quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uma visão deturpada da Teoria Democrática do Poder


Muito embora tenhamos uma Constituição Federal de 1988 que contemple no artigo 5° que somos todos iguais perante a lei, alguns insistem em serem mais iguais e tentam impor suas vontades em detrimento do restante da população.
   
Não queremos aqui no ater a situações de cunho religioso ou de comportamento, mas no aspecto  que trata  das  questões de interesses de toda  a  comunidade.

É impossível aceitar  que a população pague tantos impostos  e não  tenha a  contrapartida  em melhores  serviços de saúde,  de educação, de segurança,  de saneamento  básico  entre os demais.

Não  dá  para entender  por que  pagamos tarifas de coleta de esgotos  e lixo  os rios  estão  completamente   comprometidos com  despejo de  esgotos  domésticos e  lixos.

Parece que ao invés de avançar   voltamos  aos  tempos da democracia  ateniense 594 a.C.,  quando a  prática de governo  impunha o devotamento  dos  cidadãos, coisa   similar  à  escravidão  imposta  pelos  que doam cesta básica.  Neste  período o  cidadão  se entregava de corpo e alma, ao ser viço público, dando o sangue na guerra e o serviço em tempo de paz,   devendo se esquecer dos interesses  próprios.
A politização  era  tão dominante que  inevitavelmente aprofundava  o desequilíbrio  social,  a hipertrofia política e  a hipertrofia econômica.  À  medida  que a  democracia  avançava os cidadãos  ficavam cada vez mais pobres.
Quando o estado entrava  em crise   financeira ou  perturbação econômica  a saída era o confisco de riquezas, para  compensar a  produção insuficiente de bens.   Estes problemas levaram a   democracia a sua própria destruição pela   luta de classes entre ricos e pobres.

Hoje o  que se  vê  nesta fadada   democracia  é a perpetuação  do sistema de capitanias   hereditárias  onde um grupo  ou família   toma   conta  de espaço  territorial e  aponta a dedo aas pessoas  que devem ser perseguidas,  presas, julgadas  e condenadas, nos mesmos  moldes   dos donatários  dos  tempos do império. Isto decididamente  não é democracia!

Atualmente, no setor público temos mentes conturbadas que praticam coisas   terríveis, inimagináveis, nem que para isso  seja preciso impor  prejuízos e atrasos a  um estado, município ou até mesmo no plano  federal,  dentro de um  conceito  de quanto pior melhor.  

Façamos uma analogia  com  essas  práticas nocivas impostas  pelos  donatários, quando ele  pensaria  assim:

Na primeira ele diz: tomara que o mundo acabe em fogo  que   daí eu pego   tudo que sobrar  e  vendo. Fazendo isso eu ficarei bem de vida.   Vou vender tudo o que eu pegar e comprar mansões, fazendas, casas na praia.   O camarada é tão idiota que não se lembra do pensamento inicial.

Quero que o mundo  acabe  em fogo  que   daí eu pego   tudo que sobrar  e  vendo”.  

Ora se ele quer que acabe tudo em fogo para quem ele vai  vender  e  o que vai sobrar para ele  vender?

Assim agem alguns políticos, eles colocam fogo no mato e perdem até a roça.

Esse tipo de gente não deixa o povo crescer enquanto isso a  sua produção também  não  cresce ou deixa  muito a desejar. Ele quer parecer  um rei embora  seus  súditos  se empilhem  em favelas,  um  verdadeiro  rei de favelados.   
O muito que ele  consegue é passar  noites  e  noites  em claro   sonhando  como derrubar o oponente  para que futuramente  ele possa   reinar  sozinho.  
A  ambição é tanta  que chegam a contrair males  que lhe fazem definhar, ou  muitas vezes  até a instituição familiar perece.

No segundo caso quando tem a oportunidade eles impõem a teoria do “Elefante de  Circo”, por que eles creem que o povo  não sabe o poder  que tem,  não sabe a  força  que tem, então  fica   fácil  de aliená-los,  escravizá-los com uma  cesta  básica, batizando um  filho  e coisas  desse tipo.

O Elefante de Circo não sabe a força que tem e o adestrador ou treinador   coloca uma corrente  na pata  quando o elefante ainda é  novinho,   finca uma   pequena estaca  no chão  e  coloca  o elefante  para   girar  em torno da estaca.   Resultado disso é que o elefante chega a afundar o chão em volta da  estaca.  Da mesma forma  acontece  com o povo  que  se entrega  para um  dominador, um adestrador  um treinador de elefante,  ele   afunda  o carreador atrás  de pequenos  favores.
Quando o povo não quer se libertar o muito que ele espera é ser tratado como elefante  de circo.

Todo o político  que assim age demonstra ter como livro de cabeceira o livro  A arte da  guerra  de Sun Tzu II  da editora Record.

Uma das funções mais importantes  da literatura  estratégica em domínio publico hoje em dia, portanto, pode ser ampliar a  compreensão geral do poder  e seus usos e  abusos.
Compreende-se o poder e como funcionam  sua configurações, como massas  de pessoas  influenciadas, como indivíduos  e povos se tornam vulneráveis a contradições internas e agressão externa e  é possível analisar de forma objetiva e verdadeira o funcionamento do mundo em que vivemos e esperamos aprender a evitar os abusos  do poder aos quais as infraestruturas maciças e impessoais da vida moderna estão sujeitas”.   

