terça-feira, 20 de novembro de 2012

O mais jovem arbitro de futebol do Paraná

Gostaríamos de fazer um pequeno comentário  sobre o jovem  Christyan Henrique Zwicker de 17 anos,  que recentemente  conclui o Curso de  Arbitragem da Federaçao Paranaense de Futebol, realizado na FAG   Cascavel, curso este que teve a duração de 6 meses. O início foi em maio e  encerrou-se em outubro, para a  satisfação e orgulho da família  que se fez  presente na formatura. 

Após o curso Christyan está apto a integrar o quadro de árbitros  da FPF o que deve acontecer tão logo ele  confirme  sua inscrição para o  começo do ano de 2013.

Não poderíamos deixar de citar  aqui o Professor e Fisioterapeuta Cristiano Lombardi, que foi um exemplo de liderança para o jovem Christyan e para tanto nos apropriamos de uma expressão  empregada por Renato Miranda: 

"Esporte pode ser um grande aliado na formação de jovens, mas, é preciso saber que são pessoas (líderes) e o ambiente esportivo que garantem os benefícios pretendidos"


Renato foi de uma  felicidade enorme ao se pronunciar  desta  forma  então  vejamos:
Christyan  e  o professor Cristiano  Lombardi 
O jovem Christyan segue o  exemplo de Cristiano  desde os primeiros dias em que procurou a academia  para a  prática da educação física.  Ele  passa  as tardes durante  toda a semana fazendo exercícios e  auxiliando nos trabalhos  quando preciso.  Assim ele segue aprendendo e tomou uma decisão, quer ser acadêmico de educação física já no próximo ano.

“... Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.” (Paulo Freire).

Verdadeiramente a prática esportiva assume um papel de extrema importância para a inclusão social, todavia, devemos lembrar que para alguém ser incluído socialmente pela pratica esportiva é necessário uma  educação de qualidade.

   

Precisamos urgentemente de acertar o sistema viário

O contribuinte ao circular pelas ruas da cidade muitas vezes não percebe o caos que está instalado no trânsito.  Nas quadras centrais até a presente data não se regulamentou estacionamento de motos e elas são colocadas ao longo das ruas ocupando vagas de automóveis.   Não seria simples resolver esse problema reservando-se nas extremidades das quadras espaço suficiente para três ou quatro motos e colocar sinalização de estacionamento de motos?
Num fim de tarde, transitando pela Augusto  Guimarães no sentido  Sete de Setembro para Quartel,  perdão, me  enganei com a  denominação da rua depois da Sete  até o sinaleiro da Jesuino R Loures  a  rua  tem o nome  de Bonifácio Teixeira Batista, após o cruzamento começa a Augusto Guimarães.   Curioso é que via em toda sua extensão não tem mais que 1.000m e tem dois nomes. 

A  partir do semáforo  a rua passa a  denominar-se Augusto Guimaraes e tem ao todo  oito quadras
com esta denominaçao.

Da rua Sete de Setembro até o semaforo da Jesuino Rocha Loures demonina-se Bonifacio T. Batista
O fato  curioso é que trata-se apenas de duzentos  metros  com esse  nome. 

Outro fato curioso é que se trata via de sentido único, na primeira quadra não tem placa alguma regulamentando estacionamento e quando atingimos o meio da quadra seguinte antes do semáforo foram implantadas quatro placas de Estacionamento Proibido, sendo duas do lado direito e duas do lado esquerdo.  Este tipo de sinalização beneficia ou prejudica quem?

Em cinquenta metros de distância  do semaforo da Jesuino R. Loures foram colocadas
quatro placas de regulamentaçao de estacionamento proibido duas  de cada lado da rua.

Ora, em se tratando de via com sentido único seria interessante regulamentar estacionamento em toda a extensão e de modo que se permitisse estacionar do lado direito tão somente para um melhor fluxo de veículos.
Neste período em que observamos estes casos, duas carretas, um semi reboque de 27 ton. e um caminhão bi trem transitaram  pela  via no sentido do quartel,  apesar  das placas  de proibido  caminhões.

Curiosamente um dia após termos postado esta situação acima o setor  responsável mandou retirar as placas em excesso ali foram colocadas,  restando somente   vestígios da  retirada.


