quinta-feira, 17 de julho de 2014

O programa Conexão Repórter do SBT


 programa  Conexão Repórter do SBT, apresentando por Roberto Cabrini, mostrou no programa de ontem, a sujeira que há nos porões do futebol Nacional, mostrando os esquemas de empresários e fraudes do futebol.

 Denunciando muita gente, entre essas pessoas o agente de futebol Oberdan Silva,  que supostamente " cria" jogadores, e altera idade dos mesmo, criando jogadores, que talvez, não saibam nem chutar uma bola, o esquema é o seguinte: Empresários são pagos para registrar falsos jogadores, em clubes, e nas federações estaduais, e nacional( CBF).

 Roberto Cabrini fez uma investigação de 5 meses até o programa, ir ao ar, e apurou mais sujeiras no futebol, denunciando empresários, presidentes, médicos( Jogadores eram aprovados sem fazer exames médicos), e conselheiros de clube e federações, todos participantes da sujeira nos porões do futebol( nome da reportagem)

 O programa usou um produtor do SBT, para ajudar na investigação, o produtor que não foi identificado, é apurou que pessoas pagam para se tornarem jogadores profissionais, sendo assim o jogador é registrado por um clube Paulista( Matonense da 4° divisão Paulista) e o Tigre do estado do Rio Janeiro.

 O nome de Paulo Henrique Ganso também foi citado por Oberdan Silva, o agente disse em um som liberado pelo polícia para o programa, o empresário diz que foi agente de Ganso, as duas partes negaram, o São Paulo Futebol Clube foi citado também, o empresário diz, que depende do dinheiro que é pago a ele, a pessoa é feita jogador do Tricolor Paulista( POREM E BOM LEMBRAR, QUE OBERDAN NÃO É UMA FONTE CONFIÁVEL).

 De acordo com a reportagem a CBF disse o seguinte em nota "a assessoria da CBF afirma que apenas fornece o programa de registro de jogadores. Segundo a entidade, o sistema é operado online pelo clube sem a necessidade de aprovação. A CBF nega que determinados agentes tenham privilégios para agilizar o registro de jogadores. A CBF nega, ainda, a existência de esquemas para convocação de jogadores para a Seleção."

 È a Federação Paulista disse que:"não é responsável por checar questões relacionados a contratos e clubes com os jogadores."

 O programa liderou a audiência, com essa reportagem, e terá uma segunda.Confira o vídeo:

 Saudações Tricolores.

Conexão Repórter – os porões do futebol

Conexão Repórter – os porões do futebol


É imperdível a reportagem exibida na última quinta-feira, assinada por Roberto Cabrini, para o Conexão Reporter, do SBT.

“Os porões do Futebol” escancara um dos muitos esquemas de empresários bandidos do futebol e seus cartolas coniventes.

Cabrini desmascarou o empresário OBERDAN SILVA, conhecidíssimo nas categorias de base de grandes clubes do Brasil.

Oberdan, que responde a processo por estelionato, além de ser investigado pela Policia Federal por associação ao tráfico de drogas, demonstra ter menos escrúpulos ainda em sua atuação no submundo do futebol.

Somente nessa matéria, foi flagrado forjando exames médicos, com auxílio do Dr. Gilberto Luiz Gonzales Monteiro, que assinava laudos sem consultar os atletas, adulterando idade de jogadores, entre outras peripécias.

O ex-presidente da Matonense apareceu ainda em vídeo dando carona a Paulo Henrique Ganso, de quem se dizia empresário, embora o jogador tenha dito que Oberdan é apenas amigo de seu segurança.

Porém, em escutas da Polícia Federal, Oberdan foi flagrado dizendo estar negociando Ganso com o Corinthians.

Vale lembrar que a notícia vazou à época pela boca do comentarista Neto, da BAND, o que pode demonstrar desde uma grande coincidência, até alguma conivência.
Outra revelação importante está relacionada a esquemas na CBF.

Primeiro comprova-se que um produtor de Cabrini foi inscrito na FPF e CBF mesmo sem nunca ter atuado como jogador em sua vida, e com documentos adulterados.

