sexta-feira, 6 de junho de 2014

O mundo está doente e o ser humano trabalha para a sua destruição



Um ser humano autodestrutivo aparenta estar bem, feliz cheio de razão, mas no fundo  do  seu  coração e do subconsciente ele sente-se totalmente acumulador, alienado e solitário, muitas  vezes ele tem a necessidade de se enturmar mas é um auto-excluído pelas  suas próprias  atitudes e  se questiona dizendo para si mesmo "eu devo estar louco". O que o povo pensa de mim?  Ele não confia na  própria sombra, não consegue  dormir a  noite,  rola  de um lado para o outro na cama  e  pergunta  se vale  a pena  tanta  ganância, ambição  e  isto o deixa  perturbado ao ponto da  saúde começar a complicar, apresenta sintomas de stress, não busca  ajuda e quando percebe  que a  sociedade já não  o respeita  como  todo poderoso  tem ataques de agressividades,  concentra  todas as decisões e  as toma mesmo que sejam para destruir sonhos  da coletividade.

Vez por outra  ele  consegue um  parceiro que ensaia  uma frágil defesa,  de uma  idéia,  de um projeto e  mal   sabe ele  que  este  parceiro de ocasião  também  é um ser autodestrutivo, ganancioso, ambicioso que  o rodeia por que  a  mente  assim determina.   A lei da mente  é terrível  na cobrança,  ela  diz que semelhantes  se atraem,  citamos  aqui um  exemplo.  Um  juiz  vai a velório de um ladrão?  De um  assaltante de  bancos?  De um  estuprador? 

Da mesma  forma, no dia a dia, um  corrupto parece uma  ilha   cercado de  corruptos  por todos  os lados. Enquanto a mídia cria quadros tristes pintando as tragédias humanas, para mudar o foco das  atenções, e mais, a função da mídia parecer um mecanismo para amenizar as maldades do mundo, do ser  humano prepotente, arrogante e autoritário e nos induz a aceitarmos e a viver com elas, fazendo com que  pensemos que não há solução. 
O sistema quer que sejamos observadores pacíficos e eles não nos dão outra opção, outras ferramentas fora o ato simbólico do voto. Quer seja um  boneco  de direita ou da esquerda?
Épocas de campanhas muitas  falácias, mentiras e após a ambição e ganância  destrutiva  entre em vigor,  desta  forma o planeta  está   fadado  a auto destruição.   Resta saber que mundo  deixaremos  para   nossos  filhos
.
Se queremos melhorar o mundo temos que melhorar a nós mesmos. Individual e coletivamente construirmos modelo de desenvolvimento para a sustentabilidade e programarmos cidades e vidas saudáveis-sustentáveis
Não existe menor possibilidade de se mudar alguma coisa se que a responsabilidade seja compartilhada governos, com a sociedade, entidades, empresas públicas ou privadas, escolas, universidades,  cidadãos.

 “O mundo não vai superar sua crise atual usando o mesmo pensamento que criou essa situação”  (Albert Einstein)

E  ao depararmos   com  tantos  problemas buscamos respostas  para saber por que chegamos na crise. E  as resposta mais  naturais e  lógicas nos remetem a um  estado mecanicista, sem sentimentos alienador, reducionista que   visa  tirar   proveitos  dos que estão próximos e preferencialmente de maneira imediata, autoritária e linear determinista  que mostra um  ser humano  que pensa só nele, na acumulação e lucrativista.

Enquanto estes tipos de conceitos prevalecem existe um avanço nocivo de paradigmas da quantidade,  quanto  mais eu  me  apoderar  ou tomar  dos  outros  mais poderoso  serei e parece que  este tipo de pensamento de conquista e da dominação prevalece mesmo que  contra  um  fundamento bíblico, quando se faz referencia a uma  viagem se volta,   cujo   destino é a cova. Confiram:

Eclesiastes 9; 9 a 10 -  Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vida vã; porque este é o teu quinhão nesta vida, e do teu trabalho, que tu fazes debaixo do sol.
10 Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.
E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. 

O mundo está rompendo os limites no uso de recursos  e o  nosso destino depende de se cooperamos ou ficamos vítimas da ganância autodestrutiva.

Se a ganância vencer, a máquina do crescimento econômico depredará os recursos, deixará os pobres de lado e nos conduzirão a uma profunda crise social, política e econômica. a alternativa é um paradigma de cooperação social e política, tanto no interior dos países, internacionalmente como no interior das pessoas.

Nosso pé pisa fundo no acelerador e nós estamos indo na direção de um abismo.” (Ban Ki-Moon), 2009
“Sociedades não se sustentam onde o meio ambiente sucumbe” (Rajendra Pachaur)i,
“Um estudioso com  desenvolvimento  sustentável  Jeffrey Sachs  diz que o planeta está no limite. A vivência genuína do desenvolvimento sustentável requer uma nova cultura que inclua a ética no centro das relações e a incorporação das práticas de sustentabilidade na gestão dos negócios”

Essa forma de gerir as empresas demanda líderes conscientes do impacto de suas decisões e capacitados para integrar a visão sistêmica e a responsabilidade socioambiental em suas empresas.

