segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

SAMU de Mangueirinha enfrenta dificuldades para seu efetivo funcionamento


Prof. Dr. Luiz Manoel da Silva
Apesar da decisão de assembléia extraordinária na segunda feira dia 15 de outubro 2012 ter definido a entrada em funcionamento do SAMU na região e ter sido estabelecido a  data de 5  de novembro até hoje a população da região de Mangueirinha não pode contar com este serviço.

O trabalho e o treinamento das equipes foi intenso e muitas coisas já estão prontas, as ambulâncias todas estão equipadas, a central de regulação está em dia e a parte de do  serviço de comunicações entre as escalas dos profissionais e as bases deveriam    estar tudo  em perfeita  sintonia, para que em 5  de novembro fosse dada a  partida, todavia pelas dificuldades na efetivação de médicos o serviço  atrasou e  somente agora nos meados de fevereiro de 2013  é que  se concretizou um sonho.

Como todo projeto é natural que algumas falhas de natureza estratégica ou de material ocorram, mas o que não pode acontecer é o não cumprimento das decisões de assembléias do CONSÓRCIO CIRUSPAR  desde  a  primeira quando tomou parte das discussões, debateu e  aprovou as propostas e assumiu o compromisso de manter vivo  o filho   gerado  nestas  assembléias e  na seqüência  faz menção  de abandonar o barco ou apregoar que não deve nada  e que o SAMU não funciona.
Se assim agirmos deixamos transparecer que somos irresponsáveis, inconseqüentes, prepotentes  e arrogantes.

Ao  pesquisar  para sabermos os motivos que levam um administrador   a agir desta  forma, ficamos surpresos com os  resultados encontrados. Na maioria das vezes estes  desajustes ocorreram pelo fato  do  administrados  não poder  interferir  ou  mandar  diretamente  no SAMU  por que a  legislação própria diz que o acesso a este  serviço é só por concurso.

I N O INOVAÇÃO
“ Não há algo mais  difícil, nem de êxito duvidoso ou perigoso, do que iniciar-se uma nova ordem de coisas, por que o reformador tem inimigos em todos aqueles a quem a ordem antiga beneficiava e, somente tímidos defensores naqueles que poderão tirar proveito da nova ordem. 
Esta fraqueza nasce parcialmente do medo dos adversários parcialmente da incredulidade dos homens que não acreditam verdadeiramente em algo novo senão depois de um firme experiência”.  Maquiavel ( 1469 - 1527) 

No caso de Mangueirinha algumas irregularidades surgiram, por exemplo, no caso da ambulância  do SAMU  doada  pelo governo federal  e que só poderia  ser colocada em funcionamento após  treinamento dos concursados  do CIRUSPAR aprovados e  convocados.
Impossível  acreditar que uma ambulância como esta  foi  usada por pessoas  sem nenhum  preparo. 
Esta ambulância passou a ser usada pela prefeitura de Mangueirinha por pessoas não qualificadas para o serviço que não  tiveram o menor cuidado com a manutenção  dela,   causando  danos as equipamentos  como  rádio que foi queimado e as  gavetas  de medicamentos danificadas.
Uma pergunta que se faz: o pessoal que usou a  ambulância  do SAMU  sem
estar preparado  sabia  para serve todo esse  equipamento?
O pessoal  do SAMU   não  teve que fazer um  treinamento longo  para operar esse  material?
 Nas condições em que se encontra viatura não pode ser usada  e  tem uma papeleta no para-brisa  dizendo que está em manutenção.
Outra coisa bastante estranha  está  relacionada  como  trabalho  das equipes do SAMU Mangueirinha. Por que razão plantonistas do SAMU de Mangueirinha tem que cumprir escala de plantão em Palmas.

Segundo informações uma das razões  é  que o  Posto  do SAMU  ainda  está em construção e por isso os Samuzeiros  são  obrigados a  cumprir  escala fora da cidade.  Outro  contra  tempo  se dá a partir do  momento que estas equipes tem  que dar  assistência em Coronel Vivida.

Este deslocamentos de equipes para  Palmas são desgastante,  cansativos  além de aumentar o risco a que estão  expostos os Samuzeiros.

Procuramos nos informar e junto ao cartório eleitoral tivemos a certeza de o prefeito que participou das  assembleias do SAMU foi  reeleito   e com  a aprovação da câmara   no ano passado assumiu o compromisso de repassar  mensalmente para o Consórcio CIRUSPAR a taxa de manutenção do SAMU até que o governo estadual através da SESA e o federal Ministério da Saúde assumissem a manutenção  depois de habilitados por esses  órgãos .

