvidas em apagões, são ou já foram comandadas por gente do maior partido. Um partido criado em 1968 e que tem sua origem na ditadura junto com a Arena de Tancredo, Maluff e o próprio remanescente José Sarney que hoje fala em consulta (plebiscito) de desarmamento, coisas que só uma ditadura do proletariado pode criar.
Resta-nos tão somente perguntar: quais são as grandes obras feitas por essa gente depois das diretas já?
O que sabemos é sucatearam o material rodante da RFFSA e a malha ferroviária que sempre foi o transporte mais barato e mesmo privilegiando o transporte rodoviário por determinado período abandonaram as rodovias, venderam estatais e até o que foi arrecadado nos anos 60 na campanha “OURO PARA O BRASIL”, desapareceu.
Lembramos que um homem tinha na ponta a lingua o jargão " a Petrobrás é nossa", esse homem era o pai do ilustre FHC que bem mais tarde quando presidente queria vender todo o patrimônio de estatais numa campanha neo liberal onde diziam o estado não pode ser patrão. Essa gente ainda tem essa mentalidade e hoje a orientaçao é que corram atrás de sindicalistas para filiá-los ao PSDB para mais tarde usá-los contra o povo e suprimir direitos de trabalhadores.
Lembramos que um homem tinha na ponta a lingua o jargão " a Petrobrás é nossa", esse homem era o pai do ilustre FHC que bem mais tarde quando presidente queria vender todo o patrimônio de estatais numa campanha neo liberal onde diziam o estado não pode ser patrão. Essa gente ainda tem essa mentalidade e hoje a orientaçao é que corram atrás de sindicalistas para filiá-los ao PSDB para mais tarde usá-los contra o povo e suprimir direitos de trabalhadores.
Enfim para que de fato ocorra esta representação parlamentar que é uma impostura, os pretendentes tem a certeza de que é possível manipular e comprar os votos quando os mais pobres não podem estar no coração da lutas eleitorais; são sempre (e só) os ricos que ganham as eleições. As ditaduras mais tirânicas que o mundo tem conhecido foram estabelecidas à sombra de assembléias parlamentares.
Devemos prestar atenção no que diz Walter Kraft “A ditadura foi mais transparente”
O Chefe do arquivo da Assembléia reconhece que é deliberada a intenção de esconder os diários
16/03/2010 | 00:02 | Karlos Kohlbach, Katia Brembatti, James Alberti e Gabriel Tabatcheik
Na parede da sala do setor de arquivo da Assembléia Legislativa do Paraná está afixado um aviso informando aos visitantes que somente com autorização do diretor-geral, Abib Miguel, é possível consultar os diários oficiais da Casa. O motivo para o excesso de zelo quem explica é o chefe de expediente e arquivo da Assembléia, Walter Kraft. Sem saber que estava sendo gravado, ele revelou a metodologia adotada pela direção do Legislativo para evitar que a imprensa e a sociedade cheguem até os documentos.
“Se a imprensa for à biblioteca, pode ter acesso a algumas coisas. Então pode ser que esconderam [parte dos diários] com a desculpa de que ia encadernar (sic)”, disse Kraft. Ele ainda reconhece ironicamente a obscuridade da Assembléia. “Eu acho que a ditadura foi mais transparente.” Desde 2008, a encadernação dos diários é justificativa para a direção da Casa não apresentá-los à imprensa. Ao circular pelas dependências da Assembléia, a reportagem observou que nem mesmo o setor de arquivo da Casa armazena todos os diários publicados. Faltam algumas edições numeradas e muitas avulsas.
domingo, 4 de março de 2012
Custo do legislativo e a produção do inútil no Brasil é muito alto
Passamos o ano de 2011 com uma sequência de homenagens e títulos mais títulos que servem para transbordar o ego de quem propôs e nem sempre de quem recebe, isto quando a homenagem não é post morten.
Na maioria das vezes o requerente pensa em tirar proveito da ocasião e quem sabe conseguir favores futuramente ou quem sabe até uns poucos votos.
Importante lembrar é que o legislativo no Brasil, tanto faz na câmara federal, assembleia ou câmaras municipais tem um peso muito grande (custo muito) para o contribuinte e com uma produção de amenidades e altamente absurda.
No caso do Paraná os deputados produziram uma série de projetos de leis e dentre eles dois foram vetados e em consequência trancou a pauta de votações, isto quer dizer que enquanto o governo não derrubasse os vetos a assembleia não poderia votar mais nada.
Erro de deputados põe em risco 96 leis do Pr
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1199368&tit=Erro-de-deputados-poe-em-risco-96-leis-do-PR
Projetos como o tarifaço do Detran foram aprovados sem que a Assembleia votasse dois vetos do governador, descumprindo a Constituição.
Noventa e seis projetos de lei aprovados na Assembleia Legislativa nos últimos dois meses podem ser contestados na Justiça – tendo que passar novamente pelo crivo dos deputados estaduais. O reajuste de até 271% das taxas do Detran, por exemplo, é um dos casos que o Poder Judiciário poderá declarar sem validade. Outro exemplo é a Lei da Ficha Limpa, que impede que cargos e funções do governo do estado sejam ocupados por pessoas condenadas por órgão colegiado.
As propostas, já transformadas em lei, foram aprovadas em desacordo com a Constituição do Paraná. A inconstitucionalidade, citada por advogados ouvidos pela Gazeta do Povo, foi percebida na semana passada, depois que o deputado Tadeu Veneri (PT) a usou como argumento para impedir a votação de um projeto de lei de interesse do governador Beto Richa (PSDB).
O projeto em questão é o que autoriza o governo a repassar a organizações sociais (OSs) serviços de responsabilidade do Estado – o qual deve ser votado hoje, depois da apreciação dos vetos.