Sustentabilidade nos Processos de uma Empresa Envolve alterações em processos/políticas de negócio que passaram a levar em conta atributos de sustentabilidade.

Conceitualmente a Sustentabilidade: passa pelo reconhecimento dos limites e potenciais da natureza, assim como a complexidade ambiental, mostrando uma nova compreensão do mundo para enfrentar os desafios da humanidade no 3º milênio.

Necessário um comprometimento maior e uma nova aliança natureza-cultura desenhando um novo modelo econômico, reorientando os potenciais da ciência e da tecnologia e construindo uma nova cultura política baseada em uma ética da sustentabilidade – em valores, crenças, sentimentos e saberes – que renovam os sentidos existenciais, os modos de vida e as formas de habitar o planeta Terra.

Teríamos  muito  a  perder se aplicarmos uma visão míope e não   percebermos que a sustentabilidade corporativa não é assistencialismo, filantropia, nem investimento social isolado, mas a adoção de práticas que fortaleçam os negócios de forma integrada.

Assim  sendo, ações integradas transformam a vida de comunidades inteiras, sem desrespeitar a capacidade do ambiente. Sustentabilidade corporativa:   Superação de desafios, Justiça, Liberdade, Honestidade, Honestidade, Ética, Tolerância, Ações integradas. Os recursos ambientais, sociais e econômico-financeiros estão na base dessa sustentação.

A sustentabilidade permite às empresas inovarem, agregarem valor e diferencial aos seus produtos, procedimentos e serviços e tornarem-se mais competitivas.

“O destino humano está intrinsecamente ligado ao destino da natureza, os dois formam uma unidade - a humanidade não será redimida enquanto a Natureza não o for.”

Se considerarmos que o planeta está enfermo precisamos refletir  sobre dois  conceitos;
“Trata-se da discussão sobre a vida das pessoas no futuro.  Nossos problemas de hoje vêm de nossas soluções de ontem” (Peter Senge).


“O mundo não vai superar sua crise atual usando o mesmo pensamento que criou essa situação”  (Albert Einstein).