Quando nos deparamos  com um município  em situação caótica,   travado pela imposição legal sem poder avançar  com projetos que atendam as necessidades da população  ou ainda  por disputas deixa-se transparecer a  existência  ou predisposição ou vontade de se destruir uns aos outros  e  a destruição   coletiva.


Definitivamente não é isso que se espera  de  um   regime  dito  democrático.  

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PERSPECTIVAS PARA AS ORGANIZAÇÕES COOPERATIVAS E A ESTRUTURA DE PODER


Ao final de 2003 no mês de outubro concluímos um estudo teve por finalidade uma análise do comportamento da organização cooperativa quanto a estratégias utilizadas pela SUDCOOP, frente às variações no padrão de concorrência e ainda, avaliar a estrutura competitiva da organização sob a ótica do modelo de PORTER, bem como, analisar o comportamento da dinâmica organizacional a partir da implementação do planejamento estratégico.

Buscou-se inicialmente identificar as estratégias, adotadas, como a administração profissionalizada, as parcerias, fusões, suporte técnico ao produtor cooperado e ainda, os técnicos e profissionais da cooperativa que passaram a atuar também como produtores. Neste ponto todos os entrevistados consideram de fundamental importância contar com administradores profissionais.

Por outro lado, ao estudar o sistema cooperativo visualiza-se um quadro com perspectivas bastante positivas para o sistema, ao mesmo tempo em que todo o setor produtivo passa por um momento de grandes transformações, em função de uma dinâmica da aldeia global e em conseqüência da necessidade de adequação para sua inserção no mercado mundial e para sobreviverem à guerra da competitividade.

Desta forma, uma cooperativa sente a necessidade um melhor aproveitamento de seu potencial e suas estratégias, bem como a especialização e a profissionalização dos negócios, o ganho em produtividade e a procura por novos nichos de mercado são algumas das principais condições para permanência no mercado e crescimento do sistema cooperativo, deixando claro que a modernização não é simplesmente uma troca de técnicas atrasadas por técnicas modernas, mas uma transformação ampla, contando com apoio do Estado e das empresas agro-industriais.

No passado, quanto ao RECOOP, algumas cooperativas não conseguiram se habilitar no programa, umas devidos as exigências no que tange a garantias reais, outras, por que suas necessidades de inversões não se enquadravam no programa.

“O RECOOP foi criado para ser uma arma contra o desaparecimento das cooperativas, mas nenhum contrato de financiamento foi fechado. Os recursos já estariam disponíveis no Tesouro, mas os bancos, que fariam o repasse às cooperativas, a não se interessaram em retira-los”. MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.715-2, DE 29 DE OUTUBRO DE 1998.
http://www.portaltributario.com.br/legislacao/mp1715.htm

Por fim, se hoje fantasmas como a inflação, desemprego, crise, fome, insegurança, ameaçam a estabilidade da economia e apesar dos efeitos da globalização, o cooperativismo desponta como uma alternativa, para o desenvolvimento, se comparado ao capitalismo que não proporcionou condições de melhor distribuir a renda ou os frutos do crescimento econômico e a um socialismo que sequer alcançou riquezas para distribuir.

Ao buscar dados junto a outras cooperativas, contatamos que de modo geral todas estão empenhadas em manter parcerias e sustentam que até mesmo fusões podem ser empregadas como forma de se manter no mercado e alcançar resultados positivos, parcerias estas que passam trabalho de pesquisa, melhoramento genético, produção e distribuição de sementes bem como, na industrialização e distribuição da produção.

Portanto, cremos que cooperados poderiam se associar a cooperativa de crédito que para o financiar seus associados buscam os recursos equalizados do Banco Central e procuram manter o objetivo que é ter recursos diretos do Tesouro Nacional para que não tenha a necessidade de engessar os próprios recursos no custeio agrícola e sim utilizar os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Verifica-se um significativo avanço da Sistema Cooperativo de Crédito que passa a disputar mercado com outras empresas do setor financeiro, atuando no financiamento da produção e oferecendo produtos similares aos dos bancos comerciais.

Cremos ser perfeitamente possível a interação das cooperativas em questão, bastando que se caminhe numa só direção.
Por conta desta afirmativa, nos apropriamos do ensinamento de Charles Gide, um dos percussores do cooperativismo que dizia:

“Para todo o problema cooperativo há sempre uma solução cooperativa”.
E GIDE, ainda traçou as doze virtudes do sistema cooperativo sendo que descrevemos aqui a 12ª (décima segunda).

“Abolir os conflitos - na cooperativa de consumo, o consumidor toma-se seu próprio fornecedor; na cooperativa de produção o operário toma-se seu próprio patrão; na cooperativa de crédito, o sacador toma-se seu próprio sacado; na cooperativa de habitação o locatário toma-se seu próprio locador, e assim por diante, de modo que toda disputa cessa pela fusão dos inimigos, ou melhor, o combate cessa por falta de combatentes”.