Veneri citou o artigo 71 da Constituição do Paraná, que diz que nenhuma proposta de lei pode ser aprovada se houver vetos a serem apreciados pelos deputados. O deputado petista encontrou dois vetos que, por lei, deveriam trancar a pauta de votação. Um de 22 de agosto de 2011 e o outro de 24 de outubro. Como a lei diz que os parlamentares têm até 30 dias após o recebimento do veto para votá-lo – sob pena de trancar a pauta –, todo o projeto aprovado a partir de 22 de setembro pode ser declarado inconstitucional.
Por lei, qualquer cidadão pode ingressar na Justiça pedindo a nulidade dos projetos de lei. “Estou estudando a possibilidade de pedir na Justiça a nulidade do projeto do tarifaço do Detran.
Como as novas tarifas só começam a valer em fevereiro, não teria nenhuma perda”, afirmou Veneri.
O leitor pode conferir no link abaixo a produção de nossos brilhantes deputados, que inundaram as sessões da assembleia com um amontoado de projetos que sequer passaram pelo crivo mais simples e eram invenções que contrarias à constituição.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1115981
Com um índice de 43,2% de reprovação de projetos na CCJ, o nível das propostas que chegam a plenário é, no mínimo, questionável. De 81 votações realizadas desde 15 de março, 50 – ou seja, 61,7% – diziam respeito a declarações de utilidade pública e criação de novas datas comemorativas no estado. As únicas matérias relevantes votadas até agora foram de autoria da Mesa Executiva e tratavam exclusivamente de mudanças internas na Assembleia.
Nesta legislatura, isso tem sido comum entre as propostas que passam pela CCJ – 228 já chegaram à comissão desde fevereiro. Em cinco reuniões realizadas até agora, a CCJ conclui a análise de 81 projetos. Desses, 44 foram aprovados, enquanto 35 receberam parecer contrários por serem considerados inconstitucionais.
No plano municipal aproveitamos a oportunidade para dar uma sugestão de pessoas para serem homenageadas com nomes de ruas, moções de aplausos, títulos de cidadãos honorários por conta das contribuições por elas prestadas durante longo tempo.
Dr. Erasmo Dangui, Anisio, Dr. Jose Maria, ambos médicos, Marcelino Dalla Costa, empresário, cuja família muito contribui para geração de empregos na região, Lidia Sudatti, genitora de um dos maiores empresários da região,Emilio Argenta, empresário que ao longo do tempo empregou milhares de pessoas, Achiles Andreata , conhecico como Dr. Arno, farmacêutico de grande prestigio,Danilo Bordignon, professor dedicou a vida a educação, Lurdes Estefanello Lago incansável batalhadora pelas coisas da educação, Zenaide Vivan, foi diretora do D. Carlos professora que dedicou a vida toda a serviço da educação, Dr. Joaquim Camargo, respeitado operador do direito, Aneto Jose Galli, funcionário público dedicado, Herculano Reis, dedicou boa parte de sua vida documentando e/ou fotografando a historia do município,Zeca Santos, escritor e profundo conhecedor da historia do município, Santina Carraro, matriarca de uma família de empresários, Altevir Tesserolli, tratorista a mais de 30 anos,
Temos outras personalidades para serem homenageadas, como Chico Souza, Nelson Souza, Luiz Vargas Dorneles, Ana Scopel, Nelson Gaio, Hofmann, Banacke e mais outros professores que batalharam pelas coisas da educação entre tantos outros.
Pedimos perdão se na oportunidade cometemos falhas ou esquecemos algum nome, entretanto fazemos uma critica construtiva no sentido de que ao propor homenagem a uma pessoa que se busque dentre a comunidade nomes que de certa foram deram uma contribuição ao município e não se façam dedicatórias demagógicas com gente que nunca passou por aqui ou tampouco leu alguma coisa esta cidade.
Uma sugestão vem a calhar, para que ao se propor trocar um nome de rua que o proponente antes faça uma visita a Cartório de Registros de Imóveis para verificar se isto não trará custos aos proprietários localizados na via e ainda junto a agentes financeiros quando a pessoa deve apresentar comprovante de residência atualizado e também junto aos correios pela confusão na entrega de correspondência.
Aqui o problema é mais sério, os carteiros antigos estão se aposentando e os novos não conhecem nomes que foram trocados e precisariam trabalhar com dois mapas da cidade, um novo e o antigo.
Na maioria das vezes o requerente pensa em tirar proveito da ocasião e quem sabe conseguir favores futuramente ou quem sabe até uns poucos votos.
Importante lembrar é que o legislativo no Brasil, tanto faz na câmara federal, assembleia ou câmaras municipais tem um peso muito grande (custo muito) para o contribuinte e com uma produção de amenidades e altamente absurda.
No caso do Paraná os deputados produziram uma série de projetos de leis e dentre eles dois foram vetados e em consequência trancou a pauta de votações, isto quer dizer que enquanto o governo não derrubasse os vetos a assembleia não poderia votar mais nada.
Erro de deputados põe em risco 96 leis do Pr
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1199368&tit=Erro-de-deputados-poe-em-risco-96-leis-do-PR
Projetos como o tarifaço do Detran foram aprovados sem que a Assembleia votasse dois vetos do governador, descumprindo a Constituição.
Noventa e seis projetos de lei aprovados na Assembleia Legislativa nos últimos dois meses podem ser contestados na Justiça – tendo que passar novamente pelo crivo dos deputados estaduais. O reajuste de até 271% das taxas do Detran, por exemplo, é um dos casos que o Poder Judiciário poderá declarar sem validade. Outro exemplo é a Lei da Ficha Limpa, que impede que cargos e funções do governo do estado sejam ocupados por pessoas condenadas por órgão colegiado.