Vale lembrar que procedimento semelhante, tendo o Diretor de Registros da CBF, Luis Gustavo, como um dos “facilitadores” foi denunciado por esse espaço nos casos envolvendo Junior, à época no Vitória, e Emerson Sheik, do Corinthians.

Um dos jogadores lesados pelo empresário na matéria afirma também que Oberdan lhe confidenciou cobrar R$ 120 mil para colocar um jogador na Seleção Brasileira.

No período citado, o treinador da CBF era Mano Menezes.
ABAIXO VOCÊ TEM A MATÉRIA DE ROBERTO CABRINI, PARA O CONEXÃO REPÓRTER, NA ÍNTEGRA.


http://blogdopaulinho.wordpress.com/2013/06/15/conexao-reporter-os-poroes-do-futebol/

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Falta de vontade política ou desmandos e retaliações?


“Na maioria  dos  casos o governo é bom em uma coisa. São hábeis  e  especialista em quebrar as suas pernas apenas para depois lhe dar uma muleta e dizer: “Veja, se não fosse pelo governo, você não seria capaz de andar!”

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/folhanacopa/2014/06/1468938-esqueleto-robo-de-r-33-milhoes-vai-dar-chute-inicial-da-copa.shtml

Isto serve de alerta  para quem  pensa  que  correr  atrás  de deputado, senador,  governador  vai resolver.
No passado  Requião  assinou um acordo  comprando o  Campus da UNICS -  FACEPAL e FAFI e  o estado  doou  para  o governo  federal para instalar   o IFPR.

Temos uma   cronologia  histórica  da  passagem do UNICS para  o Estado  e para  o  IFPR...  Em  2010 o governo Requiao indenizou o patrimônio e  o estado  assumiu.   Faltava   a concretização da  transação  que   deveria  ser feita por  Pessuti  e  não  ocorreu  devido ao período  eleitoral. Passou-se  para  2011   e  em maio governo Beto  Richa  aprovou a  lei   autorizando a  efetivação...  a partir  dai  a  questão   burocrática   parece ter  emperrado e  arrastou-se  até  24/25  mai0  de 2014  com a   escrituração do  patrimônio  para  a   federação.   

Todavia,  existem  empecilhos  de ordem  burocrática  e  perpetuam-se pela  falta de  vontade política   que  devem  ser sanados, afinal  existe   um  acordo  descrito  na  transferência de que  o IFPR  manteria  os cursos de graduação   herdados  do  UNICS.  A  transferência definitiva  para  IFPR  até  este  ano  estava emperrada   e  não tinha   registro  no  cartório  de imóveis,  coisas da burocracia  que só atrapalham já vi este  filme  de que  o deputado  tal vai   resolver ou secretário  tal  resolve. 

Lembro de um caso  de manifestação na PM  quando  alguns  policiais  foram excluídos e  um  prefeito (tido  como  amigo  pelos  mesmos )   ficou de conversar  com secretário de  segurança  em Curitiba (não citamos nomes). 

Esse  prefeito  com mais um  vereador até  encontraram  com  secretário de  segurança  e  um  dos  presentes  falou:   Vocês  não vão falar  do caso dos  PMs?   E o secretário   perguntou  o que  era,  ao  que responderam:  Deixa   prá lá,  são  uns bobos  não  sabem o que querem.

Mesma coisa está ocorrendo com IFPR,  formam-se comissões,  juntos   com  vereadores começam a correr  atrás de  políticos  para  lhes quebra as pernas  e  dar  muletas...

Outra coisa, hoje a rádio divulgou entrevista com Zeca Dirceu deputado do PT e perguntavam sobre a situação do Campus. Zeca parece estar mais perdido que cego em tiroteio e não conhece a história do ensino superior em Palmas Disse que esteve na instituição a cerca de 30 ou 35 dias e que depois  falou com Ministro da Educação que mandou ele procurar o secretario especial do MEC para resolver o caso.