O modelo das cinco forças de Porter é uma ferramenta para auxiliar na estratégia da unidade de negócio e para entender o ambiente externo. Serve também para fazer análise da atratividade de um determinado segmento de um negocio ou de um produto

O Modelo das cinco Forças de Porter / Livro: Michael E. Porter - Competitive Strategy
Vide resumo dos principais pontos do modelo.

Ameaça para entrada de novos competidores:

• Economias de escala, Exigências de capital/investimento,custos de substituição dos clientes, alcance dos canais de distribuição, alcance da tecnologia, lealdade • Existe probabilidade da retaliação dos competidores existentes no mercado.

A ameaça dos produtos alternativos depende de:

• Qualidade. É um substituto melhor? vontade dos compradores substituírem produtos atuais, o preço e performance dos substitutos.
• Os custos de migração para substitutos. É fácil mudar para um outro produto?
concorrentes pequenos ou que atuem em nichos específicos de mercado.
.A rivalidade será menor se uma indústria tiver uma liderança incontestável de mercado.
.A estrutura de custos da indústria. As indústrias com custos fixos elevados incentivam. concorrentes a operarem a plena capacidade de forma a reduzirem preços e
ganharem mercado.
.Grau de diferenciação do produto. Nas indústrias onde os produtos são comodites (por exemplo aço, carvão) ocorre uma rivalidade maior .
•Custos do substituição. A rivalidade é menor quando os compradores têm custos de
troca elevados.
•Objetivos estratégicos. Se os concorrentes buscarem estratégias agressivas de
crescimento, a competitividade será mais intensa.

.Surge agora mais uma ameaça para o sistema. O poder público através de entes que pensam em beneficiar-se contrariam o disposto no Artigo 5º da Constituição Federal
XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Uma gestão estratégica ou ambiente favorável para atrasos


Constantemente  somos surpreendidos com informações ou publicações  que nos  deixam preocupados com o modelo de gestão empregado  no setor  público.

Seguidamente  vemos uma   sucessão de falhas em licitações contrariando a Lei n° 8.666, de 21 de junho de 1993 e estas  falhas levam até mesmo a intervenção  do MP para colocar as  coisas  no eixo.

Quando das campanhas  quantas vezes   ouvimos falar em necessidade de implantar um modelo  batizado de gestão participativa  ou até mesmo de choque de gestão. Bastam alguns meses  para o  contribuinte  verificar   que realmente   começou um  choque com a elevação das  tarifas e  taxas de  impostos e  que a guerra   fiscal  se acentua.

No plano  municipal as dúvidas   que se apresentam tem origens  talvez um  tanto  corriqueiras   estabelecidas  pela   competição ou disputas entre aqueles que compõem a  administração  e  que deveriam  se organizar  em equipes  para no  fim de cada  jornada ter um  resultado  positivo.

Neste aspecto sequer consideramos os exemplos  da natureza,  como  o  caso  dos  gansos  em voos,   que adotam  uma  formação em cunha para melhor  deslocamento  quebrando  a  força  contrária.   Os gansos sempre  tem um líder  a  frente  e  quando ele  cansa outro assume a  ponta  e assim sucessivamente, até  atingir o  objetivo.

O ser humano é completamente ao  contrário, centralizador por excelência,  não  deixa  surgir novas lideranças  sufocando  aquelas  que pressupostamente   se arriscarem a despontar. 

Em diversas oportunidades falamos  da necessidade  de uma  gestão  estratégica  de modo  que não  houvesse  sobrecarga  de trabalho e  concentração  numa  só pessoa.

Maquiavel ( 1469 – 1527 ) -  Na obra  o Principe
 “ Não há algo mais difícil, nem de êxito duvidoso ou perigoso, do que iniciar-se uma nova ordem de coisas, por que o reformador tem inimigos em todos aqueles a quem a ordem antiga beneficiava e, somente tímidos defensores naqueles que poderão tirar proveito da nova ordem”. 
“Esta fraqueza nasce parcialmente do medo dos adversários parcialmente da incredulidade dos homens que não acreditam verdadeiramente em algo novo senão depois de uma firme experiência”.

Do ponto de vista a legal alertamos que existe a  necessidade de criação  dos  Conselhos Setoriais  e  também a   desvinculação  daqueles  que  estão  presos  em  secretarias ou departamentos  completamente saturados  de trabalho, como  é o caso  por exemplo de esportes,  cultura   no   guarda  chuva da educação, meio ambiente preso  na  agricultura  e turismo na secretaria de indústria e comércio.

Explica-se: O Ministério de Turismo tem projetos e recursos (verbas) para investimentos no setor, mas para  tanto os interessados devem apresentar  toda  a documentação  pertinente, projetos e  certidões  encaminhadas   diretamente  pelo setor   responsável  pela  área  de turismo.   Esta  documentação deve ser acompanhada de um  cadastro/ficha de avaliação (para conceitos/pontuação). Se todas as formalidades não forem  cumpridas as  chances de  aprovação/avaliação  serão mínimas.