O prefeito de Mangueirinha não pode alegar nada pelo não  cumprimento das  decisões  de assembleias  até  por que em sendo  reeleito não  pode  dizer que recebeu uma prefeitura  endividada.  O mínimo que é preciso neste caso é bom senso por que quem está perdendo é a população de Mangueirinha  e Coronel Vivida.

Em que pese já termos publicado diversos artigos sobre a demora para início dos serviços do SAMU e buscado informações junto a Coordenação Geral de Urgência e Emergência - CGUE/DAE/SAS/MS em Brasília, ficamos surpreso com a resposta dada em virtude do andamento do projeto.

A informação é clara precisa e concisa e demonstra que a inoperância se dá em razão  de falta de vontade política  e falta de respeito com a  coisa  pública, em especial com equipamentos doados  pelo governo  federal .

Confiram  abaixo a  resposta  da Coordenação Geral de Urgência e Emergência - CGUE/DAE/SAS/MS.
From:dany.silva@saude.gov.br
To:l_m_dasilva@hotmail.com
Subject: RES: RES: CONTINUA A POLÊMICA DEMORA DO FUNCIONAMENTO DO SAMU NO SUDOESTE
Date: Tue, 24 Jul 2012 17:31:44 +0000
Caro Luiz, o SAMU regional de Pato Branco esta sobre a gestão de todos os Municípios que fazem parte deste projeto. Quanto a competência para agilizar o processo não cabe ao Ministério da Saúde avaliá-la, pois todos os municípios do Brasil que recebeu recursos financeiros e ambulância do Governo Federal e que não colocou em funcionamento esta passando por um processo jurídico onde a Advocacia Geral da União tem a proposta de devolução dos bens doados, então não esta mais nas mão do Ministério da Saúde avaliar o pleito, a ultima manifestação feita foi dado para nos que a data para inicio do funcionamento era agosto/2012. Como os municípios são autônomos para decidir se quer ou não implantar o serviço, só nos cabe através da AGU solicitar que os bens sejam devolvidos, de modo que se isso acontecer a população ficará sem o serviço. Então o melhor meio de ver a real situação do SAMU e acionar o Ministério Publico Local onde o mesmo tem poderes para solicitar respostas e soluções.
 Dany Luiz da Silva
Coordenação Geral de Urgência e Emergência CGUE/DAE/SAS/MS
Edifício Premium SAF SUL – Quadra 2 – Lotes 5/6
Bloco II – 1º andar – Sala 106 - CEP: 70.070-600 - Brasília/DF
Telefone: (61) 3315-9204    Fax: (61) 3306-8200

Pelo que vemos  na  resposta acima  caso o  SAMU  não  funcionar os município serão cobrados pela AGU (Advocacia Geral da União) para devolver recursos financeiros e ambulância do Governo Federal.

Na seqüência de nossos  contatos  com Coordenação Geral de Urgência e Emergência CGUE/DAE/SAS/MS  fomos  informados que os consorciados inadimplentes que não cumprem  compromissos   assumidos  estarão sujeitos a ações de improbidade administrativa e multas. 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