Parlamento brasileiro representação falaciosa da democracia


O nação brasileira deve  se preparar  para tempos de nuvens negras nesta   tentativa da imposição de um novo   regime de governo diante da possibilidade da eternização  do PT e PMDB no poder. O principio da democracia foi lançado na fossa  negra  de dejetos partidários.  As  assembléias estaduais que eram a  espinhas  dorsais da democracia  passaram a ser uma representação falaciosa e o  parlamento  brasileiro  mais propriamente  chamado de congresso  nacional passou  a ser  uma solução enganadora dos problemas.   Quando  algo  não  vai bem para uns eles,  obstruem as  pautas,  quando está  tudo  bem para o corporativismo parlamentar  eles   comemoram.   Desta  forma   seguem as negociatas,  basta  ver o que  o presidente da  Câmara,  deputado  Henrique Alves  que respondia e  inúmeros  processos foi  eleito  presidente  da casa e  hoje,  deveria   colocar  na pauta de  votação  o Decreto 8.243 de 26/05/2014, o qual representa uma afronta aos princípios Constitucionais do Regime Democrático Brasileiro e uma afronta ao Estado de Direito.  Nenhum partido  buscou ou  adotou as medidas cabíveis para firmar sua inconstitucionalidade, enterrando-o por ser fruto de um governo encantado pelo totalitarismo, ou comunismo  bolivariano  Henrique Alvers não pautou  este  decreto para  ser revogado, não o fez e  disse:   Não  coloquei  na pauta  por que não quero!    Este  não quero tem a  ver com  sua  candidatura ao governo do  estado  e  ao apoio de Dilma  para  este  pleito.
A prática do autogoverno real pelos gregos impunha a devotamento dos cidadãos de corpo e alma ao serviço público.
Para governar, o cidadão entregava-se ao estado de modo total, dando a pátria o sangue na guerra e o serviço em tempo de paz, devendo esquecer-se dos próprios interesses, para cuidar dos negócios públicos, como anota Fustel de Coulanges, citado por Artur Machado Paupério em  Teoria  Democrática do Poder – Teoria  Democrática do Estado.
“A politização era tão absorvente que foi inevitável o desequilíbrio social, tendo a hipertrofia política acarretado necessariamente a atrofia econômica. A proporção que a democracia se aperfeiçoava, os cidadãos ficavam mais pobres.Todavia, a polis grega não pode deixar, então, de procurar uma solução política para a perturbação econômica, apelando para o confisco de bens, das riquezas, para compensar a produção insuficiente de bens. Fadou-se assim a democracia antiga à destruição própria pela luta de classes entre ricos e pobres”.
Hoje se consagra este luta pelos movimentos grevistas para defesa de direitos suprimidos ou negados pela classe dominante, política, governos  que  exageram ao afirmar  que o as manifestações e  greves tem viés político  partidário quando  na realidade o foco  é  completamente outro, trata-se de política  fiscal, econômica e salarial.
No caso brasileiro, O povo trabalha 6 meses por ano para pagar impostos e sustentar a roubalheira na administração pública.
Com a intervenção estatal (governo) na iniciativa privada cria-se privilégio para alguns e sufoco para outros, como exemplo as montadoras de veículos (pátios lotados) de onde sai boa parte dos financiamentos de campanhas juntamente com grandes construtoras e pedágios.
Cria-se no vácuo ou nas nuvens uma nova classe social sem dinheiro e oferecem-se cartões de créditos para financiamentos de longo prazo, gerando índices de inadimplências elevados. Quando tudo isso não funciona aparece um presidente que seqüestra a poupança do povo (Fernando Collor) ou um deputado Nazareno Fonteles do PT que apresenta um projeto moderno de seqüestro de poupança. O povo se revolta, sai às ruas e o governo manda a policia espancá-los.
Não bastasse isto, vez por outra aparece um maluco na câmara federal com um projeto que visa única e exclusivamente penalizar aqueles que sustentam a nação através de impostos e cria um monstro sanguessuga e batiza com um nome pomposo chamando-a de “Poupança Fraterna”, prevista no Projeto de Lei Complementar 137/2004, de autoria do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), nada mais é que a criação de uma conta individual onde seriam depositados os rendimentos que ultrapassassem um valor máximo mensal de despesas estipulado por pessoa.
De acordo com o projeto, o limite de gastos seria fixado em dez vezes o valor da renda per capita mensal do brasileiro. Ou seja, caso entrasse em vigor hoje, cada pessoa poderia gastar, no máximo, R$ 8.766 por mês. Os rendimentos que excedessem esse teto seriam depositados em uma conta poupança – na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil – por um período de sete anos.
A conta foi feita de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que o projeto coloca como fonte para a base de cálculo.
Segundo a proposta, o dinheiro seria devolvido nos 14 anos seguintes ao período de sete anos de contribuição à poupança fraterna em prestações mensais com valores corrigidos, equivalentes à metade de cada um dos depósitos realizados.
O saque só seria permitido em quatro hipóteses: morte do titular, doença grave do titular, cônjuge e dependentes, compra da casa própria – no valor máximo de R$ 200 mil – ou aplicação em projetos aprovados pelo Conselho Nacional da Poupança Fraterna (CNPF).
Seria este conselho o responsável por gerir as aplicações. O comando do conselho seria do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e contariam com a contribuição de outros ministérios, de representantes de poupadores, entidades da saúde, meio ambiente e de organizações sociais como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e Cáritas, por exemplo.
Eis  que  surge a  todo  vapor a consagração do comunismo no Brasil  nas mãos  deste   governo  e o que significa comunismo. Trata-se de um sistema social ou organização socioeconômica que se baseia na propriedade coletiva (sem propriedade privada), sendo que os meios de produção pertencem a essa coletividade.
Sistema político e econômico em que essa organização se efetiva.
Qualquer tipo de governo que se utiliza desse tipo de sistema (comunismo).
A reunião dos políticos que fazem parte do partido comunista. A doutrina ou política exercida pelos partidos comunistas.
Ideologia ou doutrina que, fundada por Karl Marx, utiliza o sistema de propriedade coletiva (comunismo) em conjunto com o socialismo, sendo a propriedade coletiva instituída pelo Estado que distribui os bens de acordo com as prioridades individuais, extinguindo o sistema das classes sociais. Sistema de governo (político, econômico e social) que, instaurado na antiga União Soviética (Revolução de 1917), tinha o comunismo como princípio mais importante.

Importante ressaltar o  significado de socialismo como política. Designação dada a doutrina politico-econômica cujos princípios se baseiam na coletivação dos mecanismos de distribuição, na propriedade coletiva e na organização de uma sociedade sem a separação por classes sociais. Segundo a teoria Marxista, período que se situa entre o fim do capitalismo e a efetivação concreta do socialismo. Quaisquer modos de produção que se baseiam nessa doutrina em que predominam os mesmos princípios (coletivação da produção, propriedade coletiva, sociedade sem separação por classes sociais).