Disse que falou com Gleysi Hofmann  e que esteve em Curitiba com prefeito para a falar com reitor. No final cometeu um pequeno deslize. "Espero que os acadêmicos não exagerem nas manifestações""" foi o que disse na rádio  que tem isso gravado.

O deputado antes de falar em exagero dos acadêmicos deveria estudar a história desse campus que nasceu de um sonho de 1968, sendo também um sonho de toda a região não pode morrer por falta de vontade política e muito menos por conversas falaciosas.

Diríamos aqui, de 1968 a 2011 são 43 anos de avanços do ensino superior e agora IFPR não pode morrer por que uma administração nova não tem intenção de manter cursos de graduação e muito menos pós-graduação. O deputado deveria se empenhar mais para abrir uma brecha e contratar e pagar melhor os professores, para acelerar as reformas necessárias depois do vendaval de dezembro, afinal tem brechas para tudo, até Embargo$ Infringente$ não é mesmo deputado?

No ano de 1968 aconteceu a instalação e autorização de funcionamento da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras-FAFI, pelo Decreto Federal 63583/68 – com quatro cursos: Filosofia, História, Pedagogia e Letras.Em 1972, em Assembléia Geral Extraordinária, o Diretor Presidente do CPEA propôs a criação da Universidade do Sudoeste do Paraná, com sede em Palmas, propugnando pela implantação de uma Universidade que unificasse e expandisse o Ensino Superior na região, projeto que acabou não se concretizando.
Entre 1979 e 1980 foram criadas e autorizadas as Faculdades Reunidas de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas de Palmas – FACEPAL, instaladas com apoio do Poder Público Municipal – Lei Municipal nº 654/79 – Decreto Federal 84784/80 – Sob a Administração do CPEA e com os cursos iniciais: Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas – depois Licenciatura em Educação Física e em 1985, Administração Rural e Licenciatura em Ciências – Habilitações: Matemática, Biologia e Química.
Em 1987 a administração do CPEA/Faculdades de Palmas voltou-se para a expansão das instalações físicas, com aquisição de uma área de 30 alqueires, com abertura dos primeiros caminhos no terreno e inicio da construção do Campus II na PRT 280.
 Em 1990 aconteceu novo esforço para instalação de uma Universidade Regional – inclusão do pleito no Artigo 59, das Disposições Transitórias da Constituição Estadual do Paraná – instituindo a Fundação Universidade Estadual do Vale do Iguaçu – UNIVALE - integrando as instituições FAFI e FACEPAL de Palmas, FAFI e FACE de União. da Vitória, FUNESP de Pato Branco e FACIBEL de Francisco Beltrão, todas localizadas no Sul e Sudoeste do Paraná.

falta  de vontade política vem  desde  o governo Álvaro Dias,  por incrível que pareça diz ser professor   e chegou até  mesmo a  mandar a  cavalaria  da PM   sobre   professores em greve  na capital.   Neste período  foi   criada  uma  comissão de representantes das instituições de ensino  superior  de  União da  Vitoria, Palmas  e Pato Branco  para   buscar  soluções  junto ao governo  do estado para a primeira tentativa  de criação de uma  universidade.   Neste  período a  Comissão de Fundação da UNIVALE   corria  atrás   do governador  por toda  a  parte  e  ele  sempre  fugia  pela  porta  dos fundos.
Já  nesta  época a falta de  vontade   política  era a  determinante   de atrasos  ou omissões   no que diz   respeito a  educação  superior na  região  e  instituições privadas  foram  criadas  para  suprir a  demanda.

Qualquer   coisa  que não  atenda  as  reivindicações  dos acadêmicos  hoje  no  Campus  Palmas  de  IFPR   não se trata  de exageros   como   diz  o deputado   é  resultado  de uma  luta  de   48  anos   em busca da  concretização de um  sonho.  

terça-feira, 10 de junho de 2014

Falta de vontade política ou desmandos e retaliações?