As propostas, já transformadas em lei, foram aprovadas em desacordo com a Constituição do Paraná. A inconstitucionalidade, citada por advogados ouvidos pela Gazeta do Povo, foi percebida na semana passada, depois que o deputado Tadeu Veneri (PT) a usou como argumento para impedir a votação de um projeto de lei de interesse do governador Beto Richa (PSDB).
O projeto em questão é o que autoriza o governo a repassar a organizações sociais (OSs) serviços de responsabilidade do Estado – o qual deve ser votado hoje, depois da apreciação dos vetos.
Veneri citou o artigo 71 da Constituição do Paraná, que diz que nenhuma proposta de lei pode ser aprovada se houver vetos a serem apreciados pelos deputados. O deputado petista encontrou dois vetos que, por lei, deveriam trancar a pauta de votação. Um de 22 de agosto de 2011 e o outro de 24 de outubro. Como a lei diz que os parlamentares têm até 30 dias após o recebimento do veto para votá-lo – sob pena de trancar a pauta –, todo o projeto aprovado a partir de 22 de setembro pode ser declarado inconstitucional.
Por lei, qualquer cidadão pode ingressar na Justiça pedindo a nulidade dos projetos de lei. “Estou estudando a possibilidade de pedir na Justiça a nulidade do projeto do tarifaço do Detran.
Como as novas tarifas só começam a valer em fevereiro, não teria nenhuma perda”, afirmou Veneri.
O leitor pode conferir no link abaixo a produção de nossos brilhantes deputados, que inundaram as sessões da assembleia com um amontoado de projetos que sequer passaram pelo crivo mais simples e eram invenções que contrarias à constituição.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1115981
Com um índice de 43,2% de reprovação de projetos na CCJ, o nível das propostas que chegam a plenário é, no mínimo, questionável. De 81 votações realizadas desde 15 de março, 50 – ou seja, 61,7% – diziam respeito a declarações de utilidade pública e criação de novas datas comemorativas no estado. As únicas matérias relevantes votadas até agora foram de autoria da Mesa Executiva e tratavam exclusivamente de mudanças internas na Assembleia.
Nesta legislatura, isso tem sido comum entre as propostas que passam pela CCJ – 228 já chegaram à comissão desde fevereiro. Em cinco reuniões realizadas até agora, a CCJ conclui a análise de 81 projetos. Desses, 44 foram aprovados, enquanto 35 receberam parecer contrários por serem considerados inconstitucionais.
No plano municipal aproveitamos a oportunidade para dar uma sugestão de pessoas para serem homenageadas com nomes de ruas, moções de aplausos, títulos de cidadãos honorários por conta das contribuições por elas prestadas durante longo tempo.
Dr. Erasmo Dangui, Anisio, Dr. Jose Maria, ambos médicos, Marcelino Dalla Costa, empresário, cuja família muito contribui para geração de empregos na região, Lidia Sudatti, genitora de um dos maiores empresários da região,Emilio Argenta, empresário que ao longo do tempo empregou milhares de pessoas, Achiles Andreata , conhecico como Dr. Arno, farmacêutico de grande prestigio,Danilo Bordignon, professor dedicou a vida a educação, Lurdes Estefanello Lago incansável batalhadora pelas coisas da educação, Zenaide Vivan, foi diretora do D. Carlos professora que dedicou a vida toda a serviço da educação, Dr. Joaquim Camargo, respeitado operador do direito, Aneto Jose Galli, funcionário público dedicado, Herculano Reis, dedicou boa parte de sua vida documentando e/ou fotografando a historia do município,Zeca Santos, escritor e profundo conhecedor da historia do município, Santina Carraro, matriarca de uma família de empresários, Altevir Tesserolli, tratorista a mais de 30 anos,
Temos outras personalidades para serem homenageadas, como Chico Souza, Nelson Souza, Luiz Vargas Dorneles, Ana Scopel, Nelson Gaio, Hofmann, Banacke e mais outros professores que batalharam pelas coisas da educação entre tantos outros.
Pedimos perdão se na oportunidade cometemos falhas ou esquecemos algum nome, entretanto fazemos uma critica construtiva no sentido de que ao propor homenagem a uma pessoa que se busque dentre a comunidade nomes que de certa foram deram uma contribuição ao município e não se façam dedicatórias demagógicas com gente que nunca passou por aqui ou tampouco leu alguma coisa esta cidade.
Uma sugestão vem a calhar, para que ao se propor trocar um nome de rua que o proponente antes faça uma visita a Cartório de Registros de Imóveis para verificar se isto não trará custos aos proprietários localizados na via e ainda junto a agentes financeiros quando a pessoa deve apresentar comprovante de residência atualizado e também junto aos correios pela confusão na entrega de correspondência.
Aqui o problema é mais sério, os carteiros antigos estão se aposentando e os novos não conhecem nomes que foram trocados e precisariam trabalhar com dois mapas da cidade, um novo e o antigo.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Greves acuam o Estado e põem em xeque o papel das polícias? Prof. Dr. Luiz Manoel da Silva
Até que ponto o título acima pode ser verdade? Seriam os policiais que cometem exageros e transgridem a legislação? Do ponto de vista legal não seria a inoperância, prepotência e arrogância dos governos que levam ao surgimento de conflitos?
Mas se o estado não soluciona a crise, deveria ao menos nos proteger e ter uma ação mais social, todavia, isso é esquecer que o Estado sempre foi o pior dos patrões.
O governo é o primeiro a desrespeitar a lei ignorando o principio constitucional que trata da isonomia. O que significa isonomia para o governo Beto Richa? Para ele isonomia quer dizer dar regalias aos amigos e ignorar funcionários de carreira?