O município que temos e a gestão participativa


De modo geral a administração pública em todos os níveis tanto faz no federal, estadual ou municipal apresentam Atravessamos décadas com administrações centralizadoras, calcadas em favorecimentos de amigos, aparelhamento ou loteamento das funções públicas, inchaços da máquina com cargos contratados em maior número de que os concursados. Na grande maioria das  vezes os casos  de nepotismos  beiram ao absurdo ao ponto de um diretor de primeiro  escalão nomear seus próprios parentes contrariando ao principio constitucional que trata da questão. 
A Constituição Federal e as demais Cartas Constitucionais dos Estados, bem como as Leis Orgânicas dos Municípios brasileiros, contemplam  que o acesso ao Serviço Público dar-se-á através de concurso de provas e de títulos e as nomeações por ordem de classificação.
Portanto, é ilegal e abusivo o que ocorre hoje no governo estadual com as  tais  ONGs ou OSs,  como nas prefeituras municipais, ingresso de pessoal através de janelas abertas com denominações de contratos temporários ou terceirizados ao arrepio das Constituições que exigem caráter emergencial e quando de interesse público.
Essas nomeações que ferem os textos constitucionais atendem somente aos apadrinhamentos políticos, pois além de violentarem direitos consagrados nas legislações trabalhistas de iniciativa privada usurpam direito de quem poderia ser servidor público concursado.
Desta forma, a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica, investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou, ainda, de função gratificada na Administração Pública direta e indireta, em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal.”
Um fato corriqueiro veio a  tona na  semana  passada  quando duas  estagiárias do senado  da república fizeram uma  gracinha  com o presidente Renan  e   foram  demitidas.  Quando falamos de fato corriqueiro fazemos  menção ao nepotismo cruzado, onde uma autoridade faz favor para outra em diferentes  setores  empregando seus parentes.  No caso uma  das estagiárias não era  nada mais nada menos que sobrinha  do Meritíssimo Joaquim Barbosa   presidente do STF.
O que nos deixa atordoado é que Renan  foi eleito e assumiu a presidência  do Senado debaixo de uma saraivada de denúncias  e agora   começa a  ficar claro por que a corrupção no Brasil  tende a  se agravar.  Isto nos leva a  acreditar que a  justiça só existe para negros, pobres e prostitutas.
No  caso do município em 2012  houve um  concurso, resultado  homologado e divulgado e até hoje os aprovados não   foram  convocados.   Quais as  razões  para a  não  convocação e a contratação de empresa  terceirizada em caráter de emergência?  Não seria o correto convocar os aprovados? Alguma coisa está dando margem a dúvidas.
Apesar  de sempre  correr  o risco de entrar em conflito  com a  legislação vigente são os inúmeros casos de  confronto que obriga os tribunais a tomarem   medidas cabíveis pare frear os abusos. Um exemplo recente vem da Paraíba onde na defesa do interesse público, o Tribunal de Justiça da Paraíba julgou inconstitucional a Lei 9.584/01, que prevê a contratação de serviços na Secretaria da Saúde de João Pessoa. A decisão foi proferida na última quarta-feira (13/2). De acordo com as informações do portal G1, o desembargador Marcos Cavalcanti, relator do processo, considerou que a lei contrária a Constituição porque autoriza o município a contratar trabalhadores temporários para cargos de natureza permanente.
Todos esses  sobressaltos ocorrem  por que administradores públicos não  demonstram a menor intenção de desenvolver uma  gestão  participativa e seguidamente o MP é obrigado a  intervir como  guardião  do patrimônio  público.
Desta forma as dúvidas  permanecem e  questionamos o tipo de administração que temos em prática o  fazendo com referências  em números.
Nos últimos trinta anos quantos foram os administradores? Quatro, cinco ou seis  não importa,  o que importa  é qual  era o volume de arrecadação  que  houve mês a mês  neste tempo e por que o número de veículos da frota é irrisório e sucateados ao ponto de não termos  mais que dois caminhões com  menos de trinta anos e o restante das  sucatas  no pátio se for vendido para   ferro  velho não dar  para  comprar  dois Volks Gol.
Em sendo mensal a arrecadação ou repasse  de FPM, de IPVA ou Licenciamento  e mais IPTU no  inicio de ano, não dá para entender por que se paga R$ 30.000,00  ou mais por mês para um  terceiro  e não  se usa a mesma  verba para  comprar veículos  próprios ou quem sabe fazer um contrato de  arrendamento, (leasing).

Em outro caso temos a ação  do Procurador Geral pedindo intervençao  do  Tribunal de Justiça de Sao Paulo.


CARGOS COMISSIONADOS

Justiça de São Paulo extingue 12 mil cargos políticos

A Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo requereu e a Justiça decretou a extinção de 12.434 cargos comissionados criados ilegalmente em 78 municípios paulistas, de 2008 a 2012. Por meio de ações diretas de inconstitucionalidade, o Ministério Público Estadual apontou ilegalidades na edição de leis municipais que abriram caminho para apadrinhamentos e contratação de servidores pelo critério político, sem concurso público. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Somente em 2009 foram cassados 6.642 postos para comissionados de 25 municípios paulistas, como Americana (1.416 vagas questionadas) e Sumaré (996). Em 2008, foram impugnados e declarados inconstitucionais 2.085 cargos em comissão instalados pelas administrações de 19 cidades.
O Tribunal de Justiça, instância que detém competência para apreciar e julgar atos normativos de prefeitos e câmaras, acolheu as impugnações e declarou inconstitucional a criação de cargos em comissão que não retratam atribuições de assessoramento, chefia e direção. Em poucas situações, o TJ preservou alguns quadros, julgando “parcialmente procedente” o pleito da Procuradoria.
Os contratos foram feitos por executivos e legislativos para funções técnicas, burocráticas, operacionais e profissionais. Estes cargos deveriam “ser preenchidas por servidores públicos investidos em cargos de provimento efetivo”.
http://www.conjur.com.br/2013-jan-24/justica-sao-paulo-extingue-12-mil-cargos-politicos-cinco-anos 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A volta ao mundo em roçadeiras e a poluição dos rios