“O governo é bom em uma coisa. Ele sabe como quebrar as suas pernas apenas para depois lhe dar uma muleta e dizer: “Veja, se não fosse pelo governo, você não seria capaz de andar!”
Isto  serve de alerta  para quem  pensa  que  correr  atrás  de deputado, senador,  governador  vai resolver...
No passado  Requiao  assinou um acordo  comprando o  Campus da FACEPAL e FAFI e  o estado  doou  para  o governo  federal para instalar   o IFPR.
Requião  pagou  com  a  grana  de impostos  pagos  pelo  povo?    Não! Quem  pagou foi Beto Richa,  mas   com a  grana  do  povo, portanto não  se deve nada para Beto...a  grana   é do povo,  Beto  só é o gerentão.
A  transferência definitiva  para  IFPR  até  este  ano  estava emperrada   e  não tinha   registro  no  cartório  de imóveis,  coisas da burocracia  que só atrapalham já vi este  filme  de que  o deputado  tal vai   resolver, ou secretário  tal  resolve.  Lembro de um  caso  de manifestação na PM  quando  alguns  policiais  foram excluídos e  um  prefeito (tido  como  amigo  pelos  mesmos )   ficou de conversar  com secretário de  segurança  em Curitiba (não ou dar direito de resposta  para  o cara  citando o nome  dele)... 
Esse  prefeito  com mais um  vereador até  encontraram  com  secretario de  segurança  e  um  dos  presentes  falou:   Vocês  não vão falar  do caso dos  PMs?   E o secretario   perguntou  o que  era, ao  que responderam:  Deixa   prá lá,  são  uns bobos  não  sabem o que querem.
Mesma coisa está ocorrendo com IFPR...formam comissões,  juntos   com  vereadores começam a correr  atrás de  políticos  para  lhes quebra as pernas  e  dar  muletas...
Outra coisa, hoje a rádio divulgou entrevista com Zeca Dirceu deputado do PT e perguntavam sobre a situação do Campus. Zeca parece estar mais perdido que cego em tiroteio e não conhece a história do ensino superior em Palmas Disse que esteve na instituição a cerca de 30 ou 35 dias e que depois  falou com Ministro da Educação que mandou ele procurar o secretario especial do MEC para resolver o caso.
Disse que falou com Gleysi Hofmann  e que esteve em Curitiba com prefeito para a falar com reitor. No final cometeu um pequeno deslize. "Espero que os acadêmicos não exagerem nas manifestações""" foi o que disse na rádio  que tem isso gravado.
O deputado antes de falar em exagero dos acadêmicos deveria estudar a história desse campus que nasceu de um sonho de 1968, sendo também um sonho de toda a região não pode morrer por falta de vontade política e muito menos por conversas falaciosas.
Diríamos aqui, de 1968 a 2011 são 43 anos de avanços do ensino superior e agora IFPR não pode morrer por que uma administração nova não tem intenção de manter cursos de graduação e muito menos pós-graduação. O deputado deveria se empenhar mais para abrir uma brecha e contratar e pagar melhor os professores, para acelerar as reformas necessárias depois do vendaval de dezembro, afinal tem brechas para tudo, até Embargo$ Infringente$ não é mesmo deputado?
No ano de 1968 aconteceu a instalação e autorização de funcionamento da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras-FAFI, pelo Decreto Federal 63583/68 – com quatro cursos: Filosofia, História, Pedagogia e Letras.Em 1972, em Assembléia Geral Extraordinária, o Diretor Presidente do CPEA propôs a criação da Universidade do Sudoeste do Paraná, com sede em Palmas, propugnando pela implantação de uma Universidade que unificasse e expandisse o Ensino Superior na região, projeto que acabou não se concretizando.
Entre 1979 e 1980 foram criadas e autorizadas as Faculdades Reunidas de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas de Palmas – FACEPAL, instaladas com apoio do Poder Público Municipal – Lei Municipal nº 654/79 – Decreto Federal 84784/80 – Sob a Administração do CPEA e com os cursos iniciais: Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas – depois Licenciatura em Educação Física e em 1985, Administração Rural e Licenciatura em Ciências – Habilitações: Matemática, Biologia e Química.
Em 1987 a administração do CPEA/Faculdades de Palmas voltou-se para a expansão das instalações físicas, com aquisição de uma área de 30 alqueires, com abertura dos primeiros caminhos no terreno e inicio da construção do Campus II na PRT 280.
 Em 1990 aconteceu novo esforço para instalação de uma Universidade Regional – inclusão do pleito no Artigo 59, das Disposições Transitórias da Constituição Estadual do Paraná – instituindo a Fundação Universidade Estadual do Vale do Iguaçu – UNIVALE - integrando as instituições FAFI e FACEPAL de Palmas, FAFI e FACE de União. da Vitória, FUNESP de Pato Branco e FACIBEL de Francisco Beltrão, todas localizadas no Sul e Sudoeste do Paraná.
falta  de vontade política vem  desde  o governo Álvaro Dias,  por incrível que pareça diz ser professor   e chegou até  mesmo a  mandar a  cavalaria  da PM   sobre   professores em greve  na capital.   Neste período  foi   criada  uma  comissão de representantes das instituições de ensino  superior  de  União da  Vitoria, Palmas  e Pato Branco  para   buscar  soluções  junto ao governo  do estado para a primeira tentativa  de criação de uma  universidade.   Neste  período a  Comissão de Fundação da UNIVALE   corria  atrás   do governador  por toda  a  parte  e  ele  sempre  fugia  pela  porta  dos fundos.
Já  nesta  época a falta de  vontade   política  era a  determinante   de atrasos  ou omissões   no que diz   respeito a  educação  superior na  região  e  instituições privadas  foram  criadas  para  suprir a  demanda.