No cruzamento da Rua Jose Osório com Jesuino R. Loures no sentido do Clube Caça e Pesca para o Bairro Divino apesar do semáforo temos ali um amontoado de placas desnecessárias, bastaria adequar as placas ao código de trânsito. Um detalhe também interessante é que a Rua Jose Osório também sofre com o trânsito de caminhões pesados e está danificada na maior parte de sua extensão,  recebendo  vez por outra  uma  operação  tapa  buracos.

Em primeiro plano  temos uma placa de preferencial, que nao se sabe o motivo se existe semáforo em funcionamento.
No alto presa ao pórtico uma  placa de sentido proibido, a  mesma  sinalizacao tambem na vertical no poste a  direita.     Em frente  mais uma  placa "Atençao Novo Sentido"
A Rua Manoel Inácio Loyola teve um aumento de trânsito considerável em razão do funcionamento de dois colégios e doravante com o funcionamento do novo colégio Senhorinha Miranda Mendes, conseqüentemente as vagas do Sebastião Paraná aumentarão forçando o crescimento da demanda e aumento da circulação de veículos. Por si só este fato já deveria mobilizar estudos para se adequar o trânsito na região citada, de modo a prevenir possíveis acidentes, talvez  com a implantação de sentido   único na Manoel Inácio com   retorno pela Dr. Bevilacqua e Padre Aquiles.


Rua Manoel Inacio de Loyola, 22h45  trânsito de pouco intensidade, pedestres andando no leito
da rua.


O que percebe-se  nesta  confusão  toda  que existe um amadorismo  sem precedente demonstrado neste trabalho.

E por fim, não há que se fazer estes estudos e adequações em final de feira por que o resultado  poderá ser de tempo perdido e retrabalho. Quem deve se ocupar desse ajustamento do sistema viário é a nova administração, que deverá implantar o Depaltran que já tem inclusive os aprovados em concurso.
Em tempo: agentes do Depaltran serão funcionários públicos e pressupõe que estarão a serviço da comunidade e não a  serviço de uma  guarda particular.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Surgem primeiros problemas da construção da Escola Senhorinha Miranda Mendes



Um sonho de tantas décadas começa a preocupar professores e pais de alunos quando a obra  está para ser entregue  e  inaugurada.

A Escola Municipal Senhorinha Miranda Mendes, um  projeto  de mais de R$ 4 milhões conforme divulgado, tem alguns problemas  sérios para serem corrigidos.

1.      Falta de espaço  físico  para práticas de educação física;
2.      As colunas coloridas na área coberta foram  pintadas  sem que estivessem todas revestidas (falta acabamento);
3.      Primeira rampa de acesso tem sua  parede  lateral esquerda levantada fora de alinhamento;

4.      No segundo vão da rampa de acesso, lado  direito o   revestimento em reboco tem uma  espessura de aproximadamente  5 centímetros o que significa a dizer  que também tem  erros de levantamento,  falta de alinhamento ou de prumo.

5.     O revestimento da coluna  na  segunda rampa feito com reboco (massa grossa), desempenado antes de estar no ponto apresenta trincas, que poderão  ser cobertas com textura e  mais tarde começar a  cair.

6.      Na portaria  de entrada, as fachadas foram pintadas sem a conclusão do acabamento de revestimento.


Resta  saber se o poder público aceitará a  entrega da obra  desta forma ou exigirá os reparos.

SAMU de Palmas, a inoperância que custa caro para o contribuinte.


Abordamos por diversas vezes a situação em que se encontra o SAMU e agora  voltamos para tentar entender  o porquê da inoperância.  Não se trata do atraso para o início dos trabalhos, mas sim para sabermos qual  justificativa se dará para que não se cumpra o cronograma anteriormente prescrito pela Coordenação Geral de Urgência e Emergência - CGUE/DAE/SAS/MS em Brasília, quando afirmava que a data para inicio do funcionamento era agosto/2012.

A informação é clara e concisa demonstra que a inoperância se dá em razão  de falta de vontade política,  respeito com a  coisa  pública, em especial com equipamentos doados  pelo governo  federal .