Outro  detalhe  que deve ser considerado por exemplo  é  o volume de serviço  natural em um setor   como  educação,   com  tempo bastante  tomado  em   atividades  correlatas  a  área  e  a  própria  infraestrutura da escolas.  Então, a  grande desafio é como agilizar  todos os  setores  acabando com a centralização e  alcançar melhores resultados?

Quando  um setor centraliza   tudo  e principalmente a  questão   burocrática   fica prejudicada  pelo  acúmulo de tarefas   a tendência é que  aquilo que  deveria  ser prioritário passe a  segundo plano.  Vamos exemplificar usando  situações reais:  Está  agendada para   o dia   9 de agosto a  Conferência Municipal  de Cultura  conforme os convites já encaminhados    e  neste  caso se  houver necessidade  de  material que deveria ser licitado e  ainda  não aconteceu, de quem  foi a  falha?   Da  secretaria de educação  que não   teve tempo  para  encaminhar  pedido de licitação ou  do  próprio setor  de licitação  que não  consegue   fazer   o trabalho  entregue de última  hora?

Aqui começamos a entender por que   estas  atividades  devem ser setoriais  e  não  vinculadas  a outros  departamentos,  existem  a necessidade de autonomia  no encaminhamento  de documentação e  projetos.

Um caso  interessante e  que nos  chama a  atenção   está  no  Departamento de Agricultura  que  tem  sob  sua  sombra o Meio Ambiente.   Aqui duas  situações distintas   antagônicas  e  que de certa  forma  criam mais  estranhezas e conflitos  perante os agentes  de crédito.

O Ministério de Meio Ambiente possui verbas  para recuperação  de fundos  de vales,   desassoreamento  dos rios,   reflorestamento e matas  ciliares  para proteção de mananciais,  entretanto, os projetos  devem ser encaminhados pelo  setor  competente  ou  seja o Departamento de Meio Ambiente e  não o da Agricultura.

Da mesma  forma  ocorre  com  o Esporte, onde a  autonomia  para desenvolvimento e encaminhamentos de projetos sofre  também  com essa  dependência   do  setor de educação.  

Uma pergunta fica  no ar:   qual a  dificuldade de emancipar  estes  setores  que estão  paralisados   pela  centralização e  dar-lhes   impulso  para  que possam de fato ter   avanços  e  conquistas em todos  os setores? 

Isto posto voltamos ao  inicio da  discussão  quando  falamos  em gestão  estratégica, e  diríamos  que   seria  de fundamental importância   uma  abertura franca para  que de fato tenhamos  uma  gestão participativa, onde a  sociedade (comunidade)  participe  efetivamente  das  discussões  e  colabore nas  definições de prioridades.


A sociedade  pode e  deve  participar  da discussões  dos  problemas  afetos a  todos  sob  pena  de  não  o fazendo ou se omitindo  não  poder  sequer   criticar  as falhas   dos  processos. 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Saldo das manifestações de rua e as perspectivas de futuro


Na nossa trajetória de vida sempre sonhamos que aos poucos o povo tomaria consciência  sobre direitos, consciência e lutaria  para  conquistar  melhores  condições de vida,  que deixaria de correr  atrás de pequenos  favores aqui, ali ou acolá  e simplesmente  deixaria  de trocar aquilo que realmente pode  colocar  em ordem esta nação por uma   sacola de comida  ou um cobertor  descartável uma  vez por ano.

A nação brasileira  estava deitada  num  berço  esplêndido e agora parece  que uma  parte do gigante   acordou, muito embora uma  pequena  parcela  ainda  sonhe  com a filas das cestas   básicas para  trocar  por votos.

Infelizmente ainda restam muitos  que estão  anestesiados,   são manipulados por uma  mídia chapa branca que mama  nas tetas   governamentais e se  acomoda dentro daquilo    que existe de pior  na cultura do inútil,  como  uma  bela  foto  ao lado de um senhor importante, de uma modelo, de um jogador de futebol,  uma  bola  ou camisa  autografada ou um cargo de  diretoria numa sociedade  de ASPONES.   Que benefícios  estas inutilidades trazem?

Com relação aos anestesiados  políticos façamos uma  comparação deles  com esses  que sofrem  com o abandono da saúde  pública.

O abandonado pelo poder público, não tem assistência  médica  digna, vai a um posto de saúde não tem  medicamentos, não  tem médicos por que não  recebem salários e esses  abandonados  de repente  são acometidos de uma AVC, um infarto ou  um  termo comumente  usado derrame. Ao sofrer alguma  coisa  desse tipo  pode ter  parte  dos movimentos  prejudicados,   assim acontece  com  o pessoal que  vive ao abandono e na carência de uma  sacola de comida, estão paralisados, que qualquer ASS, Cibalena, Melhoral faz  efeito  e esses  analgésicos  vem em forma de esmolas  para escravizar  cada  vez mais o povo.   Desenvolver programas para emancipar esta gente  não convém por que correm o risco  de perder  uma  fatia  dos votos  fáceis.