terça-feira, 6 de maio de 2014

No Brasil a anarquia sufoca o estado democrático de direito


Conforme  divulgado na imprensa  no   dia 15 de abril  2014    a  Câmara Federal iniciou a análise do Projeto de Lei Complementar 137/04, do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), que estabelece um limite máximo de consumo e a criação de uma "Poupança Fraterna", pela comissão de Finanças e Controle.    
Importante lembrar que este deputado é o autor  de  mais de uma  dezena de projetos esdrúxulos inclusive uma PEC que pretendia  esvaziar os poderes do Supremo Tribunal Federal. Entendemos que projetos absurdos são o que não falta no Congresso. O problema é a Comissão de Constituição e Justiça ter aprovado a admissibilidade da PEC 33, que dá ao Congresso a última palavra para dizer se uma lei é constitucional ou não. É para esse  tipo de coisas  que o   povo  elege um  deputado? Isto não parece ser um desequilibrado mental, mas um mal intencionado.
A proposta afronta cláusulas pétreas da Constituição e tira do Supremo sua principal tarefa, que é a de interpretar a Constituição. A PEC 33 estabelece que o Congresso tenha que aprovar as chamadas súmulas vinculantes do STF, mecanismo que determina que as decisões da Corte devam ser seguidas pelas demais instâncias, e a inconstitucionalidade de emendas à Constituição.
Observem que agora os deputados do PT passaram a tentar determinar regras de comportamento de interesse coletivo que não constam da nossa Carta Magna a Constituição Federal de cinco de outubro de 1988
Esta maldição de projeto chamado de Poupança Fraterna estabelece que, durante sete anos, haverá um limite máximo de consumo mensal que cada pessoa poderá utilizar para seu sustento e de seus dependentes residentes no País. Este limite será calculado de acordo com a renda per capita nacional mensal calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, em 2003, a renda per capita anual era R$ 8.565, o que significa cerca de R$ 713 ao mês.
Cremos que o povo brasileiro  ainda não esqueceu o seqüestro da poupança  promovido  por Fernando Collor de Mello que até  hoje  não  foi   resgatado.
A história se repete agora só que com  maior violência   por que   só falta este  deputado  aparecer  com  um projeto   implantando a  maldita  “Libreta”    uma  espécie  de caderneta usada pelo  governo  para controla o consumo do  povo   cubano para   comprar  gêneros de primeira  necessidade  nos armazéns do governo.
O povo continua sem voz e eco sendo considerado como parte ínfima da sociedade, sem direitos políticos e boa parcela permanece na escravidão da Bolsa Família de onde sai a garantia  de  votos  para políticos mal intencionados 
Pelo projeto, a parcela dos rendimentos, que exceder o limite de consumo, será depositada, a título de empréstimo compulsório, em uma conta especial de caderneta de poupança, em nome do depositante, denominada Poupança Fraterna.
Empréstimos compulsórios?  Isto quer dizer o que?   Não queremos mais impostos, mas   o governo torrou   com  estádios  a grana da saúde, da educação,  do  saneamento  básico, etc.,  e, agora  quer que o povo  banque  esta  extravagância?
Estes sete anos  de seqüestro  da poupança ou empréstimos compulsório nos lembra o texto bíblico,  onde um dia o rei do Egito sonhou que estava de pé na beira do rio Nilo E eis que subiam do rio sete vacas, formosas à vista e gordas de carne, e pastavam no prado. E eis que subiam do rio após elas outras sete vacas, feias à vista e magras de carne, e paravam junto às outras vacas na praia do rio.  E as vacas feias à vista e magras de carne comiam as sete vacas formosas à vista e gordas. Então, acordou Faraó. Genesis 41.1-4.
No texto bíblico  ao revelar o sonho do Faraó,  Jose disse a  ele que seriam  sete  anos de  fartura  e  sete  anos de miséria. Pois bem, no caso brasileiro este sonho ilusório de que teremos legados  da Copa   com   resultados  positivos   está   tão distante na medida  em que  o governo  dizia  que não haveria verba  pública nas construções  dos Circos de Blatter as   obras  ameaçadas  por atrasos  tiveram cada  vez mais  injeções de verbas  pública  e  superfaturamentos.
Inicialmente  este  bando  de plantão em Brasília  receberam o aval para sediar evento. Em 17 de março de 2006, as confederações da CONMEBOL votaram de forma unânime pela inscrição do Brasil como seu único candidato.
O presidente da FIFA, Joseph Blatter, disse em 4 de julho de 2006 que, nesse caso, a Copa do Mundo de 2014 provavelmente seria sediada no país. Em 28 de setembro do mesmo ano, ele se encontrou com o então presidente Lula e disse que queria que o país provasse sua capacidade antes de tomar uma decisão. O dia 7 de fevereiro de 2007 seria a data final para as inscrições, porém a FIFA antecipou o prazo, tendo este acabado em 18 de dezembro de 2006. No último dia para as inscrições, a Colômbia também se candidatou a sediar a Copa de 2014; mas Joseph Blatter não apoiou a candidatura do país e assim a Colômbia acabou por desistir de sediar o evento.
Foram sete anos de expectativa para  sediar  uma  copa  do mundo e  depois  serão   sete de  miséria  como   custo  da  idiotice ou   esperteza  de nossos   governantes  ou das  grandes  empreiteiras?
Enquanto isso no Paraná, quando ainda estão pendentes julgamento de casos relacionados aos   Fantasmas da ALEP,   nossos  brilhantes   deputados encontraram a  fórmula  mágica  para  neutralizar  ações do  judiciário, protelar ou procrastinar  decisões judiciais,  levando casos  para a  prescrição, aprovando   um  auxilio de  moradia  equivalente  a  R$  4.000,00 mensais para os juízes e para receber isso não   precisa   trabalhar.
“O projeto aprovado pela Assembléia Legislativa, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) pretende implantar auxílio-moradia aos magistrados do estado. A proposta, porém, surge em meio a uma série de decisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendendo o pagamento do mesmo benefício em outros tribunais do país. Num projeto de apenas três páginas, o TJ propõe que os magistrados possam receber auxílio-moradia, conforme decisão do Órgão Especial do último dia 25. A proposta, no entanto, não faz qualquer menção a valores ou a critérios para conceder o benefício. Menciona apenas que o pagamento dependerá de uma regulamentação a ser editada posteriormente pelo próprio tribunal – portanto, sem necessidade de passar pela Assembléia”.