From:dany.silva@saude.gov.br To:l_m_dasilva@hotmail.com Subject: RES: RES: CONTINUA A POLÊMICA DEMORA DO FUNCIONAMENTO DO SAMU NO SUDOESTE Date: Tue, 24 Jul 2012 17:31:44 +0000Caro Luiz, o SAMU regional de Pato Branco esta sobre a gestão de todos os Municípios que fazem parte deste projeto. Quanto a competência para agilizar o processo não cabe ao Ministério da Saúde avaliá-la, pois todos os municípios do Brasil que recebeu recursos financeiros e ambulância do Governo Federal e que não colocou em funcionamento esta passando por um processo jurídico onde a Advocacia Geral da União tem a proposta de devolução dos bens doados, então não esta mais nas mão do Ministério da Saúde avaliar o pleito, a ultima manifestação feita foi dado para nos que a data para inicio do funcionamento era agosto/2012. Como os municípios são autônomos para decidir se quer ou não implantar o serviço, só nos cabe através da AGU solicitar que os bens sejam devolvidos, de modo que se isso acontecer a população ficará sem o serviço. Então o melhor meio de ver a real situação do SAMU e acionar o Ministério Publico Local onde o mesmo tem poderes para solicitar respostas e soluções. Dany Luiz da Silva
Coordenação Geral de Urgência e Emergência CGUE/DAE/SAS/MSEdifício Premium SAF SUL – Quadra 2 – Lotes 5/6Bloco II – 1º andar – Sala 106 - CEP: 70.070-600 - Brasília/DFTelefone: (61) 3315-9204    Fax: (61) 3306-8200

Pelo que vemos  na  resposta acima  caso o  SAMU  não  funcionar os município serão cobrados pela AGU (Advocacia Geral da União) para devolver recursos financeiros e ambulância do Governo Federal.
Diz Elson Munaretto (PMDB),  presidente interino do Consórcio Intermunicipal do Sudoeste do Paraná (Ciruspar
“Nós estamos precisando de um comprometimento maior das lideranças para fazer com que o SAMU saia à rua, preste um serviço eficiente, de qualidade e que dê a certeza à população de que o serviço será prestado dentro de uma recomendação do Ministério da Saúde”, disse ontem o prefeito de Bom Sucesso do Sul, Elson Munaretto (PMDB),  presidente interino do Consórcio Intermunicipal do Sudoeste do Paraná (Ciruspar), mantenedor do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), que mais uma vez teve seu início adiado de 15 setembro para a primeira quinzena de outubro”.
Com todas as recomendações da Coordenação Geral de Urgência e Emergência CGUE/DAE/SAS/MS e do presidente do CIRUSPAR para que o serviço fosse efetivamente  iniciado em 5 de novembro  ainda temos casos de atrasos que  podem complicar o andamento dos trabalhos.

Ambulância parada, sem placa e exposta ao  tempo


Em Palmas será necessário  também acomodações  adequadas  para as equipes, alojamento, sala com  sofás de TV com pequena biblioteca com  jornais, revistas, publicações  atualizadas sobre Urgência e  Emergência, primeiros socorros. 

Para que  as equipes estejam sempre  prontas  para o trabalho é necessário  dar  condições  adequadas.   As salas de recepção  também  ter condições mínimas necessárias  ao bom atendimento.  Precisa-se ter mesas  para computadores,  rádios,  cadeiras  e  sofá  para  o   usuário.

Nas  cidades onde o SAMU está funcionando as equipes trabalham  em escalas de plantões e as instalações dispõe de uma estrutura funcional,  confortável e não  existe a  preocupação em usar a  cozinha para preparar   refeições por que os socorristas não podem gastar  tempo em cozinha, que é instalada somente  para lanches  rápidos, ainda assim é possível verificarmos que em muito postos de SAMU tem até microondas.

Por outro  lado, dado a desorganização e  falta de vontade política vemos diariamente na imprensa que espocam confusões,  greves e manifestações com  relação ao SAMU.

Uma das mais graves situações  acontece  com o SAMU de Floriano está em estado de greve.


O Presidente do Sindicato dos Médicos de Floriano e médico do Serviço de Atendimento Móvel (SAMU), Dr. Osmundo Andrade, falou em entrevista a reportagem do Portal FlorianoNews neste domingo (04), sobre o estado que se encontra o SAMU de Floriano. De acordo com o médico a classe não deflagrou a greve ainda, mas está em estado de greve. 
Socorristass  do SAMU  Sao Luiz em estado de greve