No passado tivemos outro governador do PSDB o então senador Álvaro Dias que mandava a PM bater em professores que reclamavam melhores salários.
O povo e o funcionalismo ainda não aprenderam como evitar essas coisas e para pressionar funcionários o governo aplica estatutos apodrecidos de velhos e no caso da PM o RDE empregado para disciplinar militares do exército, mais velho que o próprio governador além de ser cópia de um modelo francês hoje não mais praticado por lá.
Por que até agora o governo não resolveu o problema de salários de professores que o secretário de educação dizia estar em estudo o piso nacional de R$ 1.187,00 para 40 horas aulas para ser aprovado e aplicado, equivalente a menos de R$ 7,00 a hora.
Isto mesmo, um professor recebe menos que um servente de pedreiro em uma construção, não que desmereçamos o servente, mas deixamos aqui esse detalhe para que o leitor comece a entender que podemos cobrar resultados de professores e funcionários desde que os mesmos sejam valorizados e respeitados.
A manchete do título acima foi estampada na Gazeta do Povo no domingo 12 de fevereiro de 2012 e o comentário aborda uma série de dificuldades por que passa a segurança pública em todos os estados da federação.
Lastimável é a situação da segurança pública no Brasil e de modo geral onde a administração foi entregue a espertalhões ou brincalhões e amadores que não respeitam a legislação, não respeitam os profissionais e os tratam como simples lacaios sob ameaças de punições, como processos administrativos, inquéritos, sindicâncias e exclusões.
Esses amadores passam por sobre a lei que diz que ninguém pode ser condenado sem que seja julgado e impõe punições prisões nunca vistas nem mesmo no período da ditadura militar.
Quando dizem que a possibilidade de alastramento pelo país das greves de policiais, hoje à exemplo da Bahia e do Rio de Janeiro, expõe uma crise ins¬titucio¬¬nal na segurança pública brasileira. Mais profunda que a questão salarial, há um dilema sobre o pa¬¬pel da autoridade policial no Estado.
A questão não é tão somente de uma crise institucional lastreada no bojo da salários, mas essa crise na realidade tem origem numa sequência de erros cometidos por secretários e comandante de PMs que lá foram colocados para dizer amém aos governantes de plantões em palácios governamentais.
Quando o descontentamento se acirra o governo alardeia que tem uma proposta para reajuste de salários ou tenta jogar a população contra os manifestantes dizendo que ofereceu reposição dentro do limite imposto pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e que a classe profissional não acena com a possibilidade de acordo.
Interessante é que a proposta de acordo é divulgada para o opinião pública como se fosse efetiva e concreta mas o governo nunca cumpre, porém, agora já pode jogar os manifestantes contra a população.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1222719
Gazeta do Povo no domingo 12 de fevereiro de 2012
“Criadas para proteger os governos e a propriedade, instituições policiais hoje são cobradas para defender o cidadão. Mas não recebem recursos compatíveis com essa missão.
Brasília - A possibilidade de alastramento pelo país das greves de policiais, hoje restritas à Bahia e ao Rio de Janeiro, expõe uma crise instituciotnal na segurança pública brasileira. Mais profundo que a questão salarial, há um dilema sobre o pa¬¬pel da autoridade policial no Estado.
Concebidas como instrumentos de repressão, as polícias Civil e Militar têm sido cada vez mais cobradas para exercer um papel de agentes de cidadania – mas não recebem contrapartidas à altura dessa demanda. Ao mesmo tempo, o poder público (especialmente os estados) não tem condições orçamentárias para atender plenamente às reivindicações nem a projetos de curto prazo para amenizar a insatisfação, o que aumenta a tensão entre os dois lados”.
Sempre que isto ocorre percebe-se que o governo tem um tratamento diferenciado para comissionados e efetivos concursados. No caso do Paraná uma aberração foi cometida pelo governo e o secretário estadual da Casa Civil, Durval Amaral, explicou que o impacto do aumento salarial dos comissionados sobre o caixa esta¬dual será “mínimo”.
Ele disse ainda que os porcentuais elevados do reajuste se referem à reposição da inflação nos últimos anos.
É a recomposição pura e simples do IPCA”, disse Durval, em referência ao índice de inflação oficial calculado pelo IBGE. Segundo o secretário, entre 1998 e 2011, o IPCA acumulado foi de 134,68%. “Nesse período, o Poder Executivo fez apenas duas recomposições aos comissionados.
Tomamos esse índice, deduzimos o que foi dado anteriormente e concedemos agora a recomposição”, explicou.
Ele disse que, por se tratar apenas de reposição inflacionária, o governo optou por baixar um decreto.
Uma reposição justa e adequada para funcionários esbarra na má vontade política que procura de todas as formas justificar o tratamento desigual entre comissionados e pessoal do concursado.
Para comissionados o governo dá até 134% e a reposição é desde os tempos que o governo era o senhor Jaime Lerner. Interessante é que o governo Richa começou em janeiro de 2011 e os comissionados dele tem direito a reposições que partem do governo Lerner, passando por dois mandatos de Requião.
O que esses amigos do rei faziam neste período para merecer tamanha honraria?
Cargos de indicação política do PR ganham aumento de até 128%
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1181690
Mas se o estado não soluciona a crise, deveria ao menos nos proteger e ter uma ação mais social, todavia, isso é esquecer que o Estado sempre foi o pior dos patrões.
O governo é o primeiro a desrespeitar a lei ignorando o principio constitucional que trata da isonomia. O que significa isonomia para o governo Beto Richa? Para ele isonomia quer dizer dar regalias aos amigos e ignorar funcionários de carreira?