Pois bem, de um lado o deputado  Nazareno Fontelle (PT)  quer  seqüestrar  a poupança popular  denominando este  seqüestro de Poupança Fraterna  e por  outro lado  nossos  deputados   destinam   parte desta   poupança de Fontellle   para auxilio de moradias de juízes.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

A teoria democrática do Estado e a inversão de papéis e valores chegou ao limite


Ao extrapolarmos direitos e  obrigações  esquecemos de algo mais importante que deveria se assentar em bases sólidas definindo limites, impondo restrições, determinando com  segurança a  exata colocação do   ser  humano   frente ao poder.

No que diz  respeito a  atuação   do legislativo no Brasil, de modo geral  a  situação  está complicado visto que  tanto no senado, câmara federal,  assembléias  e câmaras  municipais existe um  comprometimento  velado com  os   executivos  invertendo gravemente   os papeis  de cada  um  no  processo de gestão  pública.

Na Constituição Federal de cinco de outubro de 1988 os artigos 293 e 294 contemplam as  obrigações  dos vereadores  que estão  desvirtuadas  quando o vereador deixa de cumprir estas obrigações e  passa  a  atender  aos  apelos do executivo.

Quando isto se repete e se agrava situações inusitadas pode ocorrer como esta que a população proporcionou recentemente demonstrando a insatisfação com os seus representantes.


“O vereador Marcionílio da Costa Mendes foi amarrado em um poste pela população de Mata Grande, no interior do Estado de Alagoas. Acusado de roubar os cofres públicos, o parlamentar foi inocentado pelo Tribunal de Justiça, o que revoltou o povo do município”.
“A gente já cansou dessa palhaçada! Se eles continuarem nos roubando, vai faltar poste na cidade. ”, comentou dona Josicleide dos Anjos, moradora da cidade e dona das cordas”.


Da  mesma a forma no plano  federal e  estadual   com   deputados  que se  intitulam governo  por que estão  atrelados a  favores  do executivo  para conseguir uma   verbas ( emenda de orçamento)   para  atender pedido de sua  base  como  se isso  fosse  realmente uma  imposição constitucional. 
Entre as funções e atribuições de deputado federal, está o ato de legislar e manter-se como guardião fiel das leis e dogmas constitucionais nacionais, inclusive podendo propor, emendar, alterar, revogar, derrogar leis, leis complementares, emenda à Constituição federal e propor emenda para a constituição de um novo Congresso Constituinte.
Entre as principais funções dos deputados federais, está a elaboração de leis. E conforme a Constituição da República Federativa do Brasil, outras atribuições dos deputados federais são:
·         Elaborar seu regimento interno;
·         Fiscalizar os atos do Poder Executivo;
·         Autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;
·         Proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa;
·         Eleger membros do Conselho da República, nos termos do art. 89, VII”.

Com  todos  os dispositivos legais somados  ao alguns ingredientes nocivos,  que simplesmente a  desvirtuam   a Teoria  Democrática de Estado se  torna capenga,  vive em meio a  sobressaltos,  aumenta a  carência de aperfeiçoamento no futuro,  mesmo   uma  forma de governo dinâmica.