A imaginação humana é fértil, criativa e vez por outra nos prega agradáveis surpresas, mas também algumas coisas bastantes curiosas dignas de trabalho para pesquisadores.  
Vejamos: A cidade passou mais de oitenta dias sem que houvesse um trabalho de roçadas ou capinagem, bastaria ver que na pista de saída para o trevo principal o mato havia tomado conta das margens da mesma, dos canteiros nos trevos, na lagoa da hípica, transformada em depósito de lixo e de animais mortos.
Muito embora isto seja normal em final de gestão, esta paralisia dos serviços coincidiu com um alto consumo de gasolina para roçadeiras basta ver o controle feito através de vales para fornecimento de combustíveis que eram entregues ao posto fornecedor.  
Pelo volume consumido presume-se que usando um motor simples de consumo médio 15 km/litro daria para tentar uma volta ao mundo com este combustível e indo mais além pensamos que uma ou dez roçadeiras teriam que consumir também óleo dois tempos, por tratar-se motores com essa  característica.
Se você seguir a linha do Equador (maior diâmetro possível) a volta terá exatos 40.075,16 km.
“Da ficção de Júlio Verne à atualidade, a aventura de dar a volta ao mundo já foi realizada por muita gente. Agora, a preocupação é fazê-la com o menor impacto ambiental possível. Em 2008, Luis Palmer foi o primeiro a dirigir um carro movido a energia solar – o Solartaxi –, durante 534 dias, ao redor do planeta. A ideia era espalhar a mensagem de que as energias renováveiseram acessíveis, confiáveis e ecologicamente responsáveis”.

Só resta a nós vis mortais pagadores de impostos continuarmos nesta condenação de pagar, pagar e pagar  cada  vez mais e  ver o dinheiro público indo pelo ralo. Parece não existir solução para este tipo de coisas.

Hoje, apesar  de estarmos a  quase dois meses  com uma nova administração  ainda não vemos as tantas  roçadeiras  limpando as ruas as  para desobstruir os  rios  e limpar as margens. 
Que maravilha se esses  terrenos baldios fossem  roçados e  cobrados de seus proprietários os serviços e assim  como  a  construção de passeios onde no mínimo  na área  central  da  cidade. Esta é uma possível idéia que poderá ser tratada por um  desses  novos vereadores, quem  sabe num projeto de lei  se adequando ao plano diretor e  a lei.

E por falar em rios se o leitor fizer uma caminhada pelas margens dos córregos ficará assustado com o volume de lixo jogado nas águas o que certamente contribui para o agravamento da poluição e o comprometimento futuro  do fornecimento de águas para consumo da população.

Interessante lembrar  que devido a  este  tipo de coisas os administradores de Usinas Hidrelétricas,   colocam uma  tela de proteção nas proximidades das represas  para evitar  que o lixo  acumulado prejudique o sistema de geração de energia.

Por conta disso, em vista de que não existe manifestação do setor  público para salvação dos nossos rios, fazemos aqui um desafio  para a  sociedade organizada,  escolas, clubes de serviços, empresas  para que se organize um mutirão de salvação do Lajeado da Cidade e  Córrego Schel Loureiro. 

Em última instância se não  houver sensibilização da população para esta  jornada e que se continue o lançamento de lixo nos  córregos,   sugerimos que a exemplo das Hidrelétricas, que se coloque uma malha de aço sob a ponte da Rua Augusto Guimarães  para reter ali  o lixo  lançado desde as cabeceiras dos riachos,  fazendo que o Parque da Gruta passe a ser um local limpo  e  não se acumule lixo abaixo da Estação de Tratamento da Sanepar.

Alguém poderia dizer que a idéia é maluca, por que isto causaria alagamentos no centro e no São José.  Concordamos sim que causaria alagamentos se continuarem jogando o lixo nos  córregos, ao  contrário, se cada pessoa  assumir o compromisso de dar destino correto ao lixo,  não haveria o menor problema,  a não ser os casos de esgotos  que são lançados diretamente  nas águas.

Voltamos a abordar a questão da recuperação das áreas  degradadas como os fundos de vales, respeitando-se o Plano Diretor e o Art. 14 da lei 1795  de 20 de maio de 2008 nos incisos VI, VII,VIII, IX e X.   
A  Lagoa da Hípica que sofre  constantes agressões  deve ter um  cuidado especial e ser transformada em Parque ambiental  de acordo co a legislação, para ser tornar um local  aprazível, com  recantos, demais equipamentos, como pista de caminhada, quiosques etc.   Da mesma  forma o fundo de vale do Bairro Divino que pela  legislação  não  poderia de forma alguma  receber  lixos e entulhos. 

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Arruda e Papai Noel em que você acredita?



Cada dia que passa mais e mais surpresas ou algumas coisas já previsíveis?  Todos sabemos que determinados períodos começam as idas e vindas de políticos,   deputados, pretensos candidatos  e a isto poderíamos dar o nome de “corrida do ouro”. 