No passado tivemos outro governador do PSDB o então senador Álvaro Dias que mandava a PM bater em professores que reclamavam melhores salários.
O povo e o funcionalismo ainda não aprenderam como evitar essas coisas e para pressionar funcionários o governo aplica estatutos apodrecidos de velhos e no caso da PM o RDE empregado para disciplinar militares do exército, mais velho que o próprio governador além de ser cópia de um modelo francês hoje não mais praticado por lá.
Por que até agora o governo não resolveu o problema de salários de professores que o secretário de educação dizia estar em estudo o piso nacional de R$ 1.187,00 para 40 horas aulas para ser aprovado e aplicado, equivalente a menos de R$ 7,00 a hora.
Isto mesmo, um professor recebe menos que um servente de pedreiro em uma construção, não que desmereçamos o servente, mas deixamos aqui esse detalhe para que o leitor comece a entender que podemos cobrar resultados de professores e funcionários desde que os mesmos sejam valorizados e respeitados.
A manchete do título acima foi estampada na Gazeta do Povo no domingo 12 de fevereiro de 2012 e o comentário aborda uma série de dificuldades por que passa a segurança pública em todos os estados da federação.
Lastimável é a situação da segurança pública no Brasil e de modo geral onde a administração foi entregue a espertalhões ou brincalhões e amadores que não respeitam a legislação, não respeitam os profissionais e os tratam como simples lacaios sob ameaças de punições, como processos administrativos, inquéritos, sindicâncias e exclusões.
Esses amadores passam por sobre a lei que diz que ninguém pode ser condenado sem que seja julgado e impõe punições prisões nunca vistas nem mesmo no período da ditadura militar.
Quando dizem que a possibilidade de alastramento pelo país das greves de policiais, hoje à exemplo da Bahia e do Rio de Janeiro, expõe uma crise ins¬titucio¬¬nal na segurança pública brasileira. Mais profunda que a questão salarial, há um dilema sobre o pa¬¬pel da autoridade policial no Estado.
A questão não é tão somente de uma crise institucional lastreada no bojo da salários, mas essa crise na realidade tem origem numa sequência de erros cometidos por secretários e comandante de PMs que lá foram colocados para dizer amém aos governantes de plantões em palácios governamentais.
Quando o descontentamento se acirra o governo alardeia que tem uma proposta para reajuste de salários ou tenta jogar a população contra os manifestantes dizendo que ofereceu reposição dentro do limite imposto pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e que a classe profissional não acena com a possibilidade de acordo.
Interessante é que a proposta de acordo é divulgada para o opinião pública como se fosse efetiva e concreta mas o governo nunca cumpre, porém, agora já pode jogar os manifestantes contra a população.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1222719
Gazeta do Povo no domingo 12 de fevereiro de 2012
“Criadas para proteger os governos e a propriedade, instituições policiais hoje são cobradas para defender o cidadão. Mas não recebem recursos compatíveis com essa missão.
Brasília - A possibilidade de alastramento pelo país das greves de policiais, hoje restritas à Bahia e ao Rio de Janeiro, expõe uma crise instituciotnal na segurança pública brasileira. Mais profundo que a questão salarial, há um dilema sobre o pa¬¬pel da autoridade policial no Estado.
Concebidas como instrumentos de repressão, as polícias Civil e Militar têm sido cada vez mais cobradas para exercer um papel de agentes de cidadania – mas não recebem contrapartidas à altura dessa demanda. Ao mesmo tempo, o poder público (especialmente os estados) não tem condições orçamentárias para atender plenamente às reivindicações nem a projetos de curto prazo para amenizar a insatisfação, o que aumenta a tensão entre os dois lados”.
Sempre que isto ocorre percebe-se que o governo tem um tratamento diferenciado para comissionados e efetivos concursados. No caso do Paraná uma aberração foi cometida pelo governo e o secretário estadual da Casa Civil, Durval Amaral, explicou que o impacto do aumento salarial dos comissionados sobre o caixa esta¬dual será “mínimo”.
Ele disse ainda que os porcentuais elevados do reajuste se referem à reposição da inflação nos últimos anos.
É a recomposição pura e simples do IPCA”, disse Durval, em referência ao índice de inflação oficial calculado pelo IBGE. Segundo o secretário, entre 1998 e 2011, o IPCA acumulado foi de 134,68%. “Nesse período, o Poder Executivo fez apenas duas recomposições aos comissionados.
Tomamos esse índice, deduzimos o que foi dado anteriormente e concedemos agora a recomposição”, explicou.
Ele disse que, por se tratar apenas de reposição inflacionária, o governo optou por baixar um decreto.
Uma reposição justa e adequada para funcionários esbarra na má vontade política que procura de todas as formas justificar o tratamento desigual entre comissionados e pessoal do concursado.
Para comissionados o governo dá até 134% e a reposição é desde os tempos que o governo era o senhor Jaime Lerner. Interessante é que o governo Richa começou em janeiro de 2011 e os comissionados dele tem direito a reposições que partem do governo Lerner, passando por dois mandatos de Requião.
O que esses amigos do rei faziam neste período para merecer tamanha honraria?
Cargos de indicação política do PR ganham aumento de até 128%
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1181690
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Uma distorção de função o procurador nao quer procurar
Segunda-feira, Fevereiro 27, 2012
O procurador não quer procurar - REVISTA VEJA
As autoridades se esforçam para continuar escondendo o conteúdo dos
depoimentos da advogada que a máfia infiltrou no governo.
Há duas semanas, VEJA revelou que os ministros Gilberto Carvalho,
secretário-geral da Presidência da República, e Dias Toffoli, do
Supremo Tribunal Federal, agiram em sintonia com a máfia que desviou
mais de 1 bilhão de reais dos cofres públicos.