Desta forma  até os índios  foram alcançados  com agentes   políticos  se infiltrando nas aldeias, áreas  indígenas e levando coisas  maléficas  do homem  branco como prostituição, intrigas  que levam uma  parte abandonar aldeias  e morar  em favelas  nas periferias  das  cidades, embaixo de marquises de rodoviárias espalhadas  por esse  Brasil. Mentiram tanto  para os índios  que era  uma  sociedade  organizada  e acabaram  criando  divisões internas e até partidos  políticos.  O índio não  pode caçar, não  pode  cortar  taquara ou bambu  para fazer artesanato,  estão afogando a  cultura  indígena.

Se alguém se aventurar a um passeio  numa  área  indígena num   fim de semana pode  encontrar  índios  em  volta  de uma aparelho de TV assistindo a  dança  dos famosos  do Domingão do Faustão.   E uma informação  sobre estes  problemas  terríveis.  Com  a infiltração do branco entre índios muitos deles   agora  perambulam  pelas  cidades em  busca de uma  garrafa de cachaça,  dormem ao relento,  sem  contar  aqueles  que já  estão contaminados  por  doenças  do branco,  sífilis,   AIDS, tuberculose,   que antes  não existiam  entre  eles.    E um  chamado senador Renan  disse  em frente a  rede de TVs  que o foco  das  manifestações  era  só R$ 0,20.

Explica-se tudo isso : Façamos um comparativo  com uma  “técnica”  empregada por alguns políticos  safados espalhados  por esse  Brasil  em épocas de campanhas.

Não  precisamos  fazer nada agora  no inicio  de gestão por daqui a três  anos o povo não lembra mais o que fizemos e então podemos reservar  a grana  para ultimo  ano de gestão  e daí fazemos um amontoado de obras na correria,  inauguramos  sem ter concluído, tiramos  e  mostramos a mais belas  votos e ainda guardamos elas em arquivos para  serem usadas  como  forma  de chantagear o eleitor  dizendo, como que o obrigando a  votar em nós muito embora não tivéssemos  feito o mínimo para amenizar o sofrimento da população carente, não miseráveis,   carentes  melhor assistência  a  saúde, melhores  escolas,  mais segurança, geração de emprego e renda.

O grito das  ruas escancarou  ao  mundo todas  essas mazelas,  chegando ao absurdo de numa  fila  de entrada  de um  estádio ao passar  um  torcedor jogou uma  garrafa vazia  num  contêiner  de lixo  e sequer  viu  que dentro daquele contêiner  tinha uma mulher e um criança   procurando restos de comida. 

O mundo que conhecia o Brasil pelo  turismo sexual barato e com  crianças, prostituição nas avenidas,   garotos de programa,  carnaval  e  futebol  agora  passa  a ver que aqui   temos 190 milhões de brasileiros indignados com  mentiras oportunistas de períodos de campanha.

Devemos louvar  essa  geração  que foi às ruas   revindicar melhores  condições de vida, muito embora  delinquentes da palavra (atacam por detrás de um  microfone ou uma publicação),  para desmerecer  a  importância  do protesto ou da manifestação. 

Um delinquente mirim tira a vida de uma pessoa por que a  vitima  não tinha dinheiro ou pelo celular,   o delinquente  da palavra  que desvia  milhões e  milhões   de obras e serviços  prioritários  para a população tem a audácia  de dizer na  frente das câmeras  de TV  que é preciso atender  as reivindicações  das massas  apesar  de que o foco  seja só R$0,20.

Já dissemos inúmeras  vezes que a  administração  pública no Brasil  é  reativa. Em  campanhas usa-se um  discurso e cria-se uma ilusão de que os problemas  serão resolvidos.   Assumindo o poder primeiramente  reúne-se parentes  e amigos  e passam a  dividir  a  grana da viúva  chegando a causar  inveja  ao  mais nobre mortal  tão  grande e fabulosa  passa  a ser a  renda familiar.

É  um  tal  de vou  colocar  meu  irmão  para dirigir  a  secretaria tal por  que é cargo de confiança  e  ele  é  competente,  muito  embora  não tenha  uma  gato  para  puxar pelo rabo,   vou  colocar  meu  filho  com secretario especial para assuntos  aleatórios, o meu  cunhado e sobrinho  serão   responsáveis  pela nova  secretaria  responsável  por estudos e construção de campos  de pousos para  marcianos e vai por ai.


Quantos  ministérios o Brasil precisa???