“Na noite desta segunda-feira iremos fazer uma assembléia geral para mostrar aos administradores municipais os problemas que existem no SAMU, principalmente com relação ao salário que está defasado e a mais de três anos nós tivemos aumento, e em relação aos outros SAMU’s nós estamos totalmente defasados, além das condições de trabalho que são precárias, ou seja, está faltando uma série de materiais que dificulta o nosso trabalho. A assembléia geral acontece às 20h00 e nós vamos entrar em estado de greve, primeiro nós vamos fazer a reivindicação por escrito na Secretaria de Saúde, mostrar que houve aumento do repasse do SAMU e, no entanto, esse repasse não foi repassado aos trabalhadores do SAMU". 
O leitor pode verificar acima  que um dos motivos da greve é a não reposição salarial  por parte da prefeitura o que constituem um  grave erro  pelo fato da verba para isso ser repassada pelo governo federal e com um  equivoco pois  poderia ser repassada para um  consórcio  regional e  evitar este  transtorno causado por gerência pública municipal  quando  a verba é destinada aos cofres do município. Neste  caso cria-se uma pequena  confusão  misturando a  verba do SAMU,  com o do município e em  consequência o administrador age como se fosse verba  de seu próprio bolso.

Estas situações de greves do SAMU  em diferentes estados  servem de alerta  para o administrador regional para que não  tenhamos aqui a  reprodução dos mesmos erros, inclusive com a falta de equipamentos e outros materiais.



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Economia, ecologia, meio ambiente e responsabilidade social

Economia, ecologia, meio ambiente e responsabilidade social
Prof. Dr. Luiz Manoel da Silva
Seguidamente em nossos artigos abordamos questões relacionadas ao meio ambiente e vez por outra encontramos situações problemáticas e outras que demonstram o zelo e os cuidados com o  bem público.
Um exemplo de cuidado com o bem público vem de Ponta Grossa, onde o cidadão, Leomir Malinski, morador na Quadra G do Conjunto Habitacional 31 de Março, solicitou ao poder publico permissão para cuidar da praça existente em frente da casa onde residia. Hoje Leomir já falecido é lembrado por este gesto e a sua esposa continua a missão delegada para conservação da praça, plantando flores, mantendo a grama aparada, calçadas limpas e sem lixo.
A família de Leomir Malinski reside neste local desde os anos 70 quando ele ainda era funcionário da COMABRA, antigo frigorífico Wilson.
Queremos aqui neste pequeno  espaço render homenagem a Leomir até como  forma de incentivo a todas as pessoas  que podem  efetivamente  fazer alguma coisa  pela preservação do meio ambiente.  Lembramos que nem sempre é possível ao setor público atuar  em todas  as áreas,  mesmo   tendo setores  responsáveis por cada situação.
Não necessariamente precisamos fazer com Leomir fez na  praça citada,  mas  podemos evitar  de jogar  lixo   fora   dos coletores, nas ruas, calçadas, entulhos  de construções em fundos de vales,   aterrar  fundos de vales  para prejudicar as pequenas  fontes  ali existentes.

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Miopia, Letargia ou administração de plano estratégico?