Esta  corrida  acontece periodicamente  e de acordo com interesse dos que querem se manter como  gatos de armazéns deitados em cima  do saco, esperando o melhor  momento para se beneficiar.

Vejamos: por diversas vezes ouvimos dizer que deputado tal  trouxe verbas para construção do  posto de saúde do Santuário. 

O mesmo fez emenda no orçamento da união para trazer milhões para resolver o problema do alagamento no bairro São José ou cobertura do estádio.  

Nenhuma coisa nem outra aconteceram, mas logo ele estará por aqui com promessas renovadas.

Estes casos continuam sem solução, mas certamente o deputado vai aparecer por aqui com jeitão de papai noel e assim  será tratado, mesmo que não  tenhamos nenhum  projeto  apresentado e aprovado para  conseguir verbas  como disse o presidente da câmara no seu discurso  na  primeira  sessão de 2013. 

“Eu não acredito em papai noel” quem sabe numa alusão ao dia em que o deputado Valdir Rossoni esteve na ACIPA, reunido com autoridades e lideranças.

Anteriormente quem andou por aqui foi o deputado Arruda, que também aparece de acordo em períodos de sua conveniência, não traz nada e promete  muito,  mas a única  coisa  que vimos dele por aqui foi aquele outdoor no  trevo da Kaigangue que muito rapidamente  ele mandou  sacar  de lá  quando questionado se aquilo foi  feito  com  verba própria ou com dinheiro do povo. 

Parafraseando e pelo  fato do ser humano consciente não poder acreditar  em papai noel e quem sabe alguém diga  que para quebrar  essa  maldição  de só sugarem nossa  cidade seria bom colocar um  galhinho de arruda  atrás da orelha.

Particularmente não confio no taco do papai noel e muitos em galho de arruda  atrás  da orelha.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Vergonha Nacional, pior do que está não fica


SEXTA-FEIRA, 1 DE FEVEREIRO DE 2013

Definitivamente o Brasil não é um país de homens  sérios  como disse Charles de Gaulle, presidente da França.

O deputado  Tiririca  quando em campanha  dizia  "eu não sei o que um deputado  faz",  vote em mim que depois eu conto. Dizia também  "vote em tiririca que  pior que está não  fica".

Parece que isto tudo vale  para o nosso povo  hoje. Somos a  mentirosa sexta economia  do mundo,  octagésimo  IDH.  

Temos a maior carga tributária do mundo e em contra  partida temos os piores serviços ou mais baixa qualidade nas áreas de, educação, habitação  saúde,transportes segurança, esporte, turismo entre outros. 

Temos 10%  da população de analfabetos,  fora  os analfabetos funcionais  que leem um  texto e nao entendem  nada, e  12% morando em favelas  sem  as minimas  condições de vida. 

Quando surge uma oportunidade mudança o eleitor seleciona os piores e manda para Brasília.   O exemplo  mais gritante  vem de um  estado onde a  população carente sustenta a família  Collor  e  Calheiros.

http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2012/07/16/tv-de-collor-em-alagoas-foi-obrigada-a-retransmitir-entrevista-contra-ele/ 


TV de Collor em Alagoas foi obrigada a retransmitir entrevista contra ele Duro para o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) não foi só ter assistido a entrevista de sua ex-mulher Rosane Collor contando cobras e lagartos do tempo em ele era presidente da República.

Duro foi também a rede de televisão de sua propriedade,  a TV Gazeta de Alagoas, que é afiliada da Globo, ter sido obrigada a retransmitir a entrevista do Fantástico com a ex-primeira dama revelando rituais de magia negra nos porões da Casa da Dinda.

Cinco anos após renunciar ao cargo de presidente do Senado sob suspeita de irregularidades, Renan Calheiros (PMDB-AL) foi eleito nesta sexta-feira (1º), em votação secreta, o novo presidente da Casa para o biênio 2013-2014. Renan era favorito para a disputa, mesmo tendo sido oficializado candidato no final da tarde desta quinta-feira (31), menos de 24 horas antes da eleição. Ele substitui o senador José Sarney (PMDB-AP) no posto, terceiro na linha sucessória da presidência da República.

http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/02/01/cinco-anos-apos-renuncia-renan-calheiros-volta-a-presidencia-senado.htm 

Agora 56 senadores reconduziram Renan à presidência do senado. 

http://noticias.uol.com.br/politica/escandalos-no-congresso/renan-emprega-sogra-de-assessor-no-senado-filho-na-camara-tem-funcionarios-fantasmas-e-aliado-recebendo-verba-indenizatoria-em-alagoas.htm

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/29256/Renan-Calheiros-e-eleito-o-novo-Presidente-do-Senado.html 


Assista ao comentário:  http://t.co/ogQeMVRx
  

Mesmo tendo seu nome ligado a escândalos como o uso de laranjas para comprar emissoras de comunicação, como o favorecimento de empresas em troca de benefícios pessoais...