quinta-feira, 27 de junho de 2013

A Economia X Ecologia e os Ambientalistas


A necessidade da geração de energia elétrica para a sustentação da base produtiva no Brasil, na década de 70, período do Milagre Econômico, constituía-se ponto de honra para a redução de um dos pontos de estrangulamentos da economia.  
Desse período a ideia contemplada em política e planejamento econômico, em  que o Estado  devia  projetar e  construir  grandes obras,   até  para  que se amenizasse um problema  que  vinha  se agravando  pouco a pouco, o  desemprego.   
Concebe-se a construção de Itaipu, como alternativa para fazer frente ao gargalo do desenvolvimento da indústria.    Com o início dos trabalhos, os problemas foram surgindo, impactos ambientais, desapropriação de terras, êxodo rural, o surgimento de favelas, deslocamento de contingentes enormes de trabalhadores em busca de um lugar ao sol.
Na busca pela industrialização, correndo atrás dos ricos, os países do Terceiro Mundo, centros e periferias, acaba alcançando um modelo onde se agrava as diferença de níveis de rendas.
Essas diferenças despertaram  a atenção de estudiosos,  como  STRAHM,  Rudolf H. (1992)  em sua  obra,    Desenvolvimento   -   Por que somos  tão pobres?No plano geográfico, os centros representam as aglomerações, no plano econômico as regiões industrializadas, e no plano social as camadas superiores da sociedade. Por periferia se entende as regiões marginalizadas, as favelas que circundam as cidades, assim, como o interior dos países”.
O citado autor aprofunda ainda mais seu estudo, e, dá ênfase à questão, reforçando o conceito de periferia, nos países em desenvolvimento, são as regiões pobres do interior, as favelas, os grupos marginais e os desempregados atraídos pelas cidades. Para ele, no plano econômico, as periferias dependem dos centros.  Elas fornecem mão-de-obra barata (migração, êxodo rural).  As ditas periferias fornecem também matérias-primas baratas e compram nas cidades os produtos caros.
No caso, a região atingida pela Barragem de Itaipu, vem apresentando um contraste, poucas vezes questionados pelos ambientalistas.  
Afora, questões como impacto ambiental, não vemos um ecologista falando em defesa do produtor rural que foi afastado da área, deslocado para outras regiões, sofrendo até com a ausência da cultura, onde até cemitérios foram abandonados, a falta das reuniões familiares, aqui também reside um impacto cultural, que exigia longo período de adaptação.  
No caso do produtor que possuía títulos de propriedade o problema até certo ponto foi contornado com uma indenização que bem ou mal, agradando uns e desagradando outro foi pago.
Todavia, tem aqueles, que não possuíam documentos de propriedade da terra, diga-se de passagem, os legítimos donos, descendentes, dos que aqui estavam, quando Cabral desembarcou e invadiu para dar início à exploração da riqueza e condenar esse povo à miséria.   
Os que não possuíam títulos, e tiveram suas terras alagadas são os índios Avás Guaranis, que hoje definham num arremedo de Reserva Indígena, em São Miguel do Iguaçu, abandonados pela sociedade, que hoje assiste TV a Cabo, ligada a uma rede de energia gerada com o alagamento.    
Lamentável, quando vemos no jornal (Voz da Fronteira - Manchete de Capa - Índia Abandonado), “Os índios Avás Guaranis abandonaram um bebê de apenas cinco meses de vida e pesando três quilos numa propriedade rural em São Miguel do Iguaçu. A enfermeira contratada pela prefeitura e que atende a comunidade de Santa Rosa do Ocoí, nas proximidades da aldeia, localizou a criança e encaminhou à Casa Abrigo. O promotor da Comarca convocou o cacique para dar informações sobre o caso. Os índios Avás Guaranis costumam abandonar os filho quando a família não tem alimentos. A aldeia se formou com as transferências dos indígenas, expulsos de suas terras pela construção da barragem de Itaipu. A prefeitura de SMI auxilia a tribo com alimentos, medicamentos, educação e roupas”.    
Quando dizemos que o impacto não é só ambiental, mas também cultural, reportamo-nos a este caso; qual é a cultura indígena?   Qual foi o impacto da construção da Usina nesta tribo?  Existe como mensurar isto?   Hoje, vemos o índio abandonando o filho por não poder alimentá-lo.    
A cultura indígena não diz que eles tinham pequenos plantios de mandioca, milho, etc., feitos pelas mulheres enquanto os homens caçavam e pescavam.  
Para tanto, teriam eles necessidades de manter suas reservas, mas, foram expulsos, e os ambientalistas que se dizem movimento que visa defender o meio ambiente das agressões perpetradas pelo homem (poluição do ar e das águas, matança de animais, desmatamentos etc.), não se manifestam. Para esses ditos ambientalistas, que hoje aprovam o fechamento da Estrada do Colono, para os apaniguados da UNESCO, para aqueles que se preocupam com um papel escrito, “Patrimônio da Humanidade” uma pergunta.   Do dicionário dos senhores, do conceito de.

 “Ecologia: parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos com seu ambiente natural, bem como de suas influências reciprocas”O índio foi excluído?  
A visão que temos deste quadro todo é de um ambientalismo barato, demagógico, que esquece o elementar conceito de Ecologista: como cientista que se ocupa da ecologia: pessoa que defende a natureza e o meio ambiente; ambientalista.
            O ilustre  professor  BUARQUE, C.  ( 1990 ) em, A Desordem do Progresso,  pagina 9,  em Brasília,  “  Em debate  com a lideranças  de meninos de rua, perguntei  se sabiam  que entre  índios não há   crianças abandonadas, e como explicavam isso.  Sem demora, um deles respondeu:  
Porque os índios são civilizados. O que faz um menino  abandonado, sem  qualquer  instrução, seja capaz  dessa resposta, enquanto  que a quase  totalidade  dos economista  continua  afirmando  que a dicotomia  de uma rua que começa em Itaipu  e termina  no semáforo   com os pedintes  é mais civilizada do que   a harmonia  de uma tribo indígena?   Afirmando  que a extinção  dos elefantes  será um fato  econômico positivo? “     
           O que não fica bem claro  nas manifestações de ambientalistas, é quem eles querem preservar  ou beneficiar.   