Por outro  lado, com a possibilidade  de envolvimento  do povo,  maior consciência, na decisão de seu próprio destino e  no  levantamento de prioridades, o  conceito  de democracia retoma  seu principio de governo do  povo, para  o povo, pelo povo  e o Estado conhecedor de seus deveres, não ignorará o prévio consentimento popular   quando  elege seus  representantes  mas  não   lhes  dá  o direito  de vender  o Estado.

Ter direitos políticos, poder votar  e ser votado,  passamos a  pensar em liberdade, todavia o homem nunca foi  mais que escravo do Estado.

Vivemos uma  repetição do  principio de democracia  ateniense onde a  prática de governo impõe devotamento dos cidadãos, de corpo e alma  ao  serviço público,  dava o sangue para um  vampiro  chamado estado . Neste  período não existia  transferência de  renda  ou  renda  mínima, como  estas   políticas de bolsas  que não emancipa o ser humano  mas   o torna  cada vez mais dependente.   

Hoje com o  processo   de politização dependente  de  renda  mínima, mesmo que a  cada dia que passe a  população fique mais pobre  é   comum ouvir-se  que os dependentes estão  satisfeitos  com a  penúria  existente.

Desta forma os  governantes  sempre  acham uma  solução  simples  para os problemas,  as  coisas  que funcionam,  procuram paralisar atividades,   fazem de  tudo  para   atrapalhar,  alegam altos  custos,  falta de  verbas,  aumentam impostos e  destroem  sonhos.

Para  de governantes muitos   deste  tipo  não  é interessante que haja  desenvolvimento  por que isso  levaria  ao crescimento da população, haveria a  possibilidade  de ingresso de novos habitantes que não estariam   atrelados ao sistema,  devendo favores e  em conseqüência a política de  curral  fechado  ou voto de cabresto  não subsistiria.

E  assim  sendo a  população segue  rumo ao matadouro  de sonhos, pagando   mais e mais impostos, pedágios e outros.

Um  dos  primeiros passos  está  no propósito de não participar mais do  processo eleitoral,  votando em branco ou anulando   votos.

Quando o povo começa  a  questionar   e  descobre que o governador  do Estado   recebeu R$ 3 milhões  de concessionária de pedágio  passa a  pensar quais seriam as  relações do   mesmo  com os  donos de  pedágios.    Neste  caso  até   o presidente da ALEP   pegou R$ 50 mil  da  concessionária e  queira  impedir  a  abertura  da CPI.   Definitivamente  isto  não  é  Teoria Democrática de Estado.

Um cidadão  comum  trabalha  o mês inteiro para ganhar  R$ 1.500,00   que perfazem R$18.000,00  por  ano, o que pensar  quando  o governador   recebe  R$ 3 milhoes  por ano?  Isto   significa que recebe  R$ 250.000,00 por mês do pedágio.   

E  o povo ainda acha que vai  acabar pedágios.

“Uma investigação do Ministério Público Federal (MPF) afirma que, desde 1998, atos secretos têm alterado os contratos de pedágio nas estradas federais do Paraná. As mudanças, segundo o relatório, adiaram ou cancelaram obras importantes nas estradas que formam o Anel de Integração – e atingiram as seis concessionárias de estradas federais. Para o MPF, as mudanças encareceram o pedágio e prejudicaram a qualidade das rodovias”.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Uma gestão participativa, a busca de resultados ou falta de vontade política


Antes de quaisquer comentários façamos uma análise do ponto de vista de desenvolvimento  sócio econômico.
Ora, se tivermos um  proposta política  que beneficie  só  um  setor  ou  um  só   grupo isto de fato  não  é  desenvolvimento social  e econômico.

“Não é suficiente conhecer o conjunto das relações enquanto existe em um dado momento como um  dado sistema, mas importa conhecê-los  geneticamente em seu movimento de formação,  já que todo indivíduo não é somente a síntese  das relações  existentes, mas também é a história  destas relações,  isto é,  o  resumo de todo passado.
Antonio Gramsci 

Nos  últimos vinte  anos  não tivemos uma  política de desenvolvimento,   preocupada  com a  formação de mão de obra especializada,  tampouco uma   política  de desenvolvimento  industrial   visando a  criação, implantação  ou expansão de  micro, pequenas, médias  e  grandes  empresas.  Há mais  de vinte  anos faz-se  necessário  uma política de apoio ao  empreendedorismo  com suporte  técnico e em alguns casos   cedência de barracões   para  incubadoras  empresariais.

Não existe como se estabelecer um novo padrão de consumo se a renda per capita é temerária, ou não permite um avanço no desenvolvimento da economia e ainda com empresas competindo entre si para conquistar clientes sem a capacidade  de  pagamento  suficiente  para  manter  a  atividade.  
Temos uma grande fatia de consumidores que neste mercado  que depende  do  paternalismo  populista, do bolsa  família  e não  existe  nada  de concreto  que vise  reduzir  esse  caos social  de 12%  da  população enterrada em favelas,  talvez  não seja interessante preparar  essa  fatia da população  para  a  emancipação  por que é  exatamente  ai que saem  os votos  para quem aspira  ao  poder  e então é preferível  mantê-los  na escravidão da   gratidão.