Em depoimentos prestados ao Ministério Público e à Polícia Federal, a advogada Christiane Araújo de Oliveira contou que, durante anos, manteve
relações estreitas com ambos e usou essa intimidade para conseguir
levar à frente ações de interesse da quadrilha para a qual trabalhava.
Apesar da gravidade das acusações, registradas há mais de um ano em um
arquivo de vídeo e outro de áudio, na ocasião nenhum procedimento de
investigação formal foi aberto para apurar a denúncia.
Pior que isso: uma parte do material - o áudio original no qual a advogada narra aos policiais os detalhes de seus encontros com as autoridades do governo e as atividades paralelas derivadas desses encontros - pode ter sido propositalmente escondida para evitar constrangimentos ao governo.
No áudio até agora desaparecido, Christiane conta detalhes, muitos
deles sórdidos, a respeito do período em que conseguiu se infiltrar no
governo a pedido da máfia. Entre muitas histórias impressionantes, a
advogada confirma que, em 2009, entregou ao então advogado-geral da
União, Dias Toffoli, material gravado clandestinamente que incriminava
opositores do governo - versão confirmada em depoimento prestado
recentemente à Policia Federal por Durval Barbosa, o chefe da
quadrilha, que fez um acordo de delação premiada com a Justiça.
Dias Toffoli nega que tenha recebido qualquer documento das mãos da
advogada. Em conversas com colegas do STF, o ministro relatou que está
sendo vítima de calúnia e que teria recebido do procurador-geral da
República Roberto Gurgel a garantia de que não há nada nos depoimentos
que o comprometa.
Não é um comportamento apropriado para quem deveria zelar pelo interesse público: melhor seria se o procurador se empenhasse em descobrir por que as revelações da advogada ficaram escondidas por tanto tempo.
Na semana passada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou
a afirmar que "a suposta gravação informal (áudio) não consta de
nenhum procedimento instaurado pela PF". O ministro não esclarece
coisa alguma.
O áudio desaparecido tem seis horas de conversas e existem algumas cópias dele guardadas, inclusive com pessoas da própria polícia. O ministério daria uma boa contribuição à Justiça se ajudasse a esclarecer por que o depoimento da advogada foi - e permanece - escondido na Diretoria de Inteligência da Polícia Federal.
Mas, ao que parece, não é esse o objetivo. Na mesma nota, o ministro
negou que tivesse recebido e visto o vídeo no qual a advogada explica
suas relações com Gilberto Carvalho.
Cardozo, inclusive, chegou a relatar o conteúdo do material a um assessor da presidente Dilma Rousseff, segundo fontes do Palácio do Planalto. Estranho o comportamento do procurador-geral da República. Estranho o
comportamento do ministro da Justiça.
O procurador não quer procurar - REVISTA VEJA
As autoridades se esforçam para continuar escondendo o conteúdo dos
depoimentos da advogada que a máfia infiltrou no governo.
Há duas semanas, VEJA revelou que os ministros Gilberto Carvalho,
secretário-geral da Presidência da República, e Dias Toffoli, do
Supremo Tribunal Federal, agiram em sintonia com a máfia que desviou
mais de 1 bilhão de reais dos cofres públicos.
Em depoimentos prestados ao Ministério Público e à Polícia Federal, a advogada Christiane Araújo de Oliveira contou que, durante anos, manteve
relações estreitas com ambos e usou essa intimidade para conseguir
levar à frente ações de interesse da quadrilha para a qual trabalhava.
Apesar da gravidade das acusações, registradas há mais de um ano em um
arquivo de vídeo e outro de áudio, na ocasião nenhum procedimento de
investigação formal foi aberto para apurar a denúncia.
Pior que isso: uma parte do material - o áudio original no qual a advogada narra aos policiais os detalhes de seus encontros com as autoridades do governo e as atividades paralelas derivadas desses encontros - pode ter sido propositalmente escondida para evitar constrangimentos ao governo.
No áudio até agora desaparecido, Christiane conta detalhes, muitos
deles sórdidos, a respeito do período em que conseguiu se infiltrar no
governo a pedido da máfia. Entre muitas histórias impressionantes, a
advogada confirma que, em 2009, entregou ao então advogado-geral da
União, Dias Toffoli, material gravado clandestinamente que incriminava
opositores do governo - versão confirmada em depoimento prestado
recentemente à Policia Federal por Durval Barbosa, o chefe da
quadrilha, que fez um acordo de delação premiada com a Justiça.
Dias Toffoli nega que tenha recebido qualquer documento das mãos da
advogada. Em conversas com colegas do STF, o ministro relatou que está
sendo vítima de calúnia e que teria recebido do procurador-geral da
República Roberto Gurgel a garantia de que não há nada nos depoimentos
que o comprometa.
Não é um comportamento apropriado para quem deveria zelar pelo interesse público: melhor seria se o procurador se empenhasse em descobrir por que as revelações da advogada ficaram escondidas por tanto tempo.
Na semana passada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou
a afirmar que "a suposta gravação informal (áudio) não consta de
nenhum procedimento instaurado pela PF". O ministro não esclarece
coisa alguma.
O áudio desaparecido tem seis horas de conversas e existem algumas cópias dele guardadas, inclusive com pessoas da própria polícia. O ministério daria uma boa contribuição à Justiça se ajudasse a esclarecer por que o depoimento da advogada foi - e permanece - escondido na Diretoria de Inteligência da Polícia Federal.
Mas, ao que parece, não é esse o objetivo. Na mesma nota, o ministro
negou que tivesse recebido e visto o vídeo no qual a advogada explica
suas relações com Gilberto Carvalho.