            Não conseguimos entender como separar o homem das questões ambientais, preocupando-se com a extinção de animais, violação do habitat.   
             Isso tudo não faz parte de um conjunto, onde o homem deve interagir?  
          Aqueles que morrem em filas de hospitais, sem atendimento, os que morrem em assaltos não fazem parte do meio.  Para nós o homem deve interagir com o meio ambiente e dele retirar o seu sustento, para que não tenha que abandonar seus filhos.  E por fim, a subalimentação e a fome fazem parte de um sistema complexo constituído por numerosos componentes de ordem social, agrícola, econômica e ecológica.
            A fome ocorre porque a alguns falta o poder aquisitivo para adquirir o que outros têm em excesso: a fome é um problema de distribuição e justiça social, um problema do meio em que vivemos.



quarta-feira, 26 de junho de 2013

Administração reativa e milagre da recuperação

Mais uma vez estamos nos deparando com prejuízos causados por indefinições políticas e de justiça. O escândalo do mensalão tem tudo para ser o maior da história do Brasil envolvendo a compra de votos de parlamentares e poderia não ter vindo à tona se não fosse uma suposta quebra de acordo entre um empresário e um funcionário público. O não cumprimento dos acordos e patifarias no esquema gerou insatisfação de um dos envolvidos que fraudava licitações para os Correios e o levou a armar uma prova contra seus antigos parceiros no desvio de recursos públicos.

Um ano depois de deflagrado o esquema, a denúncia chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), e criou-se a expectativa de que o caso teria fim. Todavia, no STF, os adiamentos se tornariam frequentes e o processo judicial passou a se arrastar. A expectativa é que agora, com o processo já julgado, o esquema que apareceu graças a uma gravação de um empresário envolvido em negociações fraudulentas tenha um desfecho. O fim da novela ficará nas mãos de 11 ministros que deverão apreciar todos os recursos ou embargos como queiram.

Agora na esfera municipal novamente a indefinição começa a demonstrar que o contribuinte é que será penalizado, por atrasos originados envolvendo problemas eleitorais. Se usássemos como exemplo as ciências exatas que não tem meio termo, ao resolver um problema com números relativos diríamos que o atraso imposto aos contribuintes será na casa dos 16 anos, vejamos:

A exemplo usaremos a seguinte expressão: +2 com -2 = 0. Ou se você tem dois e perde dois fica sem nada.
Ora, se experimentamos no passado 8 anos de letargia teríamos: -8 com +8 = 0 e seria como se tivéssemos jogado fora 16 anos com mais 4, passaríamos a somar 20 anos de atrasos.

Os oito anos seriam tempo que poderíamos tentar alguma jogada para recuperar o tempo perdido. Mas devemos lembrar que agora o total é de 16 anos. Se recuamos durante 8 anos, para começar a recuperação teríamos que fazer uma caminhada de oito anos no sentido inverso para a partir daí alcançarmos melhores resultados.

Depois de desperdiçarmos tempo com administrações reativas uma recuperação em 16 anos será só por milagres.

Portanto, cremos que passa o tempo de aprendermos a escolher nossos representantes e governantes para evitarmos este problemas e principalmente buscarmos uma renovação de mentalidade. Basta o sistema de “ Capitanias Hereditárias” onde o donatário dizia que devia ser perseguido, preso e condenado e ainda tratar o povo como escravos dando a comida e um teto sobre a cabeça.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Por muito menos, Jânio renunciou, Jango foi destituído, militares assumem o governo e Collor foi cassado

Brasília  foi inaugurada em  abril 1960  depois de uma avalanche de gastos  sem  controle  com a  construção.  
Na época  caminhões  de cargas de materiais  de construção entravam e saiam dos canteiros de obras  diversas   vezes com a mesma  carga e recebiam valores dobrados. As grandes  construtoras  de hoje nasceram nesta  época.
Com o desperdício de verbas o governo girava a  máquina  e fabricava dinheiro. A inflação   disparou  veio a  sucessão  de JK numa  eleição quem   elegeu a  dupla Jânio e Jango  em 1961.
Apesar  de lastrear  sua  campanha  com uma  vassoura dourada (broche)  e  dizer que varreria para fora do governo  todos os corruptos ao completar sete meses de mandato presidencial, o governo de Jânio Quadros ficou isolado política e socialmente e renunciou. 

Uma vez empossado, Jânio tomou medidas um tanto controvertidas. A proibição do uso de biquínis nas praias foi o maior exemplo desses atos governamentais.

No plano externo, exerceu uma política não alinhada. Apoiou Fidel Castro diante da tentativa fracassada de invasão da Baía dos Porcos pelos norte-americanos. 

Em 18 de agosto de 1961, condecorou o ministro da indústria de Cuba, Ernesto "Che" Guevara, com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais alta comenda brasileira. Além disso, Jânio rompeu com o partido que o elegeu, a UDN, provocando enorme insatisfação. 