O que temos é uma política reativa, ou seja, tomamos uma iniciativa  qualquer em razão dos acontecimentos  do momento  sem nenhum  estudo ou  projeto antecipado  que vise a tomada de iniciativa  ou facilite a tomada decisão.  Um conceito muito  antigo diz que em medicina ou  saúde   pública a  tendência deveria  ser mais  investimento em prevenção e menos em medicina curativa. Simples   isso, se existe   prevenção  e  certo que diminuirão  os  tratamentos de  doenças.

Considerando que não existe uma política de desenvolvimento industrial, não existe a menor possibilidade de doação de terrenos adequados para  implantação de empresas  e ainda  há  pessoas  que acreditam  em milagres  na área industrial atual  onde a  necessidade aterrar  banhados  para  se estabelecer  qualquer empreendimento,  não   existe  amparo  legal para  isenção de impostos  municipais, quando ocorre  a implantação de uma  empresas a dificuldade   para extensão de rede  elétrica,  de água e  telefone no  local  é  precária e isto  por ser confirmado pela  incapacidade  do município  dar a contrapartida de  qualquer  empreendimento e  a exemplo citamos  o Conjunto Residencial São  Francisco  onde a  infra-estrutura não  existe. 

Empresas do setor comercial são  implantadas  pela  própria   vontade do empreendedor e  não existe política de incentivos, uma  conscientização  da população para que  prestigie  o comércio local  por  conta  disso  são  inúmeros casos  de  pessoas  que realizam suas  compras  em outras  cidades  numa  evasão de divisas  sem precedentes.

Quantas vezes  vemos entregadores de outras  cidades  transitando por nossas  ruas  para  entregar  mercadorias  compradas  em outras cidades.   Tudo  isso tem  ver  com melhoria dos serviços,  qualidade, atendimento,  preços e condições de oferta,   mas   são  problemas  de interesse  geral  e sozinha  uma  empresa  pode tentar  mas   terá   dificuldades  para  resolver.

Por outro lado, seguimos uma política reativa, não fornecendo subsídios para constituição de empresa, não temos demonstrativos ou levantamentos de alternativas e oportunidade de investimentos, não existe uma preocupação em divulgar as potencialidades e oportunidades de investimentos, parece que temos um receio enorme de promover encontros, seminários visando debater os problemas e não termos  respostas   concretas.  

Os Conselhos Municipais de há muito não tem uma grande reunião para começar a  traçar um novo rumo. Se os conselhos não funcionam poderíamos tratar os problemas de cada setor em Câmaras Técnicas. Ah!  

Não existem Câmaras Técnicas? Que desgraça!   Como se discutem  os  problemas de cada  setor?  O   caso do IFPR  não  seria  de se tramitar   numa  Câmara Técnica de Educação?

Os  Conselhos  Municipais  estão acéfalos, Câmaras Técnicas não  existem,  não  temos  conferências  municipais,  não participamos das  conferências estaduais  e muito   menos da federal. Seguindo assim ficaremos a margem do caminho esperando favores de outros. Na realidade prioridades que deveriam ser discutidas nos  conselhos

Com toda   esta   letargia ou morbidão  que nos cerca ainda temos  sobre o IFPR  a  esperança  de uma grande  parceria  na preparação de mão de obra e de desenvolvimento de projetos  que alavanquem o desenvolvimento  da  região,  todavia tem um  complicador  instalado  chamado falta de  vontade  política.  
Por  falta de vontade  política  dizemos  em todos os sentidos  visto que quando de uma reunião,  de um  seminário, um  congresso  a  população  é convidada  e   não  participa, e,   depois  lançamos  a  culpa  em outros, mas  quando não  participamos  ou nos omitimos   esta é  também  chamada   falta de vontade   política.

Não   conseguimos  entender   por exemplo  um  Conselho ou  Câmara  Técnica  para   discutir prioridades, potencialidades  ou  problemas do  comercio sem a  participação do comercio.

Da mesma  forma  como  debater em Conselho ou  Câmara  Técnica    problemas de saúde  pública  sem a  participação  dos profissionais  da área e  da  população  que  enfrenta as filas  nos postos  de saúde.

Como discutir  potencial turístico  em Conselho ou  Câmara  Técnica  sem a participação de produtores  rurais   proprietários  de prováveis  pontos   turísticos,  de hotéis, de   restaurantes.
Este  tipo de  situação  vai  se arrastar em  todos os setores,   como  meio ambiente, agricultura e pecuária, esporte, etc.