Cardozo, inclusive, chegou a relatar o conteúdo do material a um assessor da presidente Dilma Rousseff, segundo fontes do Palácio do Planalto. Estranho o comportamento do procurador-geral da República. Estranho o
comportamento do ministro da Justiça.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Os porões do poder governo federal e a sucessão de escândalos
Muito embora haja tentativa da oposição de dar um enfoque de sensacionalismo nas denúncias de irregularidades nas diferentes pastas e a presidente Dilma afagar parceiros que lhe apunhalaram pelas costas (...) fazendo discursos elogiosos nas despedidas dos mesmos, esta mesma oposição deixa feridas abertas nestes processos quando todos quando o presidente nacional do PSDB em declarações deixa transparecer que acredita que no Ministro Fernando Bezerra.
O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, responsável pelo repasse de 90% das verbas contra enchente do Ministério da Integraçao para o seu Estado, Pernambuco, é um homem de sorte.
A oposição está toda com ele ou será que o deputado Sergio Guerra, presidente do PSDB, vai reclamar contra as verbas que seu Estado recebeu?
E qual será o comportamento do presidente do PPS, o também pernambucano Roberto Freire?
Já o presidente do DEM, José Agripino, não tem porque ficar falando sozinho. Além disso quem foi brindado com verbas milionárias foi um estado nordestino – como ele.
Pois bem! Como não acreditamos na existência de cegonha, coelhinho da páscoa ou papai noel, pensamos que Dilma engoliu temporariamente mais esse escândalo de Bezerra com relação ao derrame de verbas no Pernambuco em razão de que poderia tirar proveito disso por que a “tal oposição” é liderada por nobres pernambucanos como os citados acima.
Além da liderada pelos ilustres acima oposiçao demonstra ser alienada.
Para que o eleitor não esqueça, no governo Lula, o ministro da Integração Nacional chamava-se Geddel Vieira Lima, um político que desancou o presidente e ao final tornou-se seu aliado.
Na sua administração Geddel Vieira Lima, destinou o mesmo percentual de verbas contra enchentes para a Bahia.
Apesar de fritar uns e deixar outros no freezer a presidente Dilma ainda demonstra uma severa vontade de não compactuar com erros ao recomendar que a cada substituição os “ partidos aliados “ envolvidos indiquem uma pessoa de perfil técnico.
Todavai não tem nada de técnico o novo Ministro das Cidades que assume debaixo de denúncias que é dono de empresas que tem negócios com o Ministério das Cidades.
O Jornal Folha de São Paulo denunciou que o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro é dono de quatro empresas na Paraíba, uma ligada à construção civli e a outra com ligações com a incorporação de imóveis.
As duas empresas têm ligações com o Ministério das Cidades.
O Ministério das Cidades tem como um de seus carros-chefes as ações na área da habitação social.
http://www.giropb.com.br/jornal-denuncia-que-aguinaldo-e-dono-de-quatro-empresas-na-paraiba-duas-delas-com-ligacoes-com-ministerio-das-cidades/
Contudo, Dilma ainda aparece como presidente que com uma certa sutileza tem demitido (aceito) a saída dos implicados como se estivesse executando uma faxina.
Nesta esteira sete já foram e tem outro tantos para desembarcar até meio do ano, um deles é o homem forte do planejamento Guido Mantega, aquele mesmo que manda cortar verbas do orçamento para questões prioritárias como saúde e educação e destina verbas para um circo chamado Copa do Mundo 2014.
Mantega está até o pescoço com o escândalo do presidente da Casa da Moeda, o senhor Denucci aquele que suspeita-se receber propina de fornecedores da Casa da Moeda e manter contas em paraíso fiscal.
O interessante que Mantega sabia que ele estava sob investigação da PF.
Ainda assim Dilma supera todos os demais ex ocupantes do Planalto, a começar por desde Geisel até Lula. Esses acobertavam as maracutaias transformando o governo numa ilha cercada de bandidos por todos os lados.
Dilma ainda tem cometido algumas falhas quando surge uma oportunidade de se livrar de um estorvo, demora alguns dias para resolver o problema.
“Sete ministros do governo Dilma Rousseff já deixaram o Planalto por causa de escândalos que vão de tráfico de influência a mau uso do dinheiro público.
O último a cair foi Mário Negromonte, que deixou o Ministério das Cidades na última quinta-feira. Apesar da gravidade das acusações que pesam contra ele e outros seis ex-integrantes da administração Dilma, nenhum sofreu outra punição além da perda do cargo. Enquanto nada acontece na área judicial, alguns ex-ministros seguem na vida pública.
Negromonte (PP-BA) e o ex-ministro do Turismo Pedro Novais (PMDB-MA) voltaram para suas cadeiras na Câmara dos Deputados.
O ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM) retornou ao Senado.
Orlando Silva, que deixou o Ministério do Esporte no fim do ano passado, já anunciou a intenção de ser candidato a vereador de São Paulo.
Para o professor de Ciência Política Doacir Quadros, do grupo Uninter, a maior punição para quem deixa o governo federal em meio a denúncias são os danos causados em suas carreiras políticas.
“Eles perdem reputação, têm a imagem extremamente questionada [...]. Com isso, internamente no partido, o poder de barganha deles diminui”, diz Doacir, que ressalta haver exceções – caso do ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que continua a comandar o PDT”.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1220267&tit=Caem-mas-nao-pagam
http://www.culturabrasil.org/oquemaiscrescenobrasilsaoosescandalos.htm
Não pararam os escândalos e o problema sério é que esta contaminando o governo de Dilma, como aconteceu com a advogada Christiane Araújo de Oliveira, protagonista da capa da edição de VEJA desta semana.
http://www.djalmarodrigues.com.br/2012/02/11/advogada-filha-de-pastor-denuncia-corrupcao-envolvendo-mafia-do-pt-outras-quadrilhas-e-ate-um-membro-do-stf-que-afirma-ter-sido-seu-amante/
“A advogada relatou que manteve um relacionamento com o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli, quando ele ocupava cargo de advogado-geral da União no governo Lula”.