Em qualquer setor o principio básico para o administrador é  que se tenha em mente a  missão, ou seja, apresentação formal da razão de existir de uma organização.
A missão deve dar direção e controle para o trabalho, sendo ampla o suficiente para evitar que seja míope e focalizada o necessário para direcionar os seus trabalhos. Quando o administrador é míope, o triste da miopia é que ela permite tão somente visualizar a fila do caixa do banco para receber o salário a todo o mês.
Um administrador miope num curto espaço de tempo anda sem rumo.
Vez por outra temos setores que decididamente  não apresentam resultados satisfatórios ou concretos e  até mesmo  ocorrem desvios de funções.
Quando não se tem claro os rumos que se deve tomar nos arriscamos a fazer vôos cegos. Por conta disso pergunta-se: Existe  alguma  pessoa que se arriscaria a embarcar numa aeronave para   fazer  um vôo  com destino incerto,  enfrentando turbulências e com piloto inexperiente?
A administração pública é contumaz neste tipo de arranjo e por diversas vezes tomamos conhecimento via mídia de prejuízos irreparáveis, e, quando não acontece perda de vidas  como nos desastres da área da saúde, com elevação do índices de mortes  tanto de crianças como de adultos por falta de assistência  médica ou por falta de um programa de medicina preventiva.   Há quem se exalte em apresentar elevação de gastos na área  de saúde como  se fosse um bom   trabalho, quando o correto  seria  a  redução de gastos com  prevenção.
De há muito não se ouve falar em administração pública com aspecto de administração de empresas onde se busca sempre um resultado positivo.  Os administradores em qualquer nível são guindados aos postos pelos laços familiares, pela amizade, compadrio e Q.I. (quem indica) ou até por vestir a camisa. Estes são pré requisitos essenciais para o posto.
Uma situação até um pouco interessante vai ocorrer com a reforma do secretariado no estado, onde o governador pensando na reeleição aproveita  para acomodar os  companheiros que ficarão desempregados na troca de prefeito de Curitiba. Neste embalo, até o próprio filho que é secretário de Ducci em assuntos da copa será levado para o governo estadual,  quem  sabe se  crie  um  secretaria   similar a da prefeitura.
Uma grande questão está relacionada à situação atual dos municípios, quanto à mentalidade urbana, tamanho das cidades e condições de vida da população.
Quando se pensa um município vem à mente a possibilidade da elaboração do Plano Estratégico Municipal com metodologia participativa, organização dos Conselhos Setoriais e nova articulação das lideranças e instituições estratégicas.  Resta sabe se o administrador gostaria de contar com uma metodologia participativa onde a sociedade organizada pudesse  contribuir  efetivamente  com a  gestão.
Quanto aos conselhos não dá para entender por que todos eles estão sujeitos á  manipulação do executivo e até  na  definição dos presidentes. Todos os presidentes de conselhos devem atrelados ao executivo?
Quais as razões  para que um  Conselho de Desenvolvimento não tenha participação na análise  e discussão de projetos  de implantação ou expansão de  empresas?  Quantas vezes o conselho é chamado para discutir a possibilidade implantação de uma área industrial. Os conselheiros tem conhecimento da existência de um Fundo de Desenvolvimento Estadual (FDE) que é para financiar implantação de áreas industriais? Conselho de Desenvolvimento nunca é chamado para discutir um projeto de incubadoras empresariais?  
Enquanto o administrador público do interior do estado não recorre ao Fundo de Desenvolvimento Estadual (FDE) por falta de projetos consistentes, o governo do estado libera a verba para construção de estádio particular como a Arena da Baixada e  fantasia esta  situação com nome sugestivo. Financiamento através da possibilidade de negociação do Potencial  Construtivo.  

http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/466737/?noticia=FDE+PODE+GARANTIR+COPA+NA+ARENA+DA+BAIXADA 

Enquanto municípios não apresentam projetos  consistentes  para pleitear financiamentos o governo do estado joga dinheiro pela  janela, e, interessante dizer  que isto ocorre  de longa  data, basta  ver que em 2005 houve uma  tentativa  de instalação de uma CPI sobre  Fundo de Desenvolvimento Estadual (FDE).

http://www.parana-online.com.br/editoria/politica/news/116675/?noticia=AL+VAI+INVESTIGAR+GESTAO+DO+FDE     
No caso especifico de Palmas, que município  temos? E  que município queremos?   Em cada setor existem pessoas com conhecimento e experiência o suficiente para gerir bons resultados?
Ao serem questionados sobre a responsabilidade a eles delegada responderiam de que maneira algumas questões sobre o setor que assumiram por estar afeto à missão do mesmo?  O quê?  Onde?  Para quem? Como? Com que finalidade?
A ausência de planejamento não pode ser de toda considerada falta de “planejamento”, na realidade já existe um plano  preconcebido  que  vai em outra direção, quem  sabe, do interesse  particular.

“Quem planeja curto prazo deve cultivar cereais; a  médio prazo, plantar árvores;  a longo prazo, educar homens.”  Kwanstsu, Seculo 3 a. C.
No entendimento do Ph.D Henry Mintzberg sobre administração estratéogica temos que:
“o processo de conceber, implementar e avaliar continuamente uma estratégia que assegure o êxito atual da organização e construa  as competências essenciais para o seu sucesso no futuro.”
O gerenciamento através deste tipo de gestão busca responder aspectos como:
1.   Onde a organização está? (através do diagnóstico estratégico);
2.   Aonde a organização quer chegar? (através da visão e objetivos);
3.   Como a organização irá chegar? (através das metas, programas e ações);
4.   Como a organização está indo? (através dos sistemas de controle).
Em uma análise bem apurada podemos tomar conhecimento da atual situação da organização e a  partir dai direcionar esforços na intuito de trabalhar os pontos fortes e as oportunidades existentes de forma mais objetiva; também podemos aproveitar o levantamento para neutralizar os pontos fracos encontrados e reduzir ou pelo menos minimizar os impactos das ameaças existentes no ambiente; Com isso, os objetivos poderão ser traçados de forma realista e mensurável.
No caso seria possível convocar os estudiosos sobre os assuntos brasileiros interessados em examinar e debater os problemas econômicos, sociais e políticos, sem criar ou vender ilusões, fantasias, enrustir o atraso econômico e social, mascarando-o com obras ilusórias. De que adianta pavimento asfáltico onde não existe saneamento básico ou moradia digna?   
Não é possível aceitar que o estado de um modo geral não tenha condições financeiras de  desenvolver projetos de interesse  coletivo e  que a  desculpa seja  sempre de que não existe verbas.  
O que não se  pode fazer é gastar   toda a  verba de três ou quatro   anos  em  seis  meses que antecedem um  campanha política, ou fazer como o governo do estado faz  no  trecho entre Matelândia e Medianeira, onde banca a  duplicação deste  trecho em uma  rodovia federal. Se  a   rodovia é federal o governo do estado  poderia recorrer a projetos e  cobrar do federal a solução  do problema.
Outra  situação   estranha neste  caso  é que  trata-se de uma  rodovia pedagiada (entregue a  administração de um consórcio).  O  estado gasta    o que arrecada  com impostos do povo  paranaense e  o governo federal  não delegou a  BR  para o estado. O estado não ganha nada com o pedágio.
A história mostra que a revolução de trinta tentou criar bases para a burguesia nacional, e, hoje a crise é da própria burguesia, onde o Estado não pode financiar soluções econômicas.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Samu funcionará em menos de 25 dias diz presidente do Ciruspar