“O destino de quem não gosta de política é ser governado por quem gosta”. 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A omissão de Calheiros

EDITORIAL

A omissão de Calheiros

Presidente do Senado jogou a decisão sobre as CPIs da Petrobras para a Comissão de Constituição e Justiça, onde a base aliada tem maioria esmagadora
Publicado em 03/04/2014
Em nosso editorial de ontem, manifestamos a esperança de que Renan Calheiros, presidente do Senado, tivesse uma atitude nobre em relação aos requerimentos e questões de ordem que pretendiam criar e sepultar duas Comissões Parlamentares de Inquérito: uma, de iniciativa da oposição, para investigar quatro denúncias envolvendo a Petrobras; outra, do governo, que juntava ao caso da estatal petrolífera o suposto cartel ferroviário em São Paulo e no Distrito Federal, o Porto de Suape, em Pernambuco, e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) – alvos escolhidos a dedo para atingir os futuros adversários de Dilma Rousseff na eleição presidencial de outubro. Calheiros, no entanto, fiel a seu histórico, não mostrou a correção que dele se esperava: rejeitou as duas questões de ordem e remeteu à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado a decisão final sobre a instalação das CPIs.
No caso da comissão proposta pela oposição, está mais que clara a necessidade de aprofundar a investigação sobre os diversos escândalos em que a Petrobras vem se metendo recentemente, incluindo o prejuízo bilionário na compra da refinaria de Pasadena e as denúncias de propinas pagas por uma empresa holandesa a funcionários da estatal. O argumento de que a investigação é inconveniente por se tratar de ano eleitoral, defendido por setores do PT, não se sustenta, como já reforçamos anteriormente, por implicar que existiria uma “carta branca” para isentar malfeitos de apuração a cada dois anos. Mas a questão de ordem da senadora paranaense Gleisi Hoffmann argumentava que os quatro fatos que a oposição gostaria de investigar seriam “desconexos” – como se não fosse suficiente o fato de todos eles demonstrarem as falhas evidentes na gestão da empresa. Calheiros rejeitou o pedido de Gleisi – foi sua única ação acertada ontem.
Mostrando pouca ou nenhuma coerência com sua argumentação no caso da CPI da oposição, o PT apresentou outro requerimento – aí, sim, pedindo que uma única comissão investigasse denúncias totalmente independentes entre si. Foi a vez de o tucano paulista Aloysio Nunes Ferreira contestar o pedido governista, alegando que o Regimento Interno do Senado, em seu artigo 146, afirma que “Não se admitirá comissão parlamentar de inquérito sobre matérias pertinentes: (...) III – aos Estados”. Essa questão de ordem também foi rejeitada pelo presidente do Senado, sob a alegação de que “na medida em que projetos dessa natureza [Suape e metrô] são financiados por operação de crédito aprovadas pelo Senado, tais matérias podem, sim, ser investigadas pelo Senado”.
Ao transferir para a CCJ a decisão sobre as CPIs, Calheiros faz o jogo do governo, pois a comissão é dominada pela base aliada – apenas seis dos 28 integrantes são oposicionistas. Não é muito difícil imaginar o resultado que possa surgir na CCJ, que se reúne na semana que vem. Por isso, a esperança que sobra à oposição é emplacar a CPI mista, com senadores e deputados. O pedido foi protocolado ontem, com o número necessário de assinaturas de parlamentares, e Calheiros marcou para o dia 15 uma sessão conjunta das duas casas, em que ocorrerá a leitura do requerimento. Esse parece ser o melhor caminho para que as investigações, tão necessárias para que a população brasileira possa conhecer as dimensões exatas do descalabro em que se transformou a administração da Petrobras, efetivamente ocorram.

Por omissão do TCU agora temos a Copa da Roubalheira



Copa da Roubalheira !!!

Começaram as investigações, aconteceu o que todos já sabiam que ia acontecer, porque não preveniram, quem liberou a verba ?
E os outros estádios, será que vai aparecer algo ?
Só desse estádio o desvio foi 431 milhões que daria para construir outro, isso para não falar em hospitais, escolas, estradas, etc..etc.
Como é no Brasil e o povo é cordeirinho, para mim só vai ficar na investigação e nada de punição e nem na devolução do dinheiro.
Esta na hora do povo acordar, se indignar e se rebelar, chega dessa BANDALHEIRA com o nosso dinheiro.
#acordapovo
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Tribunal de Contas aponta superfaturamento no estádio Mané Garrincha
Estádio mais caro entre os construídos para a Copa do Mundo de 2014, o Mané Garrincha, em Brasília, teve superfaturamento de R$ 431 milhões, afirma análise do Tribunal de Contas do Distrito Federal. 
As informações são da Folha de S.Paulo.

https://br.noticias.yahoo.com/tribunal-de-contas-aponta-superfaturamento-no-est%C3%A1dio-man%C3%A9-garrincha-204615348.html