Mesmo acusado pela Procuradoria da República de desvio de dinheiro público e falsidade ideológica...

Mesmo assim, José Renan Vasconcelos Calheiros volta, glorioso e democraticamente, à presidência do Senado.

Não sei do que reclamam.

Pior que Renan são os 56 senadores que o elegeram.

Pior que os 56 senadores que deram, a um ficha suja, a presidência da casa são os mais de 140 milhões de brasileiros que elegeram esses senadores.

Mas, não se preocupem! Como diria o nobre deputado Tiririca: “Pior do que está não fica”.

Afinal, só trocamos seis por meia duzia. Sai sarney, entra Renan. E fica tudo como dantes no quartel de Abrantes.

http://rachelsheherazade.blogspot.com.br/2013/02/pior-do-que-esta-nao-fica.html?spref=tw 

sábado, 19 de janeiro de 2013

O município que temos e o município que sonhamos I



Seguidamente lembramo-nos da parábola “Como mudar o mundo” e ficamos preocupados  se realmente o povo quer mudanças.  Na parábola o  filho pequenino  dá uma  lição  no pai dizendo que para consertar o mundo bastaria  consertar o homem. 

- Pai, você me pediu para consertar o mundo, não foi?Como estava muito difícil de entender aquelas gravuras, resolvi  virar as peças do outro lado e percebi que atrás delas havia partes de uma figura de um homem. Achei mais fácil consertar o homem do que o mundo,quando consertei o homem,virei a figura e tinha consertado o mundo,foi fácil pai.

-  Naquele momento o pai entendeu que para consertar o mundo,era preciso consertar o homem.Então,concluiu que para transformar o mundo que está a sua volta,é preciso primeiro transformar-se a si mesmo.E assim ,ele pôde concluir a sua tese.

Pois bem, em tempos de campanha política ouvimos repetidas vezes  falar em gestão participativa, orçamento participativo  e outras coisas mais. Todavia, ao vencer a luta pelo poder  aplicam-se o  conceito do “ faça o que eu mando e não faça o  que eu faço”.

Desta forma  aparece homens com super poderes, tipo Incrível Hulk  empunham a espada em direção ao alto e  gritam: Eu tenho a  força!

O que eles querem dizer com isso? Acabou a conversa de orçamento participativo, gestão participativa e agora as coisas serão como eu quero.  
Começa a despertar inveja, ciumes e tentativas de impedir surgimento de novas lideranças. E se alguém tomar a iniciativa e por em marcha algum projeto o Incrível Hulk  diz:  por que não  falou comigo?  Eu tinha que ver isso, eu tinha que saber isso antes.  

Não bastasse estas atitudes ainda é possível que o Incrível Hulk  manipule as coisas de modo a tirar  de seu caminho essas  novas  lideranças que estão surgindo como se fossem ameaças e mesmo que ele já tenha os dias contados ou saiba que  não  será  eterno.

Digo isto por que atuando desde 1991, com  reciclagem e especialização em gestão estratégica municipal até hoje eu nunca vi   tantas  aberrações com  temos por aqui no que diz  respeito a  sufocar novas lideranças.  Sufoca-se novas lideranças nos partidos,   na câmara, nos departamentos  tudo em nome do Eu Centralizador, ou aqui quem pode aparecer é só Eu. 

Na maioria das vezes o centralizador não  sabe tudo, mas tem intenção de carregar  o piano  sozinho ou  navegar em águas   desconhecidas com os pés em dois ou  três barcos  ao  mesmo  até cair nas águas.

Vamos a casos  práticos:  Por que não  existe um  setor  próprio e autônomo  para tratar de esportes?  Esporte não é prioridade?  Não  seria o esporte uma das alternativas para afastar as crianças, jovens e  adolescentes  das  drogas?

A grande questão é: se um diretor de esporte precisar desenvolver um projeto na sua área ele terá autonomia ou deve sempre pedir autorização para outro setor ou  chefe?

Se no caso ele conseguir em nível de estado ou governo federal verbas a quem ele deve se dirigir e pedir para dar andamento aos projetos?   

Outro exemplo, se no Turismo a pessoa é capacitada, tem vontade de desenvolver excelentes projetos e buscar apoio em instituições públicas ou privadas quais as chances de seu trabalho prosperar sem reprimendas, retaliações ou perseguições ou ainda ser substituído por outra pessoa?    Será que valeria a pena estas tentativas de supressão de valores veladas?