Mais uma assembléia extraordinária na segunda feira dia 15 de outubro para definir a entrada em funcionamento do SAMU na região.  Ficou definida a  data de 5  de novembro e não pode ser alterada.
O trabalho e o treinamento das  equipes é intenso e muitas coisas já  estão prontas, as ambulâncias  todas estão equipadas, a  central de regulação  está em dia e a parte de do  serviço de comunicações entre as escalas dos profissionais e as bases devem   tudo estar em perfeita  sintonia, ligados para que em 5  de novembro seja data  a  partida.
Elson Munareto  falou que foram muitos os problemas surgidos e aos poucos foram  solucionados, como   concurso  público, contratação, treinamento  e  mais três  testes  seletivos para cobrir  a demanda de vagas. O  maior problema hoje está relacionado ao financeiro da Ciruspar.  Para funcionar o Samu necessita de suporte  financeiro  e  sem o apoio do Ministério da Saúde e SESA  para qualificar e habilitar o Samu corre  risco, por que sendo de responsabilidade de todos os municípios,  é necessário  que todos  cumpram  com  os compromissos assumidos junto ao consorcio. 
Ao comentar  sobre a  dificuldade financeira do Samu ele   garantiu que o orçamento atual permitirá o funcionamento por dois meses.  Falou ainda que 50% dos municípios que fazem parte do consorcio estão  com as contas em dia mas a segunda metade tem  municípios que ainda não  pagaram nada.
Os municípios inadimplentes  que tiverem o débito parcelado, que não quitarem suas  dívidas, já na primeira parcela de outubro, ficou aprovado na  assembléia  que o consórcio tomará medidas judiciais cabíveis e provavelmente o Ministério Publico será  provocado  sujeitando os inadimplentes a uma  ação por improbidade administrativa. 
Se ocorrer  uma  ação apor improbidade administrativa  de certa forma  atingirá  também aqueles  municípios que estão  em dia com o consórcio.  Ficará caracterizado que os recursos públicos não tem  alcançado resultados  esperados.

Um questionamento   fica para ser respondido pelo administrador público em Palmas. O municipio  está entre os 50%  que cumpriram os   compromissos assumidos junto ao Ciruspar   e está com as parcelas  em dia?

Se não cumpriu (nao pagou  nenhuma  parcela) qual a  dificuldade?

E a Câmara de vereadores não  sabia  nada?   Não  autorizou o  municipio  a  integrar  o consórcio?

Que providencias serão  tomadas  para cumprir o que foi  determinado em assembleia  geral  para que o SAMU   comece a  funcionar em 5  de novembro? 
Munareto afirmou  ainda que as medidas para que efetivamente o Samu comece a funcionar e espera que todos os participantes  honrem os compromissos.  Falou  ainda que assim que Samu funcionar o Ministério da Saúde e a SESA darão habilitação e qualificação para que após ocorra  repasse de recursos da União e Estado  e não mais dos municípios.
Para repassar informações aos próximos administradores do Samu no Sudoeste no  dia 26  de outubro as 14h00, haverá uma  reunião na AMSOP  com os 42 prefeitos eleitos na  região.