O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, responsável pelo repasse de 90% das verbas contra enchente do Ministério da Integraçao para o seu Estado, Pernambuco, é um homem de sorte.
A oposição está toda com ele ou será que o deputado Sergio Guerra, presidente do PSDB, vai reclamar contra as verbas que seu Estado recebeu?
E qual será o comportamento do presidente do PPS, o também pernambucano Roberto Freire?
Já o presidente do DEM, José Agripino, não tem porque ficar falando sozinho. Além disso quem foi brindado com verbas milionárias foi um estado nordestino – como ele.
Pois bem! Como não acreditamos na existência de cegonha, coelhinho da páscoa ou papai noel, pensamos que Dilma engoliu temporariamente mais esse escândalo de Bezerra com relação ao derrame de verbas no Pernambuco em razão de que poderia tirar proveito disso por que a “tal oposição” é liderada por nobres pernambucanos como os citados acima.
Além da liderada pelos ilustres acima oposiçao demonstra ser alienada.
Para que o eleitor não esqueça, no governo Lula, o ministro da Integração Nacional chamava-se Geddel Vieira Lima, um político que desancou o presidente e ao final tornou-se seu aliado.
Na sua administração Geddel Vieira Lima, destinou o mesmo percentual de verbas contra enchentes para a Bahia.
Apesar de fritar uns e deixar outros no freezer a presidente Dilma ainda demonstra uma severa vontade de não compactuar com erros ao recomendar que a cada substituição os “ partidos aliados “ envolvidos indiquem uma pessoa de perfil técnico.
Todavai não tem nada de técnico o novo Ministro das Cidades que assume debaixo de denúncias que é dono de empresas que tem negócios com o Ministério das Cidades.
O Jornal Folha de São Paulo denunciou que o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro é dono de quatro empresas na Paraíba, uma ligada à construção civli e a outra com ligações com a incorporação de imóveis.
As duas empresas têm ligações com o Ministério das Cidades.
O Ministério das Cidades tem como um de seus carros-chefes as ações na área da habitação social.
http://www.giropb.com.br/jornal-denuncia-que-aguinaldo-e-dono-de-quatro-empresas-na-paraiba-duas-delas-com-ligacoes-com-ministerio-das-cidades/
Contudo, Dilma ainda aparece como presidente que com uma certa sutileza tem demitido (aceito) a saída dos implicados como se estivesse executando uma faxina.
Nesta esteira sete já foram e tem outro tantos para desembarcar até meio do ano, um deles é o homem forte do planejamento Guido Mantega, aquele mesmo que manda cortar verbas do orçamento para questões prioritárias como saúde e educação e destina verbas para um circo chamado Copa do Mundo 2014.
Mantega está até o pescoço com o escândalo do presidente da Casa da Moeda, o senhor Denucci aquele que suspeita-se receber propina de fornecedores da Casa da Moeda e manter contas em paraíso fiscal.
O interessante que Mantega sabia que ele estava sob investigação da PF.
Ainda assim Dilma supera todos os demais ex ocupantes do Planalto, a começar por desde Geisel até Lula. Esses acobertavam as maracutaias transformando o governo numa ilha cercada de bandidos por todos os lados.
Dilma ainda tem cometido algumas falhas quando surge uma oportunidade de se livrar de um estorvo, demora alguns dias para resolver o problema.
“Sete ministros do governo Dilma Rousseff já deixaram o Planalto por causa de escândalos que vão de tráfico de influência a mau uso do dinheiro público.
O último a cair foi Mário Negromonte, que deixou o Ministério das Cidades na última quinta-feira. Apesar da gravidade das acusações que pesam contra ele e outros seis ex-integrantes da administração Dilma, nenhum sofreu outra punição além da perda do cargo. Enquanto nada acontece na área judicial, alguns ex-ministros seguem na vida pública.
Negromonte (PP-BA) e o ex-ministro do Turismo Pedro Novais (PMDB-MA) voltaram para suas cadeiras na Câmara dos Deputados.
O ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM) retornou ao Senado.
Orlando Silva, que deixou o Ministério do Esporte no fim do ano passado, já anunciou a intenção de ser candidato a vereador de São Paulo.
Para o professor de Ciência Política Doacir Quadros, do grupo Uninter, a maior punição para quem deixa o governo federal em meio a denúncias são os danos causados em suas carreiras políticas.
“Eles perdem reputação, têm a imagem extremamente questionada [...]. Com isso, internamente no partido, o poder de barganha deles diminui”, diz Doacir, que ressalta haver exceções – caso do ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que continua a comandar o PDT”.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1220267&tit=Caem-mas-nao-pagam
http://www.culturabrasil.org/oquemaiscrescenobrasilsaoosescandalos.htm
Não pararam os escândalos e o problema sério é que esta contaminando o governo de Dilma, como aconteceu com a advogada Christiane Araújo de Oliveira, protagonista da capa da edição de VEJA desta semana.
http://www.djalmarodrigues.com.br/2012/02/11/advogada-filha-de-pastor-denuncia-corrupcao-envolvendo-mafia-do-pt-outras-quadrilhas-e-ate-um-membro-do-stf-que-afirma-ter-sido-seu-amante/
“A advogada relatou que manteve um relacionamento com o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli, quando ele ocupava cargo de advogado-geral da União no governo Lula”.
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