Assim o Esporte e o Turismo são extremante importante para o bom andamento de uma administração pública de resultados, como promoção de grandes eventos buscando apoio das Secretarias Estaduais de Turismo ou no Ministério de Esportes e ainda o Turismo que tem um potencial enorme a ser explorado e até agora, nada foi feito apesar muitos já terem passado por este setor.  

Resta saber até que ponto existe interesse que os dois setores se desenvolvam sem ficar debaixo das asas de setores onde por força de circunstâncias ocorre centralização de decisões e só se delegam  pepinos.

Pelo  estado de conservação das placas o  visitante pode imaginar a  quantos  anos a  área  está abandonada 
Uma secretaria extremamente importante é a  indústria e  comércio  que de há muito deixa a desejar com relação a atuação estratégica deixando  transparecer uma  visão míope  que só enxerga  fila do caixa de banco no  fim de mês.  Alguém poderia citar alguma ação positiva deste setor nos últimos 30 anos? Quantas  empresas  novas nestes  últimos 12 anos? Quantos metros  de área industrial  existe?  Se é que dá para chamar aquele  fundo de vale de área  industrial. 

É urgente a  aquisição e locação de uma  nova  área e trabalhar toda a  infra-estrutura  se é que realmente  teremos incentivo para instalações de novas empresas  e apoio as que já estão  funcionando, a  exemplo de Móveis Fernando  e Cedro  do Líbano que estão com   capacidade produção estranguladas por falta de espaço  físico. Importante lembra que nenhum deles, nem pediu para falamos algo a  respeito. 

Digo isso por que ouvimos muito  falar em incubadoras  empresariais e nada de concreto foi  realizado. Há de se convir que este  setor é um dos exige uma dedicação  mais efetiva  de  seus diretores  sem esta  idéia  de espalhar   tudo e não concluir.

Neste caso, ao se implantar uma  área industrial  decente com toda  a  infra-estrutura certamente o resultado  será amplamente positivo com a implantação de novas a empresas.

Como no resumo da parábola acima, extremamente difícil mudar a mentalidade humana e, por conseguinte quem perde com isso é o município que continua nesta rota da multiplicação da miséria e ignorância e não alcança a  emancipação da população carente. População carente e sem formação só interessa  para políticos mal intencionados.

Por outro lado, é possível vermos este tipo de situação por conta de que muitas  pessoas  gostam de usar outros como  bengalas  ou como suportes para se sustentar, parecem que o brilho  dos outros ofusca o seu.
Quando aquelas pessoas que tem  iniciativa e vontade de trabalhar terão  apoio suficiente para  desenvolve seus  projetos?

O que falamos aqui não é nenhuma novidade, basta ver a mais de 500 anos Maquiavel descreveu na obra o Príncipe, de maneira preciosa estas dificuldades.

“Não há algo mais difícil, nem de êxito duvidoso ou perigoso, do que iniciar-se uma nova ordem de coisas, por que o reformador tem inimigos em todos aqueles a quem a ordem antiga beneficiava e somente tímidos defensores naqueles que poderão tirar proveito da nova ordem”. 
“Esta fraqueza nasce parcialmente do medo dos adversários parcialmente da incredulidade dos homens que não acreditam verdadeiramente em algo novo senão depois de uma firme experiência”.          Maquiavel (1469 – 1527)

Sonhamos tanto em termos uma administração pública eficiente e sem rateios da capitania hereditária entre parentes ou para melhor entendimento, livre da maldição do nepotismo escancarado e vergonhoso, onde o  chefe coloca  os seus parentes para maltratar o  contribuinte pela falta de preparo, soberba, arrogância e prepotência.



Sonhamos também  não  usar escravos sociais,  que trabalham  pela   cesta  básica aos finais de semana  e de outros que recebem por  RPA como se autônomos  fossem.

Um fato nos chama a  atenção, se no ano de 2012  houve concurso,  homologado o resultado e classificação dos  aprovados  qual a razão para contratação de comissionados contrariando o principio constitucional.

A Constituição Federal e as demais Cartas Constitucionais dos Estados, bem como as Leis Orgânicas dos Municípios brasileiros, expressam em textos cristalinos que, o acesso ao Serviço Público dar-se-á através de concurso de provas e de títulos e as nomeações por ordem de classificação.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O município que temos e o município que sonhamos



Ao pensar  no  que tratarmos neste  artigo vieram  a nossa  memória algumas idéias, alguns problemas  já passados e alguns problemas  recentes.

É impossível acreditar  que alguém em sã consciência  aposte no  fracasso de uma administração  como se de alguma  forma isto trouxesse resultado benéfico  coletivo. Ao agir e pensar  assim o individuo mostra que não  passa de um  desvairado ou desequilibrado  a  ponto de preferir  que o negativo interfira e  redunde em prejuízos para trombetear aos  quatro cantos  amaldiçoando uma  gestão.