Qualquer   coisa  que não  atenda  as  reivindicações  dos acadêmicos  hoje  no  Campus  Palmas  de  IFPR   não se trata  de exageros   como   diz  o deputado   é  resultado  de uma  luta  de   48  anos   em busca da  concretização de um  sonho.  

segunda-feira, 9 de junho de 2014

PT tenta implantar sistema bolivariano no Brasil por meio de conselhos populares, diz Caiado




O deputado Ronaldo Caiado (Democratas-GO) considera muito grave a tentativa da presidente Dilma Rousseff de criar supostos “conselhos populares” nos órgãos públicos. Para ele, a medida é uma afronta à democracia e, por isso, subscreveu o Projeto de Decreto Legislativo 1.491/2014 apresentado ontem pelo líder do partido Câmara, Mendonça Filho (PE), para cancelar o Decreto 8.243/2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS).
“Esse decreto da presidente Dilma é uma afronta à ordem constitucional do País. Sabedor que vai perder as eleições, o PT age no sentido de criar um sistema paralelo de poder como Hugo Chávez fez na Venezuela que em um primeiro momento tenta vender a ideia de participação popular para depois ter suporte para implantar o sistema bolivariano no País”, disse. 
Caiado promete obstrução a todos os projetos oriundos do poder Executivo, como Medidas Provisórias e Projetos com urgência constitucional, até que a proposta do Democratas seja apreciada e o decreto da presidente Dilma seja revogado.
O decreto presidencial institui os conselhos populares compostos por “cidadãos, coletivos, movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”, conforme o artigo 2º da Norma.
O goiano ainda afirmou que medida do governo petista vai criar cidadãos de 1ª e 2ª classe ao privilegiar um pequeno grupo de pessoas ligadas ao partido na participação do processo decisório do País. “Essa é mais uma tentativa de golpe do PT!”, afirmou. 
FONTE:   http://www.dm.com.br/texto/178694 

Oposição derruba decreto que cria a Política Nacional de Participação Social


Decreto da presidente Dilma Rousseff obriga os órgãos públicos a fazerem consultas públicas antes de decidirem sobre temas de interesse social

Publicação: 04/06/2014 06:00 Atualização: 04/06/2014 07:15

Brasília – A oposição articulou nessa terça-feira a derrubada do decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff no fim do mês passado que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS), em que obriga os órgãos públicos a fazerem consultas públicas antes de decidirem sobre temas de interesse social. Nove partidos assinaram um pedido para votar, em regime de urgência, um outro decreto que anula os efeitos da decisão. As legendas que questionam o texto presidencial – DEM, PPS, SDD, PSB, PSDB, PR, PR e PROS – somam 229 deputados. Para a nova legislação valer, precisa ser aprovada por mais de 257 votos no plenário da Casa. Senadores da oposição também se movimentam para tentar derrubar o texto no Senado.