Jânio Quadros renunciou em 25 de agosto de 1961 e Quando da renúncia, o Vice-presidente João Goulart estava fora do país, em visita oficial à China, como já citado. O Presidente da Câmara, Ranieri Mazilli, assumiu a presidência como interino, no mesmo dia, 25 de agosto. A UDN e a cúpula das Forças Armadas tentaram impedir a posse de Jango, por estar ele ligado ao movimento trabalhista.  Esta crise  estava apenas  começando e culminou em  31  de março de 1964  com militares  assumindo o poder.


Primeiro presidente civil eleito Fernando Collor: cassação levou sete meses  e tudo começou em 1989, quando o Brasil realizou a primeira eleição direta após três décadas. Durante a campanha eleitoral para a escolha do primeiro presidente eleito pelo voto popular após a ditadura, Collor se apresentou como "caçador de marajás". Em 29 de setembro de 1992, a Câmara dos Deputados aprovou a perda do cargo do ex-presidente, marco do processo que levou à renúncia e perda dos direitos políticos de Collor por oito anos.
Alexandre Petillo | 01/09/2005 00h00Escândalos envolvendo presidentes são mais comuns do que os eleitores gostariam. Nosso primeiro presidente civil eleito por voto direto depois da ditadura militar foi também o primeiro a sofrer um impeachment por corrupção. O caso envolvendo Fernando Collor de Mello estourou em outubro de 1991 e o processo de cassação começou sete meses depois.Em 19 de outubro de 1991, o então presidente da Petrobras, Luís Otávio Motta Veiga, pediu demissão por ter sido pressionado a fazer uma operação danosa à empresa no valor de 60 milhões de dólares - e acusou o empresário Paulo César Farias, o PC, ex-tesoureiro da campanha de Collor e seu amigo íntimo. Em 10 de maio de 1992, a revista Veja publicou um dossiê elaborado por Pedro Collor de Mello, irmão do presidente, sobre o chamado "esquema PC" de corrupção. Nele, afirmava que PC era um testa-de-ferro e que o beneficiário da corrupção era o próprio presidente.

Seguindo essa   linha  de pensamento  temos agora um governo  onde  pressupostamente  a  mulher  deveria  impor   respeito, autoridade e sabedoria,  todavia  a presidnete   Dilma   deixou que a  corrupçao  se alastrasse sob seu comando  devido  ao pecado  maldito da  tal base de sustentaçao.

Na pior semana de seu governo, com uma onda de protestos violentos sacudindo o País, inflação em alta e popularidade em queda, a presidente Dilma Rousseff criou uma espécie de gabinete de crise e rompeu o isolamento do Palácio do Planalto. 

Avessa a negociações e alvo de críticas no Congresso, ela foi obrigada a montar uma agenda de emergência para ouvir as vozes das ruas, conter as insatisfações e abafar o coro do "Volta Lula", que já começa a ser entoado na seara doméstica para pedir o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na eleição de 2014. Desde o escândalo do mensalão, em 2005, o PT não enfrenta desgaste tão grande.

Com muitos nós para desatar, Dilma pretende agora testar um novo estilo de governo para tentar virar o jogo e traçar a rota do projeto de reeleição. Ajustes na política econômica para reagir à esperada redução de dólares no Brasil, com o fim do programa de estímulos nos Estados Unidos, e mudanças no núcleo político do Palácio do Planalto são aguardados para o segundo semestre.

Quando falamos  que   qualquer semelhança com a  crise  de 1961 a  1964, 1989  com Collor  com 2013 é mera coincidência  o fazemos  por que  lá atrás   ocorreu   desvios de verbas  públicas  na construção de Brasília  e o risco de uma inflação em alta e um  governo que aos poucos  foi  perdendo a  credibilidade ao ponto de Jânio  dizer aos  renunciar:   Forças ocultas  me forçaram  a tomar  a  decisão,  mas,  lembremos  que ele   Apoiou Fidel Castro diante da tentativa fracassada de invasão da Baía dos Porcos pelos norte-americanos. Em 18 de agosto de 1961, condecorou o ministro da indústria de Cuba, Ernesto "Che" Guevara, com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais alta comenda brasileira. Além disso, Jânio rompeu com o partido que o elegeu, a UDN, provocando enorme insatisfação.

Hoje o governo cedeu a ganância de Joseph Blatter  e rifou o estado brasileiro  com construções de arenas superfaturadas  para acomodar o Circo  das Copas  deixando perecer a  Saúde, a  Educação, a Segurança  e  outras  prioridades  e de quebra oferece grana para cubanos   modernizarem portos e aeroportos.

Além  de tudo isso  ainda temos os escândalos   do mensalão  e dos ministérios  em casos  que o   governo  foi obrigado a trocar os  ministros a  contra   gosto  dos partidos donos dos ministérios.   
Dilma não  tinha a vassoura de Janio tampouco a espada do General Henrique Teixeira Lott  mas falava em faxina. Assim foi com Turismo, Agricultura, Trabalho, Dnit, Petrobrás, com o  Gabinete da Presidência em São Paulo e outros  casos  nas representações nos estados.

Com  certeza não  é este  procedimento que o povo brasileiro  espera do governo.