O que certa e urgentemente precisamos é romper com o atraso, com a reprodução da  miséria e ignorância e buscar um cenário de crescimento via integração competitiva e modernidade que possibilite alternativas e conseqüências. Isto  certamente nos levará em busca de um desenho novo  voltado para  tecnologia de ponta, novas plantas industriais com avanço e modernização  aproveitando o potencial que hoje  o  IFPR  e outras  instituições oferecem.   Bom lembrar que  além do Curso de Engenharia do IFPR  temos  também laboratórios que poderiam  ser melhores  empregados se assim interessar ao administrador público.  Não  conhecemos  nenhuma  IES que seja  voltada  tão somente  para o público interno.

Afora esse  potencial  temos  ainda uma  unidade do exército que nunca foi  consultada  para ver a possibilidade  de contribuir para o desenvolvimento do município, pelo  contrario privilegia-se e  faz-se  camaradagens contratando e  terceirizando   serviços. E pelo sabemos o EB  tem um programa de ACISO (Ação Cívico e Social) que já foi  colocado em prática em diversos pontos  do Brasil.

Vamos a um caso em específico que a Companhia de Engenharia poderia trabalhar e  resolver  a  lagoa da Hípica  que precisa de limpeza e tratamento e a preparação ou construção de para um parque ambiental.

E ainda, precisamos dar uma maior atenção a economia informal ou alternativa, incentivando, treinando, reciclando para alcançarmos melhores resultados.  Pouco se tem feito em termos de treinamento de mão de obra e isto podemos ver na construção civil onde ouve um avanço significativo  nos últimos três anos e a dificuldade maior  é encontrar recursos humanos capacitados.   

Já abordamos em outras  oportunidades   a necessidade de rompimento com  o cenário anterior, da mentira, da enganação, do paternalismo, do populismo  antagônico  e ao invés de promover-se pequenas  doações com ranço de caridade, dar  melhores condições de vida,  de renda  para a população.

Uma pergunta deve ser feita. Até que ponto é benéfico fazer doações?  De que adianta uma vez por mês reunir uma parcela da população em volta de um caminhão e distribuir sacos  de alimentos. Essa  fatia da população nunca será emancipada?  Nunca será liberta?

Quem assim age distribuindo caridades como se fosse a solução dos problemas da população está contribuindo muito fortemente para a permanência deste estado pernicioso de reprodução da miséria.  Sem avanços nesta área criam-se privilégios espaciais para uma parcela da população e empobrecimento real ou relativo dos outros aproximadamente trinta por cento.  

Se não existe uma melhoria distribuição de renda por conta destas caridades, nunca teremos o crescimento econômico, considerando que uma  população sem poder aquisitivo não  tem poder de consumo.

Desta forma resta rompimento ou substituição do cenário anterior do paternalismo, populismo por um cenário da modernização estratégica com a implantação de uma ou mais áreas industriais de diferentes segmentos com indústria de ponta seletiva em função da capacitação tecnológica com apoio de IFPR, basta tão somente buscar  convênios com a IES e  com outras  instituições como SENAC e  SENAI.

De fundamental importância discutir-se a recuperação da terra, a diversificação da atividade agrícola, produtividade no campo e industrialização da agropecuária.

O que temos hoje é um quadro um tanto critico de má distribuição de renda que não permite o fortalecimento do mercado, não oferece novas oportunidades de empregos com novas perspectivas, falta da segurança para as pessoas alheias ao  mercado de trabalho e sem perspectivas de diminuição dos privilégios e eliminação da marginalidade e também com relação a melhoria da qualidade de vida.

O que prevalece é a postura de resistência e boicotes, acirramentos dos conflitos e revoltas e difícil, porém não impossível uma nova reposição, aceitando os resultados das urnas, assumindo nova estratégia de negociação e pressão em termos de se buscar nova mentalidade urbana, tamanho da cidade e condições de vida.

Por outro lado, é preciso uma carga de trabalho mais intensa por parte dos Conselhos Setoriais com uma efetiva  metodologia participativa, organização e nova articulação das lideranças e instituições estratégicas.

 “ Não há algo mais difícil, nem de êxito duvidoso ou perigoso, do que iniciar-se uma nova ordem de coisas, por que o reformador tem inimigos em todos aqueles a quem a ordem antiga beneficiava e  somente tímidos defensores naqueles que poderão tirar proveito da nova ordem”.
“Esta fraqueza nasce parcialmente do medo dos adversários parcialmente da incredulidade dos homens que não acreditam verdadeiramente em algo novo senão depois de uma firme experiência”.          Maquiavel (1469 – 1527)