Segundo o líder do PPS na Câmara e um dos um dos responsáveis pelo pedido de anulação, deputado Rubens Bueno (PR), a matriz do projeto é fazer com que a consulta pública passe a substituir o Legislativo, na medida em que pedirá a opinião de movimentos sociais, segundo ele, tradicionalmente alinhados com o PT. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, não acredita que o Congresso anulará “aquilo que é uma conquista histórica da democracia brasileira, que é a participação social”. “Eu queria fazer um apelo para que as pessoas, pelo menos nesse caso, tirassem aquilo que eu chamei da clivagem eleitoral, da leitura apenas eleitoral de cada ato do governo.”

FONTE:  http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/06/04/interna_politica,535784/oposicao-derruba-decreto-que-cria-a-politica-nacional-de-participacao-social.shtml

Ministro defende manunteção do decreto que cria política de participação social

Política
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03/06/2014 - 16h59 | Atualizado em 03/06/2014 - 19h140

Ministro defende manunteção do decreto que cria política de participação social

BRASÍLIA - O ministro argumentou que a política foi construída num longo processo de debate com os movimentos sociais

Agência Brasil
foto: DivulgaçãoMinistro defende manunteção do decreto que cria política de participação social
Ministro defende manunteção do decreto que cria política de participação social
BRASÍLIA - O secretário-geral da Presidência da República, ministro da Gilberto Carvalho, defendeu, nesta terça-feira (3), a manutenção do decreto que institui a Política Nacional de Participação Social, assinado pela presidente Dilma Rousseff no final de maio. O decreto, que consolida a participação social como método de governo e fortalece instâncias como os conselhos e as conferências, tem sido alvo de críticas da oposição no Congresso Nacional.
O ministro argumentou que a política foi construída num longo processo de debate com os movimentos sociais e que só poderia atribuir a uma "excessiva vontade de perseguição" a intenção de parlamentares de anular o decreto.
"Não acredito que o Congresso Nacional praticará esse ato de simplesmente querer anular aquilo que é uma conquista histórica da democracia brasileira, que é a participação social. Queria fazer um apelo para que as pessoas, pelo menos neste caso, tirassem aquilo que falei da leitura apenas eleitoral de cada ato do governo", disse o ministro após participar de seminário no Palácio do Planalto.
Segundo Carvalho, o decreto não invade ou fere as prerrogativas do Poder Legislativo, diferentemente do que têm dito alguns parlamentares. "Ninguém está obrigado a criar nada. O que a presidenta Dilma fez é um processo que ajuda no funcionamento para dar mais eficácia àquilo que os conselhos produzem. Só ajuda, não atrapalha em nada, não engessa nada e não fere as prerrogativas e o papel do Legislativo", reforçou o ministro.
Carvalho lembrou que os conselhos existem no Brasil desde 1937 e que as conferências de participação social são realizadas desde 1941. "É própria de qualquer democracia madura a prática de ouvir a sociedade. O que o decreto faz é simplesmente regulamentar, estimular a ampliação daquilo que já existe."
De acordo com o ministro, só se pode entender como desconhecimento ou como um excessivo processo de debate eleitoral a interpretação de que o governo queira "fazer um processo de ditadura no Brasil, de ofender o Legislativo".
O decreto foi assinado pela presidenta Dilma Rousseff no dia 23 de maio, durante a Arena de Participação Social, evento que reuniu representantes de organizações da sociedade civil, pesquisadores e gestores públicos.
O texto estabelece objetivos e diretrizes relativos ao conjunto de mecanismos criados para compartilhar decisões sobre programas e políticas públicas, tais como conselhos, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, consultas públicas, audiências públicas e ambientes virtuais de participação social.
FONTE:   http://www.dci.com.br/politica/ministro-defende-manuntecao-do-decreto-que-cria-politica-de-participacao-social-